| Dicas de Segurança
Trabalho em altura, cinto de Segurança, sistemas
de ancoragem
Em todas as atividades com o risco de queda, o trabalhador deve utilizar
o cinto de segurança do tipo
paraquedista, dotado de dispositivo trava-quedas e ligado a cabo-guia,
independente da estrutura do
equipamento. Os Sistemas de Ancoragem devem ser projetados pelo profissional
legalmente habilitado
(engenheiro) e estarem fixados em elemento estrutural. O Sistema deve
suportar uma carga de 1.200 kgf
e ser utilizado exclusivamente para a ancoragem do cabo de segurança
e dos equipamentos.

Fonte: feticom-sp
Valorize seu imóvel
Se você pretende negociar sua casa ou mesmo um terreno uma boa
dica é ter os documentos regularizados.
Na negociação de qualquer imóvel, um dos primeiro
fatores a ser analisado é o da documentação!
Documentação irregular muitas vezes inviabiliza um negocio.
Todo imóvel possui um documento de posse
que pode ser uma matrícula, uma transcrição (documento
antigo de posse) ou documentos emitidos pelo
INCRA em caso de imóveis rurais. Uma matrícula regularizada
tem que ter todas as medidas, os ângulos
e descrever a área superficial do terreno. Em caso de imóveis
com construção é necessário também
estar
averbado (registrado) na matricula a área construída. Somente
tem a posse plena de um imóvel quem tem
seu nome registrado na matricula, através de uma escritura. Para
consultar a situação de seu imóvel é
necessário ir até o cartório de registro de imóveis
onde é pesquisado o documento de posse através do
endereço de correspondência.

fontes: google imagens
A Lei que ninguém tem coragem de fazer
Se você olhar para os rios mais poluídos vera sempre uma
garrafa pet ou um copo plástico boiando!
É sabido que o plástico demora milhares de anos para se
degradar, ocasionando grande impacto ao meio
ambiente, matando peixes, plantas. Esses materiais podem ser reutilizados
de diversas formas, mas como
tem baixo valor comercial sua reutilização é praticamente
nula. Mas as grandes industrias produzem milhões
de unidades desse material por ano, não tem a menor preocupação
com sua reutilização e lucram muito com
a desgraça de nosso planeta. Então porque não se
cria uma lei que obrigue quem fabrica matérias plásticos
a recicla-los, sob pena de multa para quem não o fizer! Se uma
industria produz um milhão de unidades de
copo plásticos, por exemplo, seria obrigado a reciclar dez porcento.
Imagine o impacto sócio ambiental
disto! Com uma lei destas o plástico teria seu valor comercial
elevado, incentivaria sua reciclagem, criando
empregos e renda, assim como é feito hoje com o alumínio
(latas de refrigerante e cerveja por exemplo).
Nosso rios e mares agradeceriam muito!

Uma esperança para nossos rios e mares, camisetas
feitas a partir de garrafas pet recicladas,
entenda o processo:
Reciclagem:
As garrafas feitas de PET pós-consumo são recolhidas pelos
“catadores” de rua;
São retirados os rótulos e tampas, depois lavadas e separadas
por cor;
Passam então por um processo de secagem e são moídas,
transformando-se em pequeninos pedaços de
plástico picados e descontaminados, chamados de “flakes”;
É feita um fusão numa temperatura em torno de 360 graus
e depois de fundido, o material é triturado e as
impurezas sólidas são retiradas;
Esse material é triturado e colocado na forma de “chips”,
que são grãozinhos milimétricos;
Depois de todo esse processo, a matéria é encaminhada para
uma fábrica onde será feita a fibra;
É retirada a umidade e feita nova fusão, o material fundido
passa por fieiras onde são feitos os filamentos;
É feita uma estiragem para confecção do fio que pode
ser cortado em vários tamanhos;
Pronto, será feita a fibra de PET. A garrafa que foi jogada fora
se transformou num tecido muito macio!
Por que usamos a malha de pet em nossas camisetas:
O tecido tem a mesma qualidade e resistência do algodão e
a malha é super confortável;
A garrafa que ia para o lixo vira matéria prima para fabricação
da malha, diminuindo a utilização de
bicombustível;
A reciclagem diminui a poluição, pois cada garrafa PET demora
em torno de 450anos para biodegradar;
Geração de emprego para comunidades carentes. (Calcula-se
que mais de 200mi famílias vivem da captação
de produtos recicláveis;
A camiseta PET agrega valores para toda a sociedade, pois incentiva o
consumo sustentável.
Vantagens dos produtos ecológicos
01 – Produto 100% ecológico
02 – Roupas super confortáveis
03 – Durabilidade
04 – Lavagem e secagem extremamente rápida
05 – Quantidades de cores sem precedentes
06 – Mil e uma utilidades para estamparia, ou tingimento
07 – Aumento da auto-estima do usuário
08 – Garante muitos empregos
09 – Conscientização do indivíduo com a reciclagem
10 – E o mais importante colabora com o planeta

Fonte:
http://www.camisetadepet.com.br/blog/
Retificação de matrícula de
imóveis.
Todo imóvel possui um documento de posse, transcrição
ou matrícula, arquivado nos cartório de registro de
imóveis de cada cidade. A transcrição é um
documento antigo, não mais aceito hoje. Já a matrícula
só é
aceita se possuir todas as medidas, ângulos e a área correta.
Existem muitos casos em que a matrícula
possui dados imprecisos como ausência de ângulos (em terrenos
irregulares), ausência da área total do
terreno, diferença de medidas com o documento de um confrontante
(vizinho). Nesse caso é necessário
fazer a retificação da matrícula do imóvel.
A retificação pode ser a inclusão dos ângulos,
caso a área esteja
correta ou pode ser a retificação completa do imóvel.
Nos dois casos é necessário um projeto, a ser
elaborado por um profissional da área (Engenheiro Civil ou Agrimensor),
onde constem todas as medidas,
todos os ângulos além da área. No caso da retificação
completa também é necessário a anuência
(concordância) dos confrontantes, podendo a retificação
completa ser administrativa ou judicial, judicial
quando há divergências entre de medidas entre vizinhos.

Comissão aprova metas de redução
da emissão de gases de efeito estufa
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDC)
11/07, que obriga o Brasil a assumir metas de redução das
emissões de gases que provocam o aquecimento
global, até 2020, em foros internacionais, como a Conferência
das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas (COP-15), marcada para o próximo mês, na
Dinamarca. O percentual de redução deverá ser
equivalente à quantidade de seqüestros de carbono que o País
tenha deixado de fazer em consequência do
corte de florestas nativas, desde 1990. Na reunião da COP-15, no
entanto, no lugar de metas, o governo
brasileiro deve apresentar apenas uma carta de intenções
como "esforço voluntário" para combater o
aquecimento global. Se o projeto de decreto legislativo já tivesse
virado lei, o governo teria que levar metas
específicas de redução de CO2 para a Conferência
da ONU. A proposta determina ainda que o governo
brasileiro adote medidas que induzam mudanças econômicas
e tecnológicas para diminuir as emissões de
carbono. Prevê ações cooperativas para enfrentar mudanças
climáticas globais e propõe elaborar um Plano
Nacional de Contenção das Emissões de Carbono. A
matéria será analisada ainda pela Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois,
segue para o Plenário.

Fonte: http://www.mendesthame.com.br/noticias/not051.html
Programa de regularização de calçadas de
Piracicaba.
A prefeitura municipal, através do IPPLAP – Instituto de
Pesquisas e Planejamento de Piracicaba esta
lançando um programa para a regularização das calçadas
da cidade. Foi elaborado um panfleto com noções
básicas e um manual com todas as informações sobre
o assunto. Em Piracicaba existe uma lei que dispõe
sobre calçadas (lei complementar 240/09), que segue a norma de
acessibilidade 9050/2004 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas. O mau uso ou as más condições
das calçadas pode ocasionar penalidades
conforme a lei 206/2007. Manter sua calçada em boas condições
é uma obrigação além de um ato de
cidadania, participe!

Dicas para se construir com inteligência e
planejamento
Se você pensa em iniciar uma construção faça
um planejamento antes e reduza seus problemas. Num
projeto de construção tudo é exato e pode ser quantificado:
Escavação, forma, concreto, aço, alvenaria
(tijolos), esquadrias (janelas, portas), revestimentos (chapisco, emboço,
pisos, azulejos, pintura), instalações
elétricas, instalações hidráulicas, louças
(pias vasos sanitários), acessórios metálicos (maçanetas,
dobradiças)
, cobertura (telhas, tesouras de madeira..) e até mesmo os impostos
Levantando-se todos os valores faz-se
um planejamento utilizando como base o tempo de duração
e o valor a ser desembolsado em cada fase da
construção. Como resultado final produz-se uma planilha
que informara o valor a ser gasto a cada mês e os
itens a serem cumpridos naquele mês, tendo no final o valor total
a ser desembolsado na construção e o
tempo gasto para realizá-la.

PONTE/VIADUTO PARA A AVENIDA PIRACICAMIRIM
Um dos pontos de maior congestionamento em Piracicaba fica no cruzamento
das Avenidas Piracicamirim
e Alberto Vollet Sachs na rotatória, juntamente com o Córrego
Piracicamirim, chegando o congestionamento
a atingir quase um kilometro. Gostaria de sugerir a implantação
de um viaduto/ponte onde por passagem
superior a Avenida Piracicamirim transpusesse o córrego, a Av.
Alberto V. Sachs e a rotatória. Por baixo
(passagem inferior) além dos dois sentidos normais também
ficariam os acessos e o retorno da Av. Alberto
V. Sachs.

MELHORIA DO TRÂNSITO NO BAIRRO ALTO
Gostaria de sugerir a abertura de mais uma passagem na Avenida Independência
para melhorar o trânsito
do bairro alto. Atualmente neste bairro temos como vias de escoamento
sentido centro-bairro as Ruas
Dom Pedro I, Moraes Barros e a Avenida Independência. Todas essas
vias têm trânsito pesado e
complicado nos horários de saída e entrada de trabalho.
Penso que fosse aberto o cruzamento da
Rua Dr. Otavio Teixeira Mendes com a Avenida Independência (com
a implantação de um semáforo)
teríamos um melhor direcionamento do fluxo de veículos.
Com essa modificação facilitaria o escoamento
de veículos das escolas Dom Bosco e Sud Minucci, abriria um novo
corredor de veículos ao lado da
Avenida Piracicamirim e aliviaria as demais vias sentido centro-bairro.
Moro na Rua Dom Pedro I e tem
dias que a fila de carros para transpor a Avenida Independência
chega a quatro quadras, somente na via.

Prorrogada Lei de regularização de
imóveis.
Foi prorrogada pela Câmara Municipal de Vereadores de Piracicaba
a Lei Complementar nº. 218, que
dispõe sobre regularização de edificações
irregulares. Com essa lei é possível regularizar abrigos
para
veículos que ocupem toda a frente do terreno (exceto nos corredores
comerciais), ampliações e
construções sem “habitesse”. Para a regularização
é necessária a elaboração de um projeto simplificado
com o perímetro e a área da construção que
deve ser elaborado por um profissional da área de construção.
É necessário também o pagamento da taxa de ISS (Imposto
sobre serviços) a prefeitura. Aproveite!!!!!

''Custo da poluição'' é de
R$ 14 por segundo
Os custos da poluição, pela primeira vez, foram mapeados
fora das fronteiras de São Paulo. Estudo obtido
pelo Estado mostra que são R$ 14 gastos por segundo (R$ 459,2 milhões
anuais) para tratar sequelas
respiratórias e cardiovasculares de vítimas do excesso de
partícula fina - poluente da fumaça do óleo diesel
. O valor é dispensado por unidades de saúde públicas
e privadas de seis regiões metropolitanas do País.
A mesma pesquisa, produzida pelo Laboratório de Poluição
da USP e seis universidades federais, mostra
que, além dos paulistas, respiram ar reprovado pelos padrões
da Organização Mundial da Saúde (OMS)
as regiões do Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Recife.
"A poluição não é mais privilégio
de
São Paulo e os impactos são diretos na saúde cardiovascular
do brasileiro", diz Antônio Carlos Chagas,
presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
Pelo ensaio científico, 8.169 pessoas são internadas anualmente
com problemas cardíacos atribuídos à
partícula fina. Paulo Saldiva, coordenador do Laboratório
de Poluição da USP, explica que a substância
funciona "como uma espécie de Sedex de outras impurezas no
organismo e é um dos poluentes que mais
afeta a saúde".
Os dados mostram ainda que obter o título de maior frota de veículos
do Brasil também rende liderança
ainda mais expressiva na categoria "prejuízos". São
Paulo concentra 61% das mortes relacionadas à poluição,
apesar de responder por 57% da quantidade de carros que existe nos locais
estudados.
Além do excesso de gases tóxicos emitidos pelos escapamentos,
outro fator que contribui para o primeiro
lugar paulista, avaliam os especialistas, é a produção
científica sobre os males da poluição. Ensaios recentes
já produziram um inventário sobre os problemas em decorrência
dos gases em São Paulo. As publicações
associam que desde o trato respiratório é afetado - com
asma, bronquite e sinusite -, passando pelo sistema
cardiovascular, atingindo as funções metabólicas
(diabete, pressão alta) e chegando até ao sistema reprodutivo,
com associação à infertilidade.
As pesquisas em São Paulo incentivaram a produção
em outras metrópoles. O cardiologista Evandro Mesquita,
da Universidade Federal Fluminense, começou a cruzar os dados de
arritmia e enfarte em dias marcados pelo
excesso de poluentes. Quando o Instituto do Coração de SP
(Incor) fez teste parecido no ano passado, encontrou
aumento de 11% de morte por ocorrência cardíaca.
No Rio, a pesquisa da USP mostra que são 1.434 pacientes do coração
internados por ano. A reportagem teve
acesso ao estudo na ação civil pública que o Ministério
Público de São Paulo move contra a Petrobrás e 13
montadoras de veículos pedindo indenização para vítimas
da poluição. Segundo o promotor do Meio Ambiente
do MP, José Isamel Lutti, o valor indenizatório terá
"como parâmetro" a pesquisa.
Além das internações, também foram calculadas
as mortes nas regiões: 11.559 pessoas com mais de 40 anos
(31 vidas por dia).
A Petrobrás, por meio de assessoria de imprensa, informou que não
foi notificada sobre a ação, ajuizada em
março deste ano.

MORTES E CUSTOS
São Paulo: 7.187 mortes/ano e R$ 335 mil com internação
Rio: 2.975 mortes e R$ 68,7 milhões
Porto Alegre: 722 mortes e R$ 27,6 milhões
Curitiba: 389 mortes e R$ 15,9 milhões
Belo Horizonte: 180 mortes e R$ 9,7 milhões
Recife: 106 mortes e R$ 2,6 milhões
Fontes:
Fernanda Aranda e Alexandre Gonçalves
www.google.com
DIVISÃO DE TERRENOS – DESDOBRO
É possível transformar um terreno em dois, através
de um processo chamado de desdobro de área.
Primeiramente é preciso fazer a análise do tamanho do terreno
e de sua localização no macro zoneamento
da cidade. Sendo possível é preciso contratar um profissional
da área (engenheiro ou arquiteto) que irá
elaborar um projeto requisitando a prefeitura o desdobro (divisão)
da área. Com a certidão de desdobro
emitida pela prefeitura é necessário requisitar ao cartório
correspondente ao endereço do imóvel o
encerramento da matricula antiga e a abertura de duas novas matriculas
para os dois novos terrenos criados.

PLANEJAMENTO E NORMAS PARA CONSTRUÇÃO
São varias as condicionantes para o inicio de uma construção.
Primeiro passo é contratar um profissional
habilitado (engenheiro ou arquiteto) que ira projetar a edificação.
O custo da construção é calculado
multiplicando-se a área total pelo valor do metro quadrado de construção
da região. Por exemplo, se a
área de construção for 100 metros quadrados multiplicando-se
pelo valor da região de Piracicaba
(R$749,80/m2) teremos uma construção de R$74.980,00.
O segundo passo é conseguir junto à prefeitura da cidade
um alvará de construção (também obtido
através de um profissional) onde o projeto terá q obedecer
às restrições construtivas da legislação
vigente.
Essas restrições variam de acordo com a localização
do imóvel. Em Piracicaba temos as leis de normas
para edificações, plano diretor de desenvolvimento, lei
de uso, ocupação e parcelamento do solo.
Com o projeto aprovado e o alvará em mãos é possível
contratar mão de obra e quantificar materiais
para inicio da construção.

CUSTO DO METRO QUADRADO DE CONSTRUÇÃO
NA REGIÃO SUDESTE
O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção
Civil efetua a produção de custos e
índices da construção civil, a partir do levantamento
de preços de materiais e salários pagos na construção
civil, para o setor habitação. A partir de 1997 ocorreu
a ampliação do Sistema, que passou a abranger o
setor de saneamento e infra-estrutura. Tem como unidade de coleta os fornecedores
de materiais de
construção e empresas construtoras do setor. O Sistema é
produzido em convênio com a Caixa Econômica
Federal - CAIXA. Para os dados sobre saneamento e infra-estrutura estão
disponíveis somente os relativos
a preços. A pesquisa foi iniciada em 1969 para o setor de habitação
e em 1997, para o de saneamento e
infra-estrutura.

Fonte:
1 - IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices
de Preços, Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices
da
Construção Civil.
2 - Google Imagens
Vantagens da reciclagem do Alumínio.
No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio para bebidas movimentou
em um ano cerca de R$ 1,8 bilhão.
Somente a etapa de coleta (compra de latas usadas) injetou cerca de R$
523 milhões na economia nacional,
o equivalente à geração de emprego e renda para 180
mil pessoas.
Além dos benefícios sociais e econômicos, esse processo
é reconhecidamente benéfico ao meio ambiente.
O processo de reciclagem de latinhas libera somente 5% das emissões
de gases causadores de efeito estufa,
quando comparado à produção de alumínio primário.
Pelos cálculos da Associação Brasileira do Alumínio
(Abal) e da Abralatas, ao substituir um volume
equivalente de alumínio primário, a reciclagem de 160,6
mil toneladas de latinhas proporcionou uma
economia de 2.329 GWh/ano de energia elétrica ao país, o
suficiente para abastecer, por um ano inteiro,
uma cidade com mais de um milhão de habitantes, como Campinas (SP).
“Estamos absolutamente felizes em manter essa hegemonia”,
disse Henio De Nicola coordenador da
Comissão de Reciclagem de Abal.Ele ressalta, entretanto, que o
potencial de crescimento nesse campo
é muito maior. Na Inglaterra, a lata de alumínio é
a embalagem de 66% da cerveja comercializada
naquele mercado. No Brasil, menos da metade: 32%.
Da mesma forma, nos Estados Unidos, 56% dos refrigerantes são acondicionados
nelas. No Brasil,
apenas 8%. A preferência aqui é pelas famigeradas garrafas
PET, felizmente também cada vez mais
destinadas à reciclagem.

Fontes:
1 - Amanda Donegá, estudante 5ºsemestre do curso de ciências
biológicas.
na Universidade Metodista de Piracicaba (texto)
2 - http://www.google.com.br/ (fotos)
Brasil é campeão em reciclagem de
latas de alumínio para bebidas
A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação
Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta
Reciclabilidade (Abralatas) divulgam todo ano o Índice Nacional
de Reciclagem de Latas de Alumínio para
Bebidas. Pelo levantamento das entidades, o Brasil lidera mundialmente,
a reciclagem de latas de alumínio
para bebidas, com um percentual de 96,5% do total comercializado no mercado
interno. Os números
impressionam: foram recicladas 160,6 mil toneladas de sucata de latas,
o que corresponde a 11,9 bilhões
de unidades - 32,6 milhões por dia ou 1,4 milhão por hora.
O segundo colocado no ranking é o Japão, com 92,7% de reciclagem,
que lá é obrigatória por lei, e, em
terceiro, ficou a Argentina, com 90,5%.
Há quatro anos, o índice desse vizinho brasileiro era de
aproximadamente 60%. “A crise econômica na
Argentina destacou as oportunidades e vantagens de reciclar o alumínio”,
disse o coordenador da Comissão
de Reciclagem de Abal, Henio De Nicola.
Ele reconhece que boa parte da performace brasileira nesse quesito deve-se
à desigualdade econômica
reinante no país, quadro que impulsiona um significativo contingente
de menor poder aquisitivo a complementar
a própria renda por intermédio do “valor agregado
que o alumínio tem”. Isso quando a renda não vem inteiramente
dessa atividade de coleta e posterior comercialização das
latas.
Isso não diminui, contudo, o mérito brasileiro em investir
na reciclagem, se posicionando na vanguarda desse
processo. Apesar desse índice superior a 96% do que foi lançado
no mercado interno, a Indústria do Alumínio
ainda importa sucata de latas de outros países, comprando do México
e dos Estados Unidos, por exemplo.
Isso porque a Indústria brasileira não se limita mais a
fazer novas latas de latas usadas. “Uma parte das recicladas
hoje vira liga para o setor siderúrgico, entre outros usos industriais”.

Fonte:
1 - Amanda Donegá, estudante 5ºsemestre do curso de ciências
biológicas.
na Universidade Metodista de Piracicaba (texto)
2 - http://www.google.com.br/ (fotos)
CONTRIBUA COM A SAÚDE DA NOSSA
CIDADE
Combater a dengue é dever de todos!
A dengue é uma doença causada por vírus
e transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Seus ovos são
depositados em água limpa e parada, que viram larvas, e em apenas
oito dias, novos mosquitos saem voando.
A doença é muito séria e os sintomas
da doença são febre alta, dor de cabeça, dor nos
olhos, náuseas, fadiga, falta
de apetite, dor nas juntas, manchas avermelhadas na pele, sangramento
da gengiva e nariz (em alguns casos).
VERIFIQUE EM SUA CASA.
Vasos e plantas
Elimine ou fure todos os pratos de vasos e xaxins.
Lave os pratos das plantas de três em três em dias.
Pneus e Garrafas
Pneus velhos: fure-os e guarde em local
coberto, protegido da chuva. Garrafas velhas devem estar sempre vazias
e de cabeça para baixo.
Bebedouros de animais
Se tiver animais, lave os depósitos
de água com escova ou bucha e troque a água a cada dois
dias.
Entulhos
Todo o material que acumule água, deve ser
colocado no lixo.
As latas de lixo devem estar tampadas e em lugar
coberto, pois a tampa pode servir de criadouro.
Calhas e Lajes
Mantenha limpas as calhas, lajes e piscinas. Estes locais necessitam
de cuidados especiais. Isto evita que estes locais se tornem criadouros.
Caixas d'água e cisternas
Caixas d'água, tambores, poços
e cisternas devem ficar bem fechados e sem frestas. Colocar uma tela no
cano do respiro (ladrão).

O Rio Piracicaba – Passado e Futuro
Por volta de 1960, o governo paulista decide reforçar o abastecimento
de água da Região Metropolitana
de São Paulo e construiu o Sistema Cantareira, reduzindo o nível
de água do rio e de seus afluentes.
Por volta de 1980, a industrialização e metropolização
de Campinas levam a uma crescente contaminação
das águas já escassas do Piracicaba e o rio chega ao século
21 como um dos mais contaminados do país.
Nos últimos anos, a criação de grupos de pressão,
maior fiscalização e negociações quanto à
reversão
das águas feita pelo Sistema Cantareira, além da construção
de estações de tratamento de esgoto em
algumas cidades, evitaram que o quadro se agravasse ainda mais, porém,
o Piracicaba continua registrando
águas impróprias para consumo humano e animal em grande
parte do seu curso.
A navegação no Piracicaba poderá ser retomada com
a construção de uma barragem próxima à foz
do rio,
em Santa Maria da Serra, que possibilitaria a navegação
do rio até as proximidades da cidade de Piracicaba
e interligaria a região de Campinas à Hidrovia Tietê
Paraná, porém, o projeto ainda não possui previsão
de efetivação.

Fonte: Amanda Donegá, estudante 4ºsemestre do curso de ciências
biológicas na Universidade Metodista de Piracicaba.
O Rio Piracicaba – formação e historia
O Rio Piracicaba é um rio brasileiro do Estado de São Paulo.
É o maior afluente em volume de água do rio
Tietê. É também um dos mais importantes rios paulista
e responsável pelo abastecimento da Região
Metropolitana de Campinas e parte da Grande São Paulo. A Bacia
Hidrográfica do Rio Piracicaba
estende-se por uma área de 12.000 km², situada no sudeste
do Estado de São Paulo e extremo sul de
Minas Gerais. O Rio Piracicaba nasce da junção dos rios
Atibaia e Jaguari, no município de Americana.
Após atravessar a cidade de Piracicaba, recebe as águas
de seu principal afluente, o rio Corumbataí. O
rio Piracicaba percorre mais de 100 km de sua formação até
a sua foz no rio Tietê, entre os municípios
de Santa Maria da Serra e Barra Bonita. O Piracicaba possui diversos meandros,
que transformam o
leito sinuoso, porém tranqüilo, apto para a navegação
de embarcações de menor porte após a cidade
de Piracicaba. Seus meandros são a origem do nome do rio, que em
tupi significa "lugar onde o peixe pára".
A Bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba localiza-se numa das regiões
mais desenvolvidas do Estado de
São Paulo, abrangendo importantes municípios, como Bragança
Paulista, Campinas, Limeira, Americana,
Atibaia, Rio Claro, Santa Bárbara d'Oeste e Piracicaba. Foi utilizado
como rota fluvial de acesso ao Mato
Grosso e Paraná no século 18 e cidades como Piracicaba foram
fundadas nas suas proximidades. Ao
longo dos séculos 19 e 20, o rio foi utilizado como rota de navegação
de pequenos vapores e como fonte
de abastecimento para engenhos e fazendas de cana-de-açúcar
e café.

Fonte: Amanda Donegá, estudante 4ºsemestre
do curso de ciências biológicas.
na Universidade Metodista de Piracicaba.
Futuro Preocupante
A região do Cantareira enfrentou nos últimos
anos, principalmente no período de 1998 a 2003, uma intensa
estiagem, com diminuição dos índices pluviométricos
e conseqüente queda dos níveis dos reservatórios do
Sistema Cantareira. Em novembro de 2003, o momento mais crítico
deste período, o Sistema Cantareira
atingiu o alarmante nível de quase 1% de armazenamento e colocou
em risco o abastecimento público de
quase metade da população da Região Metropolitna
de São Paulo (RMSP). Até hoje, os reservatórios
ainda não se recuperaram dos impactos da estiagem, já que
em junho de 2007, três anos depois, o nível
do Sistema Cantareira estava em 45%, o mais baixo dos sistemas produtores
da RMSP.
Soma-se a este retrato a baixa cobertura de serviços de coleta
e de tratamento de esgoto nos municípios
da região. De acordo com informações das prefeituras
da região, vários municípios destinam os esgotos
coletados aos rios e córregos que alimentam o sistema, sem nenhum
tratamento prévio. Por enquanto, a
urbanização ainda não é intensa o suficiente
para comprometer de forma definitiva os corpos d’água da
região. Porém, a piora na qualidade da água já
pode ser verificada em quase todos os principais tributários
da bacia. Com as tendências que se apresentam e se tal situação
se perpetuar, o Sistema Cantareira corre
o risco de passar a conviver com os mesmos problemas dos mananciais urbanos
da RMSP, como a
Guarapiranga e a Billings.
É importante e urgente que os órgãos responsáveis
pela gestão desta região, sejam os órgãos
municipais,
estaduais ou federais, assim como as organizações da Sociedade
Civil, passem a olhar para o Sistema
Cantareira de forma integrada e implementem ações que garantam
vida longa a este manancial estratégico
para toda a RMSP.

Fonte: http://www.mananciais.org.br/site/mananciais_rmsp/cantareira
Sistema Cantareira – Uso e ocupação
do solo, preocupante!
A região do Sistema Cantareira, que já foi predominantemente
rural, passou por intensas mudanças desde
a construção dos reservatórios, que juntamente com
as rodovias que cortam a região, ajudaram a modificar
a configuração socioeconômica dos municípios
e, conseqüentemente, o meio ambiente como um todo.
Os dados de uso e ocupação do solo em 2003 mostram que a
região é extremamente alterada por usos
humanos, que ocupam 73% do território, principalmente por campos
antrópicos, que abrangem 51,6% de
toda a área do Sistema Cantareira. Ao mesmo tempo, restam apenas
21% do território cobertos por
vegetação remanescente da Mata Atlântica, em seus
estágios inicial, médio e avançado de regeneração.
Os dados são preocupantes, já que a região é
de extrema importância para o abastecimento de toda a
Região Metropolitana de São Paulo assim como para a região
de Campinas e Piracicaba. A distribuição
destas categorias de uso do solo tende a se manter, já que estão
em expansão na região os usos industriais
e urbanos e a silvicultura. Estas atividades exercem forte pressão
sobre os recursos hídricos da região,
seja pela demanda de água que geram, seja pela forma de uso e ocupação
do solo que impõem à região,
muitas vezes comprometedora da produção de água com
boa qualidade e em quantidade. Na confluência
das Rodovias Dom Pedro I e Fernão Dias instalaram-se diversas indústrias,
principalmente nos municípios de
Atibaia, Bragança Paulista e Extrema (MG). Além da localização
privilegiada para a instalação de empresas,
a proximidade com a Região Metropolitana de São Paulo faz
com que a região, em especial a área dos
mananciais, caracterizadas por belas paisagens, seja extremamente atraente
para o mercado imobiliário.
Proprietários rurais vêm vendendo suas terras para especuladores
imobiliários, que as transformam em sítios,
chácaras e condomínios destinados aos turistas de fim de
semana ou aos que desejam morar em locais com
maior qualidade de vida e manter o emprego nos centros urbanos, principalmente
na RMSP. Estes empreendimentos imobiliários têm consolidado
um processo crescente de ocupação do solo no entorno dos
reservatórios e em
toda a região, causando aumento dos danos ambientais.
Fonte: http://www.mananciais.org.br/site/mananciais_rmsp/cantareira
Sistema Cantareira de captação de
águas
O Sistema Produtor de Água Cantareira é considerado um dos
maiores do mundo. Sua área total tem
aproximadamente 227.950 hectares (2.279,5 Km²), e abrange 12 municípios,
sendo quatro deles no estado
de Minas Gerais (Camanducaia, Extrema, Itapeva e Sapucaí-Mirim)
e oito em São Paulo (Bragança
Paulista, Caieiras, Franco da Rocha, Joanópolis, Nazaré
Paulista, Mairiporã, Piracaia e Vargem). É
composto por cinco bacias hidrográficas e seis reservatórios
interligados por túneis artificiais subterrâneos,
canais e bombas, que produzem cerca de 33 m3/s para o abastecimento da
RMSP, o que corresponde a
quase metade de toda a água consumida pelos habitantes da Grande
São Paulo. Para produzir esta
quantidade de água, o Sistema Cantareira faz a transposição
entre duas bacias hidrográficas, importando
água da Bacia do Piracicaba para a Bacia do Alto Tietê. A
água produzida pelo Sistema Cantareira abastece
8,8 milhões de pessoas das zonas norte, central, parte da leste
e oeste da capital e dos municípios de Franco
da Rocha, Francisco Morato, Caieiras, Osasco, Carapicuíba e São
Caetano do Sul e parte dos municípios de
Guarulhos, Barueri, Taboão da Serra e Santo André. Dos 33m3/s
produzidos pelo sistema, apenas 2m3/s
são produzidos na Bacia do Alto Tietê, pelo rio Juquery.
Dos 31m3/s produzidos na Bacia do Piracicaba,
22m3/s vêm dos reservatórios Jaguari-Jacareí, cujas
bacias estão inseridas majoritariamente no estado de
Minas Gerais. Além deles, as nascentes dos principais tributários
do Rio Cachoeira estão localizadas em
Minas Gerais, o que faz com que cerca de 45% da área produtora
de água para o sistema esteja em
território mineiro.

Fonte: http://www.mananciais.org.br/site/mananciais_rmsp/cantareira
MATA ATLÂNTICA EM PIRACICABA
Apenas 1% da mata nativa, dos 44% que compunham a cidade está
em pé. A outra parte era composta
por cerrado. É o que indica o Atlas dos Remanescentes Florestais
da Mata Atlântica, produzido pela
Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional
o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais –
INPE, que contabiliza somente áreas verdes em estágios médios
e avançados. “As áreas que começaram a
ser recompostas recentemente não entraram no levantamento”,
observa Marcia Hirota, diretora de Gestão
do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora
do Atlas.
Os dados são de 2000-2005 e mostram que o bioma está reduzido
a 7,26% de sua área original: 1,3 milhão de km² em
17 estados brasileiros. O trabalho também inclui os mapas consolidados
para os estados da Bahia, Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco e Sergipe,
e a avaliação de 2005-2007 dos municípios mais críticos
no período 2000-2005. “Os dados apresentados para o período
de 2000-2005 confirmam a redução de 69% na taxa de desmatamento
comparada com o período anterior, fato que deve ser comemorado,
mas a avaliação recente indica aumento no ritmo de desmatamento
nos dois últimos anos, que é muito preocupante”, alerta
Marcia.
Com base nos levantamentos realizados nas quatro edições
do atlas e tendo em vista a representatividade para a manutenção
da biodiversidade, as informações mostram que a área
original do bioma está reduzida a 7,26%, ou seja, 97.596 km².
Este número totaliza os fragmentos acima de 100 hectares , ou 1km²,
distribuídos em 17.875 polígonos, e têm como base
o mapeamento de 98% do bioma Mata Atlântica, ou 16 dos 17 Estados
onde ocorre (PE, AL, SE, BA, ES, GO, MS, MG, RJ, SP, PB, SC, RS, CE, PR,
RN e PI), incluindo dados levantados pela ONG Sociedade Nordestina de
Ecologia nos estados de CE, PE e RN. Apenas o Piauí não
teve a área da Mata Atlântica avaliada. Marcia Hirota explica
que não entraram na pesquisa áreas menores que três
hectares. “Alguns municípios podem ter mais áreas
verdes do que o levantado, mas altamente fragmentadas”
A preocupação com a fragmentação do bioma
está no fato de ela perder a capacidade de proteção
da biodiversidade existente e comprometer os recursos hídricos.
Somando todos os fragmentos acima de três hectares, existem hoje
na Mata Atlântica 234.106 polígonos, que totalizam 142.472
km², ou seja, 10,6% de florestas nativas. “Mais de 25 mil polígonos
são menores do que cinco hectares, o que reforça a importância
dos esforços na restauração florestal da Mata Atlântica.
Devido à extrema fragmentação de alguns trechos,
principalmente nas regiões interioranas, a interligação
entre as florestas nativas torna-se primordial para garantir a proteção
da biodiversidade deste bioma”, explica.
Em Piracicaba, com a criação do viveiro de muda da Fundação
Educacional e Cultural do Meio Ambiente Elvira Guarda Mascarim, apoiado
pela SOS Mata Atlântica, em meados do primeiro semestre, a expectativa
da fundação é acelerar o processo de recomposição
da mata, em parceria com o agronegócio. “Nosso objetivo inicial
é recuperar as matas ciliares e as Áreas de Preservação
Permanente (APPs)”, afirma.
Para ela, um novo levantamento a ser realizado em 2010 deve identificar
os resultados desse trabalho.

Fontes:
Foto: Daniel Damasceno
http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=650
MATA ATLÂNTICA – NOSSS PATRIMÔNIO
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DA REGIÃO
A mata atlântica originalmente percorria o litoral brasileiro de
ponta a ponta. Estendia-se do Rio Grande do
Norte ao Rio Grande do Sul, e ocupava uma área de 1,3 milhão
de quilômetros quadrados. Tratava-se da
segunda maior floresta tropical úmida do Brasil, só comparável
à Floresta Amazônica.
O grande destaque da mata original era o pau-brasil, que deu origem ao
nome do nosso país. Alguns
exemplares eram tão grossos que três homens não conseguiam
abraçar seus troncos. O pau-brasil hoje é
quase uma relíquia, existindo apenas alguns exemplares no Sul da
Bahia.
Atualmente da segunda maior floresta brasileira restam apenas cerca de
5 % de sua extensão original. Em
alguns lugares como no Rio Grande do Norte, nem vestígios. Hoje
a maioria da área litorânea que era coberta
pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos
e agricultura. Porém, ainda restam manchas da
floresta na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no sudeste do Brasil.
O aparecimento da Serra-do-Mar e da Mantiquiera datam da separação
entre o continente Americano e
Africano. No pricípio eram altas montanhas e só com os milhões
de anos de erosão conseguiram suavisar
essas rochas de formação antiga que sustentam o continente
sulamericano. Concomitantemente evoluíram
as linhagens de plantas que originaram a Mata Atlântica. Nesta época
também desenvolveram-se insetos,
aves e mamíferos fazendo com que hoje fauna e flora se combinem
rica e complexamente.
Área total original: aproximadamente 1,3 milhão de km2.
Área total atual: aproximadamente 52.000 Km2.
CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE EM QUE SE DESENVOLVE
A VEGETAÇÃO
A Mata Atlântica compreende a região costeira do Brasil.
Seu clima é equatorial ao norte e quente temperado sempre úmida
ao sul, tem temperaturas médias elevadas durante o ano todo e não
apenas no verão. A alta pluviosidade nessa região deve-se
à barreira que a serra constitui para os ventos que sopram do mar.
Seu solo é pobre e a topografia é bastante acidentada. No
inteiror da mata, devido a densidade da vegetação, a luz
é reduzida.
Há uma importante cadeia de montanhas que acompanham a costa oriental
brasileira, desde o nordeste do Rio Grande do Sul até o sul do
estado da Bahia. Ao norte as maiores altitudes se encontram mais para
o interior do país, mas, nas regiões do norte do estado
de Alagoas, todo estado de Pernambuco e da Paraíba, e em pequena
parte do Rio Grande do Norte temos altitudes de 500 a 800 metros que estão
próximas ao mar. Em São Paulo é conhecida como Serra
do Mar e em outros estados tem outros nomes. Sua altitude média
fica ao redor dos 900 metros . Em certos trechos é bastante larga,
mas em outros é muito estreita. Afasta-se do mar em alguns pontos,
se aproximando dele em outros.
Os ventos úmidos que sopram do mar em direção ao
interior do continente ao subirem resfriam-se e perdem a umidade que possuem;
o excesso condensa-se e se precipita, principalmente nas partes mais altas
da serra, em forma de nevoeiro ou chuvas. Assim esses ambientes contém
bastante umidade para sustentar as florestas consteiras, densas, com árvores
de 20 a 30 metros de altura.Devido a densidade da vegetação
arbórea, o sub-bosque é escuro, mal ventilado e úmido.
Próximo ao solo existe pouca vegetação, devido à
escassa quantidade de luz que consegue chegar aí.
As condições físicas na floresta atlântica
variam muito, dependendo do local estudado, assim, apesar de a região
estar submetida a um clima geral, há microclimas muitos diversos
e que variam de cima para baixo nos diversos estratos. Os teores de oxigênio,
luz, umidade e temperatura são bem diferentes dependendo da camada
considerada.
Em certos pontos da floresta chega ao solo 500 vezes menos luz do que
nas copas das árvores altas. A temperatura também varia
bastante, as copas das camadas superiores se aquecem durante o dia, porém
perdem calor rapidamente a noite. Ao contrário nas camadas inferiores,
a tempratura varia muito pouco, já que as folhas funcionam como
isolante térmico. Nas camadas mais altas, mais expostas, a ventilação
tem valores consideravelmente maiores que nos andares inferiores da mata.
Em resumo, os microclimas nos diversos andares de uma floresta pluvial
podem ser muito diferentes, embora o clima geral (macroclimas) seja um
só. O que interessa, naturalmente, a cada espécie e a cada
indivíduo, não é o clima geral da região em
que se encontra a floresta, e sim o clima ao qual ele faz parte; o importante
é o clima a que ele (indivíduo) ou ela (espécie)
estejam sujeitos (microclima).
Os solos da floresta são, via de regra, pobres em minerais e sua
natureza é granítica ou gnáissica. A maior parte
dos minerais está contida nas plantas em vez de estar no solo.
Como há no solo muita serrapilheira que origina abundante húmus,
existem microorganimos de vários grupos os quais decompõem
a matéria orgânica que se incorpora ao solo. Esses minerais
uma vez liberados pela decomposição de folhas e outros detritos,
são prontamente reabsorvidos pelo grande número de raízes
existentes, retornando ao solo quando as plantas ou suas partes (ramos,
folhas, flores, frutos e sementes) caem. Fecha-se, assim, o ciclo planta-solo,
que explica a manutenção de florestas exuberantes, em solos
nem sempre férteis, às vezes paupérrimos (como é,
muitas vezes, o caso de florestas da Amazônia).
No entanto, o desmatamento leva a um rápido empobrecimento dos
solos, já que as águas da chuva levam os minerais e os carregam
para o lençol subterrâneo (lixiviação). Esses
solos por esse motivo normalmente não se prestam à agricultura,
a menos que sejam enriquecidos anteriormente. Muito frequentemente são
de composição argilosa e após desmatamentos sofrem
erosão rápida ou então endurecem, formando crostas
espessas de difícil cultivo. É porisso que a queimada de
uma floresta tropical empobresse rapidamente o solo já que as águas
da chuva carregam os sais minerais ao lençol subterrâneo.

Fonte: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/trabalhos/mataatl.htm
ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
NO LITORAL PAULISTA
Criaçao de APAs é a principal ferramenta para a conservação
dos oceanos. Hoje, apenas 0,8% dos
mares do Brasil estão protegidos. Com a criação,
nesta sexta-feira (10/10) de três áreas de proteção
ambiental marinha no litoral de São Paulo, foi dado um passo decisivo
para a regulamentação de atividades econômicas, turísticas
e das ocupações no trecho que vai de Ubatuba a Cananéia.
A criação de áreas de proteção
ambiental (APAs) marinha é a principal ferramenta para a conservação
dos oceanos. Apenas 0,4% dos
mares nacionais estão protegidos por esse tipo de unidade de conservação
- somando-se as áreas estaduais,
o índice sobe para 0,8%. O decreto do governo do Estado de São
Paulo abrangem uma extensão de
1,124 milhão de hectares, o equivalente a 7,5 vezes a cidade de
São Paulo. "Esse decreto é um passo
importante para a conservação dos nossos mares. No papel,
ele é muito bom. Agora queremos vê-lo
implantado. Queremos também a implementação dos planos
de manejo garantindo a inclusão de áreas de
proteção integral", diz Leandra Gonçalves, coordenadora
da campanha de oceanos do Greenpeace. Na
cerimônia realizada para a anunciar a criação das
áreas de proteção, o secretário do Meio Ambiente
do
estado de São Paulo, Xico Graziano, entregou embarcações
para a polícia ambiental e se comprometeu
em coibir a pesca predatória. O relatório do Greenpeace
À Deriva mostra que 80% dos recursos
pesqueiros utilizados comercialmente estão ameaçados e que
as áreas marinhas protegidas são a principal
ferramenta para a recuperação dos estoques pesqueiros. "Se
queremos continuar pescando nos próximos
anos, precisamos criar áreas marinhas protegidas agora", afirma
Leandra.

Fonte: http://www.greenpeace.org/
08/10/08 - Seminário explica a interdependência
entre a Amazônia e São Paulo
São Paulo (SP), Brasil - Evento em SP contará com a presença
de autoridades governamentais,
pesquisadores e integrantes de ONGs como o Greenpeace. Os impactos negativos
das cadeias produtivas
de São Paulo na Amazônia e a influência da maior florestal
tropical do mundo na vida dos habitantes da
capital paulista são os temas centrais do seminário Conexões
Sustentáveis: São Paulo-Amazônia, que o
Fórum Amazônia Sustentável e o Movimento Nossa São
Paulo promovem nos dias 14 e 15 de outubro.
Com participação de diversas autoridades governamentais,
empresários, pesquisadores e representantes
de ONGs, o seminário quer chamar a atenção da população,
empresas e poder público para a
responsabilidade que a sociedade tem em preservar e valorizar a floresta
e suas comunidades, produtos e
serviços. A programação prevê a divulgação
de estudos inéditos sobre os lucros e vantagens econômicas
gerados com a destruição da biodiversidade e com o desmatamento.
Também serão estabelecidos pactos
e compromissos setoriais pela produção, uso, distribuição,
comercialização e consumo sustentáveis em
setores como o financeiro, a pecuária bovina, a soja e a madeira.
Entre os participantes estão: o ministro
Carlos Minc (Meio Ambiente), a senadora Marina Silva, os deputados federais
Janete Capiberibe
(presidente da Comissão da Amazônia, Integração
Nacional e Desenvolvimento Regional) e José Sarney
Filho (membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável),
Oded Grajew
(do Movimento Nossa São Paulo), Antonio Nobre (pesquisador do Inpe),
Roberto Scarpari
(gerente do Ibama de Altamira-PA), e Sérgio Leitão, Adriana
Imparato e André Muggiatti (Greenpeace),
além de representantes de outras instituições e ONGs.
O seminário Conexões Sustentáveis:
São Paulo-Amazônia será realizado no Espaço
Promon (avenida Juscelino Kubitschek, 1830, Itaim).
Obs: Entre agosto de 2000 e agosto de 2005, a área total de desmatamento
na Amazônia foi equivalente a
metade da superfície do Estado de São Paulo

24/09/08 - População pode regularizar
suas edificações na Prefeitura de Piracicaba
Os proprietários de edificações construídas
de forma irregular (construídas
clandestinamente, em desacordo com índices urbanísticos
como coeficiente de
aproveitamento, taxa de ocupação, taxa de permeabilidade
e recuos
obrigatórios) podem solicitar sua regularização na
Prefeitura. Isto é
possível graças a Lei complementar 218/08, de 01 de julho
de 2008.
A lei promulgada estabelece quais imóveis podem
ser regularizados, em que
condições e os que não podem sofrer esta regularização.
Ela propõe, por
exemplo, regularizar àquelas edificações em que o
proprietário depois de já
ter aprovado a planta, construído e obtido o habite-se, resolve
promover
reforma, alterando a forma original e não comunica a prefeitura,
tornando a
edificação irregular. Ou mesmo aquele que aprovou a planta,
mas não requereu
o visto de conclusão. Ela também propõe a regularização
de imóveis que foram
feitas sem a supervisão de um engenheiro e também a aprovação
de planta.
A difusão da lei já levou ao setor de Controle
e Fiscalização da Secretaria
Municipal de Obras diversos contribuintes com imóveis nesta situação
e que
tem interesse em regularizar suas edificações e querem aproveitar
a
oportunidade. A Lei tem validade de um ano.
Para o Presidente do IPPLAP (Instituto de Pesquisas e
Planejamento de
Piracicaba), João Chaddad, é uma lei importante, já
que permite que as
pessoas possam regularizar suas edificações, resolvendo
o problema de muitos
contribuintes piracicabanos. "A regularização facilita
muito casos de
herança e testamentos". Chaddad lembra, porém, que
é necessário frisar que a
lei não regularizará uso e as atividades desenvolvidas nas
edificações, mas
apenas o aspecto físico do prédio.
Para Luís Antônio Pereira Santos, Diretor
do Departamento de Controle e
Fiscalização da Secretaria Municipal de Obras, é
importante promover esta
regularização, já que se estima que 50% das edificações
em Piracicaba são
irregulares. "Quando alguém loca ou compra um imóvel
para abrir uma empresa,
por exemplo, e este está irregular, fica inviabilizada autorização
para
empresa nesta edificação. É todo um processo a se
resolver."
Para fazer a regularização, o proprietário
necessita saber se seu imóvel é
passível de regularização, informação
que pode ser obtida na Secretaria de
Obras (Semob). Com este dado em mãos, o proprietário deve
contratar um
engenheiro ou arquiteto e juntar os seguintes documentos: uma cópia
da
matrícula do imóvel, expedida ao menos nos últimos
seis meses; uma cópia da
1ª folha do IPTU, uma cópia do CPF, 1 cópia do comprovante
do endereço, além
de duas vias do memorial descritivo, de requerimento solicitando a
regularização e de uma declaração que faz
parte da Lei. O modelo destes três
documentos está disponível no site da Semob: www.semob.piracicaba.sp.gov.br.
Após a reunião destes documentos, o próximo passo
é se dirigir ao
Departamento de Controle e Fiscalização da Secretaria de
Obras.
Fontes:
Centro de Comunicação Social
Sabrina Rodrigues Bologna: 31.076
http://www.weno.com.br/blog/archives/2007_01.html
Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Piracicaba

17/09/08 - Política Ambiental
Agricultura sustentável/Transgênicos
1. Excluir do cardápio da merenda escolar e dos
serviços de saúde, alimentos contendo organismos
geneticamente modificados (OGMs);
2. Exigir que bares, restaurantes e lanchonetes informem a seus clientes
sobre a utilização de alimentos
contendo OGMs na formulação de seus pratos;
3. Exigir a rotulagem e identificação de produtos alimentícios
contendo OGMs, que permita ao consumidor
a correta informação sobre o que está consumindo;
4. Exigir que os supermercados criem áreas específicas para
a comercialização de produtos contendo
OGMs;
5. Oferecer condições especiais para a comercialização
da produção agrícola orgânica;
6. Proibir o plantio de quaisquer variedades transgênicas no âmbito
municipal.
Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/plataforma2008/

Ciro Marcondes - email: ciroeng@bol.com.br
|