Dicas de Segurança
Trabalho em altura, cinto de Segurança, sistemas de ancoragem

Em todas as atividades com o risco de queda, o trabalhador deve utilizar o cinto de segurança do tipo
paraquedista, dotado de dispositivo trava-quedas e ligado a cabo-guia, independente da estrutura do
equipamento. Os Sistemas de Ancoragem devem ser projetados pelo profissional legalmente habilitado
(engenheiro) e estarem fixados em elemento estrutural. O Sistema deve suportar uma carga de 1.200 kgf
e ser utilizado exclusivamente para a ancoragem do cabo de segurança e dos equipamentos.


Fonte: feticom-sp

Valorize seu imóvel

Se você pretende negociar sua casa ou mesmo um terreno uma boa dica é ter os documentos regularizados.
Na negociação de qualquer imóvel, um dos primeiro fatores a ser analisado é o da documentação!
Documentação irregular muitas vezes inviabiliza um negocio. Todo imóvel possui um documento de posse
que pode ser uma matrícula, uma transcrição (documento antigo de posse) ou documentos emitidos pelo
INCRA em caso de imóveis rurais. Uma matrícula regularizada tem que ter todas as medidas, os ângulos
e descrever a área superficial do terreno. Em caso de imóveis com construção é necessário também estar
averbado (registrado) na matricula a área construída. Somente tem a posse plena de um imóvel quem tem
seu nome registrado na matricula, através de uma escritura. Para consultar a situação de seu imóvel é
necessário ir até o cartório de registro de imóveis onde é pesquisado o documento de posse através do
endereço de correspondência.


fontes: google imagens


A Lei que ninguém tem coragem de fazer

Se você olhar para os rios mais poluídos vera sempre uma garrafa pet ou um copo plástico boiando!
É sabido que o plástico demora milhares de anos para se degradar, ocasionando grande impacto ao meio
ambiente, matando peixes, plantas. Esses materiais podem ser reutilizados de diversas formas, mas como
tem baixo valor comercial sua reutilização é praticamente nula. Mas as grandes industrias produzem milhões
de unidades desse material por ano, não tem a menor preocupação com sua reutilização e lucram muito com
a desgraça de nosso planeta. Então porque não se cria uma lei que obrigue quem fabrica matérias plásticos
a recicla-los, sob pena de multa para quem não o fizer! Se uma industria produz um milhão de unidades de
copo plásticos, por exemplo, seria obrigado a reciclar dez porcento. Imagine o impacto sócio ambiental
disto! Com uma lei destas o plástico teria seu valor comercial elevado, incentivaria sua reciclagem, criando
empregos e renda, assim como é feito hoje com o alumínio (latas de refrigerante e cerveja por exemplo).
Nosso rios e mares agradeceriam muito!


Uma esperança para nossos rios e mares, camisetas feitas a partir de garrafas pet recicladas,
entenda o processo
:
Reciclagem:
As garrafas feitas de PET pós-consumo são recolhidas pelos “catadores” de rua;
São retirados os rótulos e tampas, depois lavadas e separadas por cor;
Passam então por um processo de secagem e são moídas, transformando-se em pequeninos pedaços de
plástico picados e descontaminados, chamados de “flakes”;
É feita um fusão numa temperatura em torno de 360 graus e depois de fundido, o material é triturado e as
impurezas sólidas são retiradas;
Esse material é triturado e colocado na forma de “chips”, que são grãozinhos milimétricos;
Depois de todo esse processo, a matéria é encaminhada para uma fábrica onde será feita a fibra;
É retirada a umidade e feita nova fusão, o material fundido passa por fieiras onde são feitos os filamentos;
É feita uma estiragem para confecção do fio que pode ser cortado em vários tamanhos;
Pronto, será feita a fibra de PET. A garrafa que foi jogada fora se transformou num tecido muito macio!
Por que usamos a malha de pet em nossas camisetas:
O tecido tem a mesma qualidade e resistência do algodão e a malha é super confortável;
A garrafa que ia para o lixo vira matéria prima para fabricação da malha, diminuindo a utilização de
bicombustível;
A reciclagem diminui a poluição, pois cada garrafa PET demora em torno de 450anos para biodegradar;
Geração de emprego para comunidades carentes. (Calcula-se que mais de 200mi famílias vivem da captação
de produtos recicláveis;
A camiseta PET agrega valores para toda a sociedade, pois incentiva o consumo sustentável.
Vantagens dos produtos ecológicos
01 – Produto 100% ecológico
02 – Roupas super confortáveis
03 – Durabilidade
04 – Lavagem e secagem extremamente rápida
05 – Quantidades de cores sem precedentes
06 – Mil e uma utilidades para estamparia, ou tingimento
07 – Aumento da auto-estima do usuário
08 – Garante muitos empregos
09 – Conscientização do indivíduo com a reciclagem
10 – E o mais importante colabora com o planeta


Fonte:
http://www.camisetadepet.com.br/blog/

Retificação de matrícula de imóveis.

Todo imóvel possui um documento de posse, transcrição ou matrícula, arquivado nos cartório de registro de
imóveis de cada cidade. A transcrição é um documento antigo, não mais aceito hoje. Já a matrícula só é
aceita se possuir todas as medidas, ângulos e a área correta. Existem muitos casos em que a matrícula
possui dados imprecisos como ausência de ângulos (em terrenos irregulares), ausência da área total do
terreno, diferença de medidas com o documento de um confrontante (vizinho). Nesse caso é necessário
fazer a retificação da matrícula do imóvel. A retificação pode ser a inclusão dos ângulos, caso a área esteja
correta ou pode ser a retificação completa do imóvel. Nos dois casos é necessário um projeto, a ser
elaborado por um profissional da área (Engenheiro Civil ou Agrimensor), onde constem todas as medidas,
todos os ângulos além da área. No caso da retificação completa também é necessário a anuência
(concordância) dos confrontantes, podendo a retificação completa ser administrativa ou judicial, judicial
quando há divergências entre de medidas entre vizinhos.


Comissão aprova metas de redução da emissão de gases de efeito estufa

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDC)
11/07, que obriga o Brasil a assumir metas de redução das emissões de gases que provocam o aquecimento
global, até 2020, em foros internacionais, como a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas (COP-15), marcada para o próximo mês, na Dinamarca. O percentual de redução deverá ser
equivalente à quantidade de seqüestros de carbono que o País tenha deixado de fazer em consequência do
corte de florestas nativas, desde 1990. Na reunião da COP-15, no entanto, no lugar de metas, o governo
brasileiro deve apresentar apenas uma carta de intenções como "esforço voluntário" para combater o
aquecimento global. Se o projeto de decreto legislativo já tivesse virado lei, o governo teria que levar metas
específicas de redução de CO2 para a Conferência da ONU. A proposta determina ainda que o governo
brasileiro adote medidas que induzam mudanças econômicas e tecnológicas para diminuir as emissões de
carbono. Prevê ações cooperativas para enfrentar mudanças climáticas globais e propõe elaborar um Plano
Nacional de Contenção das Emissões de Carbono. A matéria será analisada ainda pela Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, segue para o Plenário.


Fonte: http://www.mendesthame.com.br/noticias/not051.html


Programa de regularização de calçadas de Piracicaba.

A prefeitura municipal, através do IPPLAP – Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba esta
lançando um programa para a regularização das calçadas da cidade. Foi elaborado um panfleto com noções
básicas e um manual com todas as informações sobre o assunto. Em Piracicaba existe uma lei que dispõe
sobre calçadas (lei complementar 240/09), que segue a norma de acessibilidade 9050/2004 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas. O mau uso ou as más condições das calçadas pode ocasionar penalidades
conforme a lei 206/2007. Manter sua calçada em boas condições é uma obrigação além de um ato de
cidadania, participe!


Dicas para se construir com inteligência e planejamento

Se você pensa em iniciar uma construção faça um planejamento antes e reduza seus problemas. Num
projeto de construção tudo é exato e pode ser quantificado: Escavação, forma, concreto, aço, alvenaria
(tijolos), esquadrias (janelas, portas), revestimentos (chapisco, emboço, pisos, azulejos, pintura), instalações
elétricas, instalações hidráulicas, louças (pias vasos sanitários), acessórios metálicos (maçanetas, dobradiças)
, cobertura (telhas, tesouras de madeira..) e até mesmo os impostos Levantando-se todos os valores faz-se
um planejamento utilizando como base o tempo de duração e o valor a ser desembolsado em cada fase da
construção. Como resultado final produz-se uma planilha que informara o valor a ser gasto a cada mês e os
itens a serem cumpridos naquele mês, tendo no final o valor total a ser desembolsado na construção e o
tempo gasto para realizá-la.


PONTE/VIADUTO PARA A AVENIDA PIRACICAMIRIM

Um dos pontos de maior congestionamento em Piracicaba fica no cruzamento das Avenidas Piracicamirim
e Alberto Vollet Sachs na rotatória, juntamente com o Córrego Piracicamirim, chegando o congestionamento
a atingir quase um kilometro. Gostaria de sugerir a implantação de um viaduto/ponte onde por passagem
superior a Avenida Piracicamirim transpusesse o córrego, a Av. Alberto V. Sachs e a rotatória. Por baixo
(passagem inferior) além dos dois sentidos normais também ficariam os acessos e o retorno da Av. Alberto
V. Sachs.


MELHORIA DO TRÂNSITO NO BAIRRO ALTO

Gostaria de sugerir a abertura de mais uma passagem na Avenida Independência para melhorar o trânsito
do bairro alto. Atualmente neste bairro temos como vias de escoamento sentido centro-bairro as Ruas
Dom Pedro I, Moraes Barros e a Avenida Independência. Todas essas vias têm trânsito pesado e
complicado nos horários de saída e entrada de trabalho. Penso que fosse aberto o cruzamento da
Rua Dr. Otavio Teixeira Mendes com a Avenida Independência (com a implantação de um semáforo)
teríamos um melhor direcionamento do fluxo de veículos. Com essa modificação facilitaria o escoamento
de veículos das escolas Dom Bosco e Sud Minucci, abriria um novo corredor de veículos ao lado da
Avenida Piracicamirim e aliviaria as demais vias sentido centro-bairro. Moro na Rua Dom Pedro I e tem
dias que a fila de carros para transpor a Avenida Independência chega a quatro quadras, somente na via.

Prorrogada Lei de regularização de imóveis.

Foi prorrogada pela Câmara Municipal de Vereadores de Piracicaba a Lei Complementar nº. 218, que
dispõe sobre regularização de edificações irregulares. Com essa lei é possível regularizar abrigos para
veículos que ocupem toda a frente do terreno (exceto nos corredores comerciais), ampliações e
construções sem “habitesse”. Para a regularização é necessária a elaboração de um projeto simplificado
com o perímetro e a área da construção que deve ser elaborado por um profissional da área de construção.
É necessário também o pagamento da taxa de ISS (Imposto sobre serviços) a prefeitura. Aproveite!!!!!


''Custo da poluição'' é de R$ 14 por segundo

Os custos da poluição, pela primeira vez, foram mapeados fora das fronteiras de São Paulo. Estudo obtido
pelo Estado mostra que são R$ 14 gastos por segundo (R$ 459,2 milhões anuais) para tratar sequelas
respiratórias e cardiovasculares de vítimas do excesso de partícula fina - poluente da fumaça do óleo diesel . O valor é dispensado por unidades de saúde públicas e privadas de seis regiões metropolitanas do País.
A mesma pesquisa, produzida pelo Laboratório de Poluição da USP e seis universidades federais, mostra
que, além dos paulistas, respiram ar reprovado pelos padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS)
as regiões do Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Recife. "A poluição não é mais privilégio de
São Paulo e os impactos são diretos na saúde cardiovascular do brasileiro", diz Antônio Carlos Chagas,
presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
Pelo ensaio científico, 8.169 pessoas são internadas anualmente com problemas cardíacos atribuídos à
partícula fina. Paulo Saldiva, coordenador do Laboratório de Poluição da USP, explica que a substância
funciona "como uma espécie de Sedex de outras impurezas no organismo e é um dos poluentes que mais
afeta a saúde".
Os dados mostram ainda que obter o título de maior frota de veículos do Brasil também rende liderança
ainda mais expressiva na categoria "prejuízos". São Paulo concentra 61% das mortes relacionadas à poluição,
apesar de responder por 57% da quantidade de carros que existe nos locais estudados.
Além do excesso de gases tóxicos emitidos pelos escapamentos, outro fator que contribui para o primeiro
lugar paulista, avaliam os especialistas, é a produção científica sobre os males da poluição. Ensaios recentes
já produziram um inventário sobre os problemas em decorrência dos gases em São Paulo. As publicações
associam que desde o trato respiratório é afetado - com asma, bronquite e sinusite -, passando pelo sistema
cardiovascular, atingindo as funções metabólicas (diabete, pressão alta) e chegando até ao sistema reprodutivo,
com associação à infertilidade.
As pesquisas em São Paulo incentivaram a produção em outras metrópoles. O cardiologista Evandro Mesquita,
da Universidade Federal Fluminense, começou a cruzar os dados de arritmia e enfarte em dias marcados pelo
excesso de poluentes. Quando o Instituto do Coração de SP (Incor) fez teste parecido no ano passado, encontrou
aumento de 11% de morte por ocorrência cardíaca.
No Rio, a pesquisa da USP mostra que são 1.434 pacientes do coração internados por ano. A reportagem teve
acesso ao estudo na ação civil pública que o Ministério Público de São Paulo move contra a Petrobrás e 13
montadoras de veículos pedindo indenização para vítimas da poluição. Segundo o promotor do Meio Ambiente
do MP, José Isamel Lutti, o valor indenizatório terá "como parâmetro" a pesquisa.
Além das internações, também foram calculadas as mortes nas regiões: 11.559 pessoas com mais de 40 anos
(31 vidas por dia).
A Petrobrás, por meio de assessoria de imprensa, informou que não foi notificada sobre a ação, ajuizada em
março deste ano.


MORTES E CUSTOS
São Paulo: 7.187 mortes/ano e R$ 335 mil com internação
Rio: 2.975 mortes e R$ 68,7 milhões
Porto Alegre: 722 mortes e R$ 27,6 milhões
Curitiba: 389 mortes e R$ 15,9 milhões
Belo Horizonte: 180 mortes e R$ 9,7 milhões
Recife: 106 mortes e R$ 2,6 milhões

Fontes:
Fernanda Aranda e Alexandre Gonçalves
www.google.com

DIVISÃO DE TERRENOS – DESDOBRO

É possível transformar um terreno em dois, através de um processo chamado de desdobro de área.
Primeiramente é preciso fazer a análise do tamanho do terreno e de sua localização no macro zoneamento
da cidade. Sendo possível é preciso contratar um profissional da área (engenheiro ou arquiteto) que irá
elaborar um projeto requisitando a prefeitura o desdobro (divisão) da área. Com a certidão de desdobro
emitida pela prefeitura é necessário requisitar ao cartório correspondente ao endereço do imóvel o
encerramento da matricula antiga e a abertura de duas novas matriculas para os dois novos terrenos criados.


PLANEJAMENTO E NORMAS PARA CONSTRUÇÃO

São varias as condicionantes para o inicio de uma construção. Primeiro passo é contratar um profissional
habilitado (engenheiro ou arquiteto) que ira projetar a edificação. O custo da construção é calculado
multiplicando-se a área total pelo valor do metro quadrado de construção da região. Por exemplo, se a
área de construção for 100 metros quadrados multiplicando-se pelo valor da região de Piracicaba
(R$749,80/m2) teremos uma construção de R$74.980,00.
O segundo passo é conseguir junto à prefeitura da cidade um alvará de construção (também obtido
através de um profissional) onde o projeto terá q obedecer às restrições construtivas da legislação vigente.
Essas restrições variam de acordo com a localização do imóvel. Em Piracicaba temos as leis de normas
para edificações, plano diretor de desenvolvimento, lei de uso, ocupação e parcelamento do solo.
Com o projeto aprovado e o alvará em mãos é possível contratar mão de obra e quantificar materiais
para inicio da construção.


CUSTO DO METRO QUADRADO DE CONSTRUÇÃO NA REGIÃO SUDESTE

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil efetua a produção de custos e
índices da construção civil, a partir do levantamento de preços de materiais e salários pagos na construção
civil, para o setor habitação. A partir de 1997 ocorreu a ampliação do Sistema, que passou a abranger o
setor de saneamento e infra-estrutura. Tem como unidade de coleta os fornecedores de materiais de
construção e empresas construtoras do setor. O Sistema é produzido em convênio com a Caixa Econômica
Federal - CAIXA. Para os dados sobre saneamento e infra-estrutura estão disponíveis somente os relativos
a preços. A pesquisa foi iniciada em 1969 para o setor de habitação e em 1997, para o de saneamento e
infra-estrutura.



Fonte:
1 - IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da
Construção Civil.
2 - Google Imagens

Vantagens da reciclagem do Alumínio.

No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio para bebidas movimentou em um ano cerca de R$ 1,8 bilhão.
Somente a etapa de coleta (compra de latas usadas) injetou cerca de R$ 523 milhões na economia nacional,
o equivalente à geração de emprego e renda para 180 mil pessoas.

Além dos benefícios sociais e econômicos, esse processo é reconhecidamente benéfico ao meio ambiente.
O processo de reciclagem de latinhas libera somente 5% das emissões de gases causadores de efeito estufa,
quando comparado à produção de alumínio primário.

Pelos cálculos da Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e da Abralatas, ao substituir um volume
equivalente de alumínio primário, a reciclagem de 160,6 mil toneladas de latinhas proporcionou uma
economia de 2.329 GWh/ano de energia elétrica ao país, o suficiente para abastecer, por um ano inteiro,
uma cidade com mais de um milhão de habitantes, como Campinas (SP).

“Estamos absolutamente felizes em manter essa hegemonia”, disse Henio De Nicola coordenador da
Comissão de Reciclagem de Abal.Ele ressalta, entretanto, que o potencial de crescimento nesse campo
é muito maior. Na Inglaterra, a lata de alumínio é a embalagem de 66% da cerveja comercializada
naquele mercado. No Brasil, menos da metade: 32%.
Da mesma forma, nos Estados Unidos, 56% dos refrigerantes são acondicionados nelas. No Brasil,
apenas 8%. A preferência aqui é pelas famigeradas garrafas PET, felizmente também cada vez mais
destinadas à reciclagem.

Fontes:
1 - Amanda Donegá, estudante 5ºsemestre do curso de ciências biológicas.
na Universidade Metodista de Piracicaba (texto)
2 - http://www.google.com.br/ (fotos)

Brasil é campeão em reciclagem de latas de alumínio para bebidas

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta
Reciclabilidade (Abralatas) divulgam todo ano o Índice Nacional de Reciclagem de Latas de Alumínio para
Bebidas. Pelo levantamento das entidades, o Brasil lidera mundialmente, a reciclagem de latas de alumínio
para bebidas, com um percentual de 96,5% do total comercializado no mercado interno. Os números
impressionam: foram recicladas 160,6 mil toneladas de sucata de latas, o que corresponde a 11,9 bilhões
de unidades - 32,6 milhões por dia ou 1,4 milhão por hora.
O segundo colocado no ranking é o Japão, com 92,7% de reciclagem, que lá é obrigatória por lei, e, em
terceiro, ficou a Argentina, com 90,5%.
Há quatro anos, o índice desse vizinho brasileiro era de aproximadamente 60%. “A crise econômica na
Argentina destacou as oportunidades e vantagens de reciclar o alumínio”, disse o coordenador da Comissão
de Reciclagem de Abal, Henio De Nicola.
Ele reconhece que boa parte da performace brasileira nesse quesito deve-se à desigualdade econômica
reinante no país, quadro que impulsiona um significativo contingente de menor poder aquisitivo a complementar
a própria renda por intermédio do “valor agregado que o alumínio tem”. Isso quando a renda não vem inteiramente
dessa atividade de coleta e posterior comercialização das latas.
Isso não diminui, contudo, o mérito brasileiro em investir na reciclagem, se posicionando na vanguarda desse
processo. Apesar desse índice superior a 96% do que foi lançado no mercado interno, a Indústria do Alumínio
ainda importa sucata de latas de outros países, comprando do México e dos Estados Unidos, por exemplo.
Isso porque a Indústria brasileira não se limita mais a fazer novas latas de latas usadas. “Uma parte das recicladas
hoje vira liga para o setor siderúrgico, entre outros usos industriais”.


Fonte:
1 - Amanda Donegá, estudante 5ºsemestre do curso de ciências biológicas.
na Universidade Metodista de Piracicaba (texto)
2 - http://www.google.com.br/ (fotos)

CONTRIBUA COM A SAÚDE DA NOSSA CIDADE
Combater a dengue é dever de todos!

A dengue é uma doença causada por vírus e transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Seus ovos são
depositados em água limpa e parada, que viram larvas, e em apenas oito dias, novos mosquitos saem voando.

A doença é muito séria e os sintomas da doença são febre alta, dor de cabeça, dor nos olhos, náuseas, fadiga, falta
de apetite, dor nas juntas, manchas avermelhadas na pele, sangramento da gengiva e nariz (em alguns casos).

VERIFIQUE EM SUA CASA.

Vasos e plantas
Elimine ou fure todos os pratos de vasos e xaxins. Lave os pratos das plantas de três em três em dias.

Pneus e Garrafas
Pneus velhos: fure-os e guarde em local coberto, protegido da chuva. Garrafas velhas devem estar sempre vazias e de cabeça para baixo.

Bebedouros de animais
Se tiver animais, lave os depósitos de água com escova ou bucha e troque a água a cada dois dias.

Entulhos
Todo o material que acumule água, deve ser colocado no lixo.
As latas de lixo devem estar tampadas e em lugar coberto, pois a tampa pode servir de criadouro.

Calhas e Lajes
Mantenha limpas as calhas, lajes e piscinas. Estes locais necessitam de cuidados especiais. Isto evita que estes locais se tornem criadouros.

Caixas d'água e cisternas
Caixas d'água, tambores, poços e cisternas devem ficar bem fechados e sem frestas. Colocar uma tela no cano do respiro (ladrão).

O Rio Piracicaba – Passado e Futuro

Por volta de 1960, o governo paulista decide reforçar o abastecimento de água da Região Metropolitana
de São Paulo e construiu o Sistema Cantareira, reduzindo o nível de água do rio e de seus afluentes.
Por volta de 1980, a industrialização e metropolização de Campinas levam a uma crescente contaminação
das águas já escassas do Piracicaba e o rio chega ao século 21 como um dos mais contaminados do país.
Nos últimos anos, a criação de grupos de pressão, maior fiscalização e negociações quanto à reversão
das águas feita pelo Sistema Cantareira, além da construção de estações de tratamento de esgoto em
algumas cidades, evitaram que o quadro se agravasse ainda mais, porém, o Piracicaba continua registrando
águas impróprias para consumo humano e animal em grande parte do seu curso.
A navegação no Piracicaba poderá ser retomada com a construção de uma barragem próxima à foz do rio,
em Santa Maria da Serra, que possibilitaria a navegação do rio até as proximidades da cidade de Piracicaba
e interligaria a região de Campinas à Hidrovia Tietê Paraná, porém, o projeto ainda não possui previsão de efetivação.


Fonte: Amanda Donegá, estudante 4ºsemestre do curso de ciências biológicas na Universidade Metodista de Piracicaba.


O Rio Piracicaba – formação e historia

O Rio Piracicaba é um rio brasileiro do Estado de São Paulo. É o maior afluente em volume de água do rio
Tietê. É também um dos mais importantes rios paulista e responsável pelo abastecimento da Região
Metropolitana de Campinas e parte da Grande São Paulo. A Bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba
estende-se por uma área de 12.000 km², situada no sudeste do Estado de São Paulo e extremo sul de
Minas Gerais. O Rio Piracicaba nasce da junção dos rios Atibaia e Jaguari, no município de Americana.
Após atravessar a cidade de Piracicaba, recebe as águas de seu principal afluente, o rio Corumbataí. O
rio Piracicaba percorre mais de 100 km de sua formação até a sua foz no rio Tietê, entre os municípios
de Santa Maria da Serra e Barra Bonita. O Piracicaba possui diversos meandros, que transformam o
leito sinuoso, porém tranqüilo, apto para a navegação de embarcações de menor porte após a cidade
de Piracicaba. Seus meandros são a origem do nome do rio, que em tupi significa "lugar onde o peixe pára".
A Bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba localiza-se numa das regiões mais desenvolvidas do Estado de
São Paulo, abrangendo importantes municípios, como Bragança Paulista, Campinas, Limeira, Americana,
Atibaia, Rio Claro, Santa Bárbara d'Oeste e Piracicaba. Foi utilizado como rota fluvial de acesso ao Mato
Grosso e Paraná no século 18 e cidades como Piracicaba foram fundadas nas suas proximidades. Ao
longo dos séculos 19 e 20, o rio foi utilizado como rota de navegação de pequenos vapores e como fonte
de abastecimento para engenhos e fazendas de cana-de-açúcar e café.

Fonte: Amanda Donegá, estudante 4ºsemestre do curso de ciências biológicas.
na Universidade Metodista de Piracicaba.


Futuro Preocupante

A região do Cantareira enfrentou nos últimos anos, principalmente no período de 1998 a 2003, uma intensa
estiagem, com diminuição dos índices pluviométricos e conseqüente queda dos níveis dos reservatórios do
Sistema Cantareira. Em novembro de 2003, o momento mais crítico deste período, o Sistema Cantareira
atingiu o alarmante nível de quase 1% de armazenamento e colocou em risco o abastecimento público de
quase metade da população da Região Metropolitna de São Paulo (RMSP). Até hoje, os reservatórios
ainda não se recuperaram dos impactos da estiagem, já que em junho de 2007, três anos depois, o nível
do Sistema Cantareira estava em 45%, o mais baixo dos sistemas produtores da RMSP.
Soma-se a este retrato a baixa cobertura de serviços de coleta e de tratamento de esgoto nos municípios
da região. De acordo com informações das prefeituras da região, vários municípios destinam os esgotos
coletados aos rios e córregos que alimentam o sistema, sem nenhum tratamento prévio. Por enquanto, a
urbanização ainda não é intensa o suficiente para comprometer de forma definitiva os corpos d’água da
região. Porém, a piora na qualidade da água já pode ser verificada em quase todos os principais tributários
da bacia. Com as tendências que se apresentam e se tal situação se perpetuar, o Sistema Cantareira corre
o risco de passar a conviver com os mesmos problemas dos mananciais urbanos da RMSP, como a
Guarapiranga e a Billings.
É importante e urgente que os órgãos responsáveis pela gestão desta região, sejam os órgãos municipais,
estaduais ou federais, assim como as organizações da Sociedade Civil, passem a olhar para o Sistema
Cantareira de forma integrada e implementem ações que garantam vida longa a este manancial estratégico
para toda a RMSP.


Fonte: http://www.mananciais.org.br/site/mananciais_rmsp/cantareira

Sistema Cantareira – Uso e ocupação do solo, preocupante!

A região do Sistema Cantareira, que já foi predominantemente rural, passou por intensas mudanças desde
a construção dos reservatórios, que juntamente com as rodovias que cortam a região, ajudaram a modificar
a configuração socioeconômica dos municípios e, conseqüentemente, o meio ambiente como um todo.
Os dados de uso e ocupação do solo em 2003 mostram que a região é extremamente alterada por usos
humanos, que ocupam 73% do território, principalmente por campos antrópicos, que abrangem 51,6% de
toda a área do Sistema Cantareira. Ao mesmo tempo, restam apenas 21% do território cobertos por
vegetação remanescente da Mata Atlântica, em seus estágios inicial, médio e avançado de regeneração.
Os dados são preocupantes, já que a região é de extrema importância para o abastecimento de toda a
Região Metropolitana de São Paulo assim como para a região de Campinas e Piracicaba. A distribuição
destas categorias de uso do solo tende a se manter, já que estão em expansão na região os usos industriais
e urbanos e a silvicultura. Estas atividades exercem forte pressão sobre os recursos hídricos da região,
seja pela demanda de água que geram, seja pela forma de uso e ocupação do solo que impõem à região,
muitas vezes comprometedora da produção de água com boa qualidade e em quantidade. Na confluência
das Rodovias Dom Pedro I e Fernão Dias instalaram-se diversas indústrias, principalmente nos municípios de
Atibaia, Bragança Paulista e Extrema (MG). Além da localização privilegiada para a instalação de empresas,
a proximidade com a Região Metropolitana de São Paulo faz com que a região, em especial a área dos
mananciais, caracterizadas por belas paisagens, seja extremamente atraente para o mercado imobiliário.
Proprietários rurais vêm vendendo suas terras para especuladores imobiliários, que as transformam em sítios,
chácaras e condomínios destinados aos turistas de fim de semana ou aos que desejam morar em locais com
maior qualidade de vida e manter o emprego nos centros urbanos, principalmente na RMSP. Estes empreendimentos imobiliários têm consolidado um processo crescente de ocupação do solo no entorno dos reservatórios e em
toda a região, causando aumento dos danos ambientais.

Fonte: http://www.mananciais.org.br/site/mananciais_rmsp/cantareira

Sistema Cantareira de captação de águas

O Sistema Produtor de Água Cantareira é considerado um dos maiores do mundo. Sua área total tem
aproximadamente 227.950 hectares (2.279,5 Km²), e abrange 12 municípios, sendo quatro deles no estado
de Minas Gerais (Camanducaia, Extrema, Itapeva e Sapucaí-Mirim) e oito em São Paulo (Bragança
Paulista, Caieiras, Franco da Rocha, Joanópolis, Nazaré Paulista, Mairiporã, Piracaia e Vargem). É
composto por cinco bacias hidrográficas e seis reservatórios interligados por túneis artificiais subterrâneos,
canais e bombas, que produzem cerca de 33 m3/s para o abastecimento da RMSP, o que corresponde a
quase metade de toda a água consumida pelos habitantes da Grande São Paulo. Para produzir esta
quantidade de água, o Sistema Cantareira faz a transposição entre duas bacias hidrográficas, importando
água da Bacia do Piracicaba para a Bacia do Alto Tietê. A água produzida pelo Sistema Cantareira abastece
8,8 milhões de pessoas das zonas norte, central, parte da leste e oeste da capital e dos municípios de Franco
da Rocha, Francisco Morato, Caieiras, Osasco, Carapicuíba e São Caetano do Sul e parte dos municípios de
Guarulhos, Barueri, Taboão da Serra e Santo André. Dos 33m3/s produzidos pelo sistema, apenas 2m3/s
são produzidos na Bacia do Alto Tietê, pelo rio Juquery. Dos 31m3/s produzidos na Bacia do Piracicaba,
22m3/s vêm dos reservatórios Jaguari-Jacareí, cujas bacias estão inseridas majoritariamente no estado de
Minas Gerais. Além deles, as nascentes dos principais tributários do Rio Cachoeira estão localizadas em
Minas Gerais, o que faz com que cerca de 45% da área produtora de água para o sistema esteja em
território mineiro.



Fonte: http://www.mananciais.org.br/site/mananciais_rmsp/cantareira

MATA ATLÂNTICA EM PIRACICABA

Apenas 1% da mata nativa, dos 44% que compunham a cidade está em pé. A outra parte era composta
por cerrado. É o que indica o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, produzido pela
Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais –
INPE, que contabiliza somente áreas verdes em estágios médios e avançados. “As áreas que começaram a
ser recompostas recentemente não entraram no levantamento”, observa Marcia Hirota, diretora de Gestão
do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do Atlas.

Os dados são de 2000-2005 e mostram que o bioma está reduzido a 7,26% de sua área original: 1,3 milhão de km² em 17 estados brasileiros. O trabalho também inclui os mapas consolidados para os estados da Bahia, Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco e Sergipe, e a avaliação de 2005-2007 dos municípios mais críticos no período 2000-2005. “Os dados apresentados para o período de 2000-2005 confirmam a redução de 69% na taxa de desmatamento comparada com o período anterior, fato que deve ser comemorado, mas a avaliação recente indica aumento no ritmo de desmatamento nos dois últimos anos, que é muito preocupante”, alerta Marcia.

Com base nos levantamentos realizados nas quatro edições do atlas e tendo em vista a representatividade para a manutenção da biodiversidade, as informações mostram que a área original do bioma está reduzida a 7,26%, ou seja, 97.596 km². Este número totaliza os fragmentos acima de 100 hectares , ou 1km², distribuídos em 17.875 polígonos, e têm como base o mapeamento de 98% do bioma Mata Atlântica, ou 16 dos 17 Estados onde ocorre (PE, AL, SE, BA, ES, GO, MS, MG, RJ, SP, PB, SC, RS, CE, PR, RN e PI), incluindo dados levantados pela ONG Sociedade Nordestina de Ecologia nos estados de CE, PE e RN. Apenas o Piauí não teve a área da Mata Atlântica avaliada. Marcia Hirota explica que não entraram na pesquisa áreas menores que três hectares. “Alguns municípios podem ter mais áreas verdes do que o levantado, mas altamente fragmentadas”

A preocupação com a fragmentação do bioma está no fato de ela perder a capacidade de proteção da biodiversidade existente e comprometer os recursos hídricos. Somando todos os fragmentos acima de três hectares, existem hoje na Mata Atlântica 234.106 polígonos, que totalizam 142.472 km², ou seja, 10,6% de florestas nativas. “Mais de 25 mil polígonos são menores do que cinco hectares, o que reforça a importância dos esforços na restauração florestal da Mata Atlântica. Devido à extrema fragmentação de alguns trechos, principalmente nas regiões interioranas, a interligação entre as florestas nativas torna-se primordial para garantir a proteção da biodiversidade deste bioma”, explica.

Em Piracicaba, com a criação do viveiro de muda da Fundação Educacional e Cultural do Meio Ambiente Elvira Guarda Mascarim, apoiado pela SOS Mata Atlântica, em meados do primeiro semestre, a expectativa da fundação é acelerar o processo de recomposição da mata, em parceria com o agronegócio. “Nosso objetivo inicial é recuperar as matas ciliares e as Áreas de Preservação Permanente (APPs)”, afirma.

Para ela, um novo levantamento a ser realizado em 2010 deve identificar os resultados desse trabalho.

Fontes:
Foto: Daniel Damasceno
http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=650


MATA ATLÂNTICA – NOSSS PATRIMÔNIO

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DA REGIÃO

A mata atlântica originalmente percorria o litoral brasileiro de ponta a ponta. Estendia-se do Rio Grande do
Norte ao Rio Grande do Sul, e ocupava uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados. Tratava-se da
segunda maior floresta tropical úmida do Brasil, só comparável à Floresta Amazônica.
O grande destaque da mata original era o pau-brasil, que deu origem ao nome do nosso país. Alguns
exemplares eram tão grossos que três homens não conseguiam abraçar seus troncos. O pau-brasil hoje é
quase uma relíquia, existindo apenas alguns exemplares no Sul da Bahia.
Atualmente da segunda maior floresta brasileira restam apenas cerca de 5 % de sua extensão original. Em
alguns lugares como no Rio Grande do Norte, nem vestígios. Hoje a maioria da área litorânea que era coberta
pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos e agricultura. Porém, ainda restam manchas da
floresta na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no sudeste do Brasil.
O aparecimento da Serra-do-Mar e da Mantiquiera datam da separação entre o continente Americano e
Africano. No pricípio eram altas montanhas e só com os milhões de anos de erosão conseguiram suavisar
essas rochas de formação antiga que sustentam o continente sulamericano. Concomitantemente evoluíram
as linhagens de plantas que originaram a Mata Atlântica. Nesta época também desenvolveram-se insetos,
aves e mamíferos fazendo com que hoje fauna e flora se combinem rica e complexamente.
Área total original: aproximadamente 1,3 milhão de km2.

Área total atual: aproximadamente 52.000 Km2.

CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE EM QUE SE DESENVOLVE A VEGETAÇÃO

A Mata Atlântica compreende a região costeira do Brasil. Seu clima é equatorial ao norte e quente temperado sempre úmida ao sul, tem temperaturas médias elevadas durante o ano todo e não apenas no verão. A alta pluviosidade nessa região deve-se à barreira que a serra constitui para os ventos que sopram do mar. Seu solo é pobre e a topografia é bastante acidentada. No inteiror da mata, devido a densidade da vegetação, a luz é reduzida.
Há uma importante cadeia de montanhas que acompanham a costa oriental brasileira, desde o nordeste do Rio Grande do Sul até o sul do estado da Bahia. Ao norte as maiores altitudes se encontram mais para o interior do país, mas, nas regiões do norte do estado de Alagoas, todo estado de Pernambuco e da Paraíba, e em pequena parte do Rio Grande do Norte temos altitudes de 500 a 800 metros que estão próximas ao mar. Em São Paulo é conhecida como Serra do Mar e em outros estados tem outros nomes. Sua altitude média fica ao redor dos 900 metros . Em certos trechos é bastante larga, mas em outros é muito estreita. Afasta-se do mar em alguns pontos, se aproximando dele em outros.
Os ventos úmidos que sopram do mar em direção ao interior do continente ao subirem resfriam-se e perdem a umidade que possuem; o excesso condensa-se e se precipita, principalmente nas partes mais altas da serra, em forma de nevoeiro ou chuvas. Assim esses ambientes contém bastante umidade para sustentar as florestas consteiras, densas, com árvores de 20 a 30 metros de altura.Devido a densidade da vegetação arbórea, o sub-bosque é escuro, mal ventilado e úmido. Próximo ao solo existe pouca vegetação, devido à escassa quantidade de luz que consegue chegar aí.
As condições físicas na floresta atlântica variam muito, dependendo do local estudado, assim, apesar de a região estar submetida a um clima geral, há microclimas muitos diversos e que variam de cima para baixo nos diversos estratos. Os teores de oxigênio, luz, umidade e temperatura são bem diferentes dependendo da camada considerada.
Em certos pontos da floresta chega ao solo 500 vezes menos luz do que nas copas das árvores altas. A temperatura também varia bastante, as copas das camadas superiores se aquecem durante o dia, porém perdem calor rapidamente a noite. Ao contrário nas camadas inferiores, a tempratura varia muito pouco, já que as folhas funcionam como isolante térmico. Nas camadas mais altas, mais expostas, a ventilação tem valores consideravelmente maiores que nos andares inferiores da mata. Em resumo, os microclimas nos diversos andares de uma floresta pluvial podem ser muito diferentes, embora o clima geral (macroclimas) seja um só. O que interessa, naturalmente, a cada espécie e a cada indivíduo, não é o clima geral da região em que se encontra a floresta, e sim o clima ao qual ele faz parte; o importante é o clima a que ele (indivíduo) ou ela (espécie) estejam sujeitos (microclima).
Os solos da floresta são, via de regra, pobres em minerais e sua natureza é granítica ou gnáissica. A maior parte dos minerais está contida nas plantas em vez de estar no solo. Como há no solo muita serrapilheira que origina abundante húmus, existem microorganimos de vários grupos os quais decompõem a matéria orgânica que se incorpora ao solo. Esses minerais uma vez liberados pela decomposição de folhas e outros detritos, são prontamente reabsorvidos pelo grande número de raízes existentes, retornando ao solo quando as plantas ou suas partes (ramos, folhas, flores, frutos e sementes) caem. Fecha-se, assim, o ciclo planta-solo, que explica a manutenção de florestas exuberantes, em solos nem sempre férteis, às vezes paupérrimos (como é, muitas vezes, o caso de florestas da Amazônia).
No entanto, o desmatamento leva a um rápido empobrecimento dos solos, já que as águas da chuva levam os minerais e os carregam para o lençol subterrâneo (lixiviação). Esses solos por esse motivo normalmente não se prestam à agricultura, a menos que sejam enriquecidos anteriormente. Muito frequentemente são de composição argilosa e após desmatamentos sofrem erosão rápida ou então endurecem, formando crostas espessas de difícil cultivo. É porisso que a queimada de uma floresta tropical empobresse rapidamente o solo já que as águas da chuva carregam os sais minerais ao lençol subterrâneo.

Fonte: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/trabalhos/mataatl.htm

ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL NO LITORAL PAULISTA

Criaçao de APAs é a principal ferramenta para a conservação dos oceanos. Hoje, apenas 0,8% dos
mares do Brasil estão protegidos. Com a criação, nesta sexta-feira (10/10) de três áreas de proteção
ambiental marinha no litoral de São Paulo, foi dado um passo decisivo para a regulamentação de atividades econômicas, turísticas e das ocupações no trecho que vai de Ubatuba a Cananéia. A criação de áreas de proteção
ambiental (APAs) marinha é a principal ferramenta para a conservação dos oceanos. Apenas 0,4% dos
mares nacionais estão protegidos por esse tipo de unidade de conservação - somando-se as áreas estaduais,
o índice sobe para 0,8%. O decreto do governo do Estado de São Paulo abrangem uma extensão de
1,124 milhão de hectares, o equivalente a 7,5 vezes a cidade de São Paulo. "Esse decreto é um passo
importante para a conservação dos nossos mares. No papel, ele é muito bom. Agora queremos vê-lo
implantado. Queremos também a implementação dos planos de manejo garantindo a inclusão de áreas de
proteção integral", diz Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de oceanos do Greenpeace. Na
cerimônia realizada para a anunciar a criação das áreas de proteção, o secretário do Meio Ambiente do
estado de São Paulo, Xico Graziano, entregou embarcações para a polícia ambiental e se comprometeu
em coibir a pesca predatória. O relatório do Greenpeace À Deriva mostra que 80% dos recursos
pesqueiros utilizados comercialmente estão ameaçados e que as áreas marinhas protegidas são a principal
ferramenta para a recuperação dos estoques pesqueiros. "Se queremos continuar pescando nos próximos
anos, precisamos criar áreas marinhas protegidas agora", afirma Leandra.

Fonte: http://www.greenpeace.org/

08/10/08 - Seminário explica a interdependência entre a Amazônia e São Paulo

São Paulo (SP), Brasil - Evento em SP contará com a presença de autoridades governamentais,
pesquisadores e integrantes de ONGs como o Greenpeace. Os impactos negativos das cadeias produtivas
de São Paulo na Amazônia e a influência da maior florestal tropical do mundo na vida dos habitantes da
capital paulista são os temas centrais do seminário Conexões Sustentáveis: São Paulo-Amazônia, que o
Fórum Amazônia Sustentável e o Movimento Nossa São Paulo promovem nos dias 14 e 15 de outubro.
Com participação de diversas autoridades governamentais, empresários, pesquisadores e representantes
de ONGs, o seminário quer chamar a atenção da população, empresas e poder público para a
responsabilidade que a sociedade tem em preservar e valorizar a floresta e suas comunidades, produtos e
serviços. A programação prevê a divulgação de estudos inéditos sobre os lucros e vantagens econômicas
gerados com a destruição da biodiversidade e com o desmatamento. Também serão estabelecidos pactos
e compromissos setoriais pela produção, uso, distribuição, comercialização e consumo sustentáveis em
setores como o financeiro, a pecuária bovina, a soja e a madeira. Entre os participantes estão: o ministro
Carlos Minc (Meio Ambiente), a senadora Marina Silva, os deputados federais Janete Capiberibe
(presidente da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional) e José Sarney
Filho (membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), Oded Grajew
(do Movimento Nossa São Paulo), Antonio Nobre (pesquisador do Inpe), Roberto Scarpari
(gerente do Ibama de Altamira-PA), e Sérgio Leitão, Adriana Imparato e André Muggiatti (Greenpeace),
além de representantes de outras instituições e ONGs. O seminário Conexões Sustentáveis:
São Paulo-Amazônia será realizado no Espaço Promon (avenida Juscelino Kubitschek, 1830, Itaim).
Obs: Entre agosto de 2000 e agosto de 2005, a área total de desmatamento na Amazônia foi equivalente a
metade da superfície do Estado de São Paulo

24/09/08 - População pode regularizar suas edificações na Prefeitura de Piracicaba

Os proprietários de edificações construídas de forma irregular (construídas
clandestinamente, em desacordo com índices urbanísticos como coeficiente de
aproveitamento, taxa de ocupação, taxa de permeabilidade e recuos
obrigatórios) podem solicitar sua regularização na Prefeitura. Isto é
possível graças a Lei complementar 218/08, de 01 de julho de 2008.

A lei promulgada estabelece quais imóveis podem ser regularizados, em que
condições e os que não podem sofrer esta regularização. Ela propõe, por
exemplo, regularizar àquelas edificações em que o proprietário depois de já
ter aprovado a planta, construído e obtido o habite-se, resolve promover
reforma, alterando a forma original e não comunica a prefeitura, tornando a
edificação irregular. Ou mesmo aquele que aprovou a planta, mas não requereu
o visto de conclusão. Ela também propõe a regularização de imóveis que foram
feitas sem a supervisão de um engenheiro e também a aprovação de planta.

A difusão da lei já levou ao setor de Controle e Fiscalização da Secretaria
Municipal de Obras diversos contribuintes com imóveis nesta situação e que
tem interesse em regularizar suas edificações e querem aproveitar a
oportunidade. A Lei tem validade de um ano.

Para o Presidente do IPPLAP (Instituto de Pesquisas e Planejamento de
Piracicaba), João Chaddad, é uma lei importante, já que permite que as
pessoas possam regularizar suas edificações, resolvendo o problema de muitos
contribuintes piracicabanos. "A regularização facilita muito casos de
herança e testamentos". Chaddad lembra, porém, que é necessário frisar que a
lei não regularizará uso e as atividades desenvolvidas nas edificações, mas
apenas o aspecto físico do prédio.

Para Luís Antônio Pereira Santos, Diretor do Departamento de Controle e
Fiscalização da Secretaria Municipal de Obras, é importante promover esta
regularização, já que se estima que 50% das edificações em Piracicaba são
irregulares. "Quando alguém loca ou compra um imóvel para abrir uma empresa,
por exemplo, e este está irregular, fica inviabilizada autorização para
empresa nesta edificação. É todo um processo a se resolver."

Para fazer a regularização, o proprietário necessita saber se seu imóvel é
passível de regularização, informação que pode ser obtida na Secretaria de
Obras (Semob). Com este dado em mãos, o proprietário deve contratar um
engenheiro ou arquiteto e juntar os seguintes documentos: uma cópia da
matrícula do imóvel, expedida ao menos nos últimos seis meses; uma cópia da
1ª folha do IPTU, uma cópia do CPF, 1 cópia do comprovante do endereço, além
de duas vias do memorial descritivo, de requerimento solicitando a
regularização e de uma declaração que faz parte da Lei. O modelo destes três
documentos está disponível no site da Semob: www.semob.piracicaba.sp.gov.br.
Após a reunião destes documentos, o próximo passo é se dirigir ao
Departamento de Controle e Fiscalização da Secretaria de Obras.

Fontes:
Centro de Comunicação Social
Sabrina Rodrigues Bologna: 31.076
http://www.weno.com.br/blog/archives/2007_01.html
Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Piracicaba

17/09/08 - Política Ambiental
Agricultura sustentável/Transgênicos

1. Excluir do cardápio da merenda escolar e dos serviços de saúde, alimentos contendo organismos
geneticamente modificados (OGMs);
2. Exigir que bares, restaurantes e lanchonetes informem a seus clientes sobre a utilização de alimentos
contendo OGMs na formulação de seus pratos;
3. Exigir a rotulagem e identificação de produtos alimentícios contendo OGMs, que permita ao consumidor
a correta informação sobre o que está consumindo;
4. Exigir que os supermercados criem áreas específicas para a comercialização de produtos contendo
OGMs;
5. Oferecer condições especiais para a comercialização da produção agrícola orgânica;
6. Proibir o plantio de quaisquer variedades transgênicas no âmbito municipal.

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/plataforma2008/

Ciro Marcondes - email: ciroeng@bol.com.br