Carlos Roberto Favarão (Abrajof
305)
carlosfavarao@correios.com.br
Se desejar DVD das matérias anteriores, enviar
email que remeteremos
Brasília é retratada em selo personalizado
Os Correios emitiram no último dia 5 de fevereiro uma folha de
selos personalizados que retratam os monumentos e a arquitetura arrojada
de Brasília. São 12 selos diferentes que mostram o interior
e a fachada da Catedral, o Congresso Nacional, o Museu da República,
o Palácio da Justiça, a Igrejinha, o Palácio do Planalto,
a escultura Dois Candangos, o Memorial JK, o Supremo Tribunal Federal,
a Ponte JK e o Ipê na Esplanada.

As peças filatélicas podem ser personalizadas
com marcas ou mensagens institucionais ou empresariais ao lado das imagens
da cidade. De acordo com as necessidades de empresas e outras organizações,
os selos personalizados podem ser transformados em brindes exclusivos,
criados e produzidos pelos Correios.
A tiragem é de 10 mil folhas. Os modelos personalizados têm
valor facial de 1º Porte da Carta Comercial, atualmente R$ 1,05,
válido para postagens em território nacional. Caso o cliente
queira utilizá-los em envio de correspondências para o exterior,
basta completar o valor do porte internacional com outros selos. Os interessados
podem solicitar encomendas em todas as agências dos Correios.
Quantidade de Folhas Valor do Desconto (R$) Preço Unitário
(R$) por folha, para a mesma imagem
1 folha c/12 selos Sem desconto R$ 30,00
De 2 a 100 fls do mesmo modelo e imagem R$ 4,00 R$ 23,00
De 101 a 500 fls do mesmo modelo e imagem R$ 5,00 R$ 22,00
De 501 a 1.000 fls do mesmo modelo e imagem R$ 6,00 R$ 21,00
Acima de 1.000 fls do mesmo modelo e imagem R$ 7,00 R$ 20,00
O que é Selo Personalizado? O Selo Personalizado é um conjunto
composto por duas imagens distintas, separadas pelo picote: o selo postal
e a vinheta destinada à impressão de imagem pertencente
ao cliente. Cada folha de selos personalizados contém 12 conjuntos.
25 de janeiro – Dia do Carteiro
Todo dia um contingente de cerca de 51 mil homens e 6 mil mulheres toma
nossas ruas. É metade da força de trabalho dos Correios.
Levam malas com até 10 quilos de previsões. Espalham-se
por todo o canto. Uniformizados, iniciam a batalha diária. Diante
deles, diversas reações, pois podem trazer notícias
indesejadas ou ansiosamente esperadas. Batem palma diante das casas ou
lançam gritos. Fazem corações tremer: Correios!
Não viajam mais uma semana em lombo de cavalo entre Rio de Janeiro
e São Paulo, como noutros tempos. Mas os dois pares de sapatos
gastos por ano traduzem os quilômetros percorridos para cumprir
a missão.
Transportam história para contar, documentos para assinar, contas
para lamentar. Visitam 42 milhões de domicílios, entregam
40 milhões de objetos diariamente. Como dizia o jornalista Zuenir
Ventura: “não anunciam os acontecimentos extraordinários,
nem as transformações históricas. Mas são
imprescindíveis porque falam da vida real de cada um. Fazem, enfim,
a ligação sentimental entre as distâncias. São
uma espécie de porta-voz afetivo do País”.
Dia 25 de janeiro é deles, o Dia do Carteiro. Em 1997, a Série
América lhe prestou uma justa homenagem. Ele aparece na primeira
de uma seqüência de oito imagens, com seu sorriso simpático
e amistoso. As outras ilustrações são expressões
dos sentimentos mais variados (alegria, devaneio, interesse, euforia,
tristeza, satisfação, curiosidade), todos frutos da leitura
de uma carta que sempre chega pelas mãos generosas do carteiro.
Para eles, que representa a imagem dos Correios junto à população,
nosso muito obrigado!

Você sabia?
O serviço de correio começou a funcionar no Brasil em 25
de janeiro de 1663, quando o governador português nomeou o alferes
João Cavaleiro Cardoso para exercer o cargo de “correio-mor
do mar e da terra”. Naquela época, as correspondências
vinham de Portugal em duas frotas de caravelas, que aportavam no Rio de
Janeiro ou Salvador apenas uma vez por ano. Assim, 25 de janeiro tornou-se
Dia do Carteiro.
No entanto, os cargos de condutor de malas postais e carteiro só
foram criados em 1843, por decreto de D. Pedro II.
Corrida de Reis é tema do primeiro selo do ano
O esporte unindo e congregando pessoas
A Corrida de Reis – Várzea Grande/Cuiabá - Mato Grosso,
é o tema do primeiro selo postal (emissão especial) do ano
que os Correios lançaram no último dia 10 de janeiro, em
evento que ocorreu às 8h, na Sala Vip da TV Centro América,
em Cuiabá (MT).
Nesta emissão é destacada a importância da corrida
de rua no Brasil, especialmente a tradicional Corrida de Reis, realizada
desde 1985 em Cuiabá, Mato Grosso, ao mesmo tempo em que promove
a peculiar experiência de congraçamento social representada
por essa modalidade esportiva na comunidade brasileira.
O selo apresenta uma imagem estilizada da tradicional Corrida de Reis,
realizada anualmente no Estado de Mato Grosso, entre Várzea Grande
e Cuiabá, a capital estadual. É reproduzido o momento da
largada, que ocorre próxima à Ponte Sérgio Mota,
naquele município da Grande Cuiabá. No canto superior direito,
é mostrada uma medalha de premiação dos atletas.
O design ficou a cargo da artista Silvania Branco, que utilizou as técnicas
de ilustração vetorial e computação gráfica.
Com uma tiragem de 300 mil exemplares, cada selo custa R$ 0,70 e pode
ser adquirido em qualquer agência dos Correios ou na loja virtual
(www.correios.com.br/correiosonline).

HISTÓRICO
A Corrida de Reis foi realizada pela primeira vez em 1985, organizada
pela TV Centro América. O nome da prova surgiu em homenagem aos
três Reis Magos (data religiosa comemorada em 6 de janeiro) e reunia,
nos primeiros anos da competição, uma média de 200
a 300 corredores, a maioria atletas de Mato Grosso. O percurso, de dez
quilômetros, teve poucas mudanças desde a primeira edição,
tendo, atualmente, largada próxima à Ponte Sérgio
Mota, em Várzea Grande, e chegada na Praça das Bandeiras,
em Cuiabá. No total, são percorridas cinco avenidas.
Com o passar dos anos, a Corrida de Reis foi crescendo em notoriedade
no Estado de Mato Grosso e ganhando reconhecimento e espaço no
calendário de atletismo da região centro-oeste, e em nível
nacional.
A primeira corrida teve como vencedores Juarez Sabino e Jorilda Sabino.
Na época, Jorilda tinha 14 anos e foi considerada a “Cinderela
Descalça”, pois corria sem tênis. Atualmente, Jorilda
Sabino, sua prima Nadir Sabino e Viviane Anderson, detêm o título
de tetracampeãs da prova. No masculino, o mineiro Amauri Ribeiro
e Daniel Lopes ostentam o título de tetracampeões.
Os participantes são divididos em atletas amadores e profissionais,
cujo pelotão de elite é formado pelos corredores melhor
colocados nas provas anteriores da Corrida de Reis e nas outras provas
de nível nacional. A partir de 1997, o pelotão de elite
passou a ser composto por 100 atletas, 70 no masculino e 30 no feminino.
A grande novidade foi a adoção do chip eletrônico,
que é colocado no tênis dos competidores pela equipe que
atua na Corrida de São Silvestre, na Meia Maratona do Rio de Janeiro
e na Meia Maratona Internacional de São Paulo. Com o chip magnético
é possível agilizar o processamento de informações
e identificar a classificação dos atletas. O aparelho armazena
todos os dados individuais e registra o tempo de cada corredor, o que
evita fraudes.
Antes da prova ser oficializada pela Confederação Brasileira
de Atletismo, em 1997, o recordista da Corrida de Reis foi Amauri Ribeiro
com o tempo de 27’11”. No feminino o recorde da prova foi
de Viviane Oliveira, que, em 1995, fez o tempo de 34’28”.
Depois da oficialização, a Corrida de Reis tem como recordistas,
no masculino, Valdenor Pereira dos Santos, com o tempo de 29’29”,
e, no feminino, Maria Zeferina Baldaia, com 34’15”(ambos conquistados
em 2002).
Os grandes atrativos da prova são a organização e
a premiação, uma das maiores do Brasil. Também são
premiados com medalhas os três primeiros colocados de cada uma das
vinte categorias por faixa etária (dez no masculino/dez no feminino).
A Corrida de Reis, de Várzea Grande a Cuiabá, em Mato Grosso,
é o esporte de rua mais importante do centro-oeste, reunindo atletas
de nível nacional e internacional. A participação
de corredores de vários estados brasileiros elevou o nível
técnico da competição e o número de inscritos
vem crescendo continuamente.
Monumentos de Brasília são temas
de selos especiais
Os Correios marcarão presença no aniversário de
50 anos da cidade de Brasília (DF), com o lançamento, em
março e abril de 2010, de uma série de selos intitulada
“Brasília – Sonho e Realidade” que destaca os
principais monumentos da cidade: o Memorial JK, os Dois Candangos, a Catedral,
a Igrejinha, o Palácio da Alvorada, o Congresso Nacional, o Catetinho,
o Museu Nacional e a Ponte JK.
A primeira emissão, “Monumentos e Arquitetura” compreende
seis selos que reproduzem obras da artista plástica Júlia
dos Santos Baptista. As imagens retratam, de forma estilizada, monumentos
arquitetônicos de Brasília e possuem cores vibrantes, típicas
da paisagem local, como o ocre do cerrado, as diferentes nuances do vermelho,
o azul do céu e o cinza do concreto armado. As obras reproduzidas
são “Memorial JK”, “Dois Candangos no Cerrado”,
“Catedral de Renda de Brasília”, “Igrejinha”,
“Alvorada Brasília” e “Congresso e Ipê
Amarelo”. A técnica utilizada é a fotografia. A tiragem
será de 1,02 milhão de selos.

A segunda emissão da série, “Monumentos
e XVI Congresso Eucarístico Nacional” foi criada pela designer
Miriam Guimarães e apresenta um bloco com dois selos que reproduz
monumentos arquitetônicos consagrados de Brasília. Um dos
selos traz o Catetinho, a primeira residência oficial do Presidente
da República na nova capital, e a estátua de Juscelino Kubitschek
do Memorial JK. No outro, a Catedral Metropolitana, com a logomarca do
XVI Congresso Eucarístico Nacional. No centro, a estátua
Dois Candangos e nos extremos as mais novas obras arquitetônicas
da cidade, o Museu Nacional e a Ponte JK. O bloco tem o formato de um
pássaro e traz, na parte superior o esboço do Plano Piloto
sobre um pano de fundo que representa o céu e o gramado da Esplanada
dos Ministérios, nas tonalidades predominantes do mês de
abril, quando Brasília foi inaugurada. As técnicas utilizadas
são: fotografia, desenho vetorial e computação gráfica.
A tiragem será de 150 mil blocos. As peças filatélicas
poderão ser adquiridas nas agências e na loja virtual dos
Correios (www.correios.com.br/correiosonline).

Correios participam de exposição
filatélica em Portugal
Os Correios irão participar, de 2 a 11 de outubro, da 20ª
Exposição Filatélica Luso Brasileira – Lubrapex,
que será realizada em Évora, Portugal. Na abertura do evento,
o presidente dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio, lançará
uma minifolha com seis selos da emissão especial “Aves Exuberantes
Brasileiras”. E na terça-feira (6), a grande homenageada
será Carmen Miranda com o lançamento do selo em comemoração
ao centenário do seu nascimento, da série “Relações
Diplomáticas: Portugal”.
Na minifolha, os selos divulgam seis espécies de aves exuberantes
brasileiras: Cardeal-de-topete –Paroaria coronata, Galo-da-serra
– Rupicola rupicola, Bandeirinha – Chlorophonia cyanea, Campainha-azul
– Porphyrospiza caerulescens, Saíra-militar – Tangara
cyanocephala, e o Cardeal-do-banhado – Amblyramphus holosericeus.
Todas são apresentadas em cores vibrantes, em seus ambientes naturais,
com os detalhes que lhes são peculiares. No canto inferior direito
da minifolha aparece um ninho e na base, as logomarcas da Lubrapex 2009
e da Birdpex 2010.

A Birdpex 2010 é uma exposição internacional
quadrienal de selos sobre pássaros, que será realizada de
9 a 12 de abril, na cidade belga de Antuérpia. O evento celebrará
o 120º aniversário de fundação da Federação
Real da Bélgica das Associações Filatélicas.
Na elaboração das imagens dos selos sobre as aves, foram
utilizadas as técnicas de fotografia, por Edson Endrigo, e computação
gráfica, por Miriam Guimarães. A tiragem é de 350
mil minifolhas, ao preço facial de R$ 1,00 cada selo.
O selo em homenagem a Carmen Miranda mostra a imagem da artista com indumentária
estilizada e multicolorida e adereços que expressam a tropicalidade
brasileira e que a fizeram mundialmente conhecida.
Com tiragem de 1,02 milhão de selos, cada um será
vendido a R$ 2,20 e o design ficou a cargo do artista Benicio, que utilizou
a técnica de pintura a guache. .
As peças filatélicas poderão ser adquiridas nas agências
dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
HISTÓRICO
A Lubrapex, criada em 1965 e realizada a cada três anos, é
uma exposição de selos da qual participam colecionadores
do Brasil, de Portugal e dos países de língua oficial portuguesa.
As exposições vêm servindo como veículo para
revigorar a filatelia nos países envolvidos, estreitando contatos
e propiciando bons resultados de divulgação e vendas, ao
longo de quatro décadas do evento. Além disso, tem funcionado
ainda como um fórum para debate de assuntos ligados à filatelia,
e para a promoção de eventos recomendados pela União
Postal Universal (UPU), pela Federação Internacional de
Filatelia (FIF), pela Associação Mundial para o Desenvolvimento
da Filatelia (AMDF), pela Federação Portuguesa de Filatelia
(FPF) e pela Federação Brasileira de Filatelia (FEBRAF).
Correios retratam em selo os Mirantes de São Luís
Um lugar de onde se enxerga ao longe
Os Correios lançaram no último dia 25 de setembro, um selo
postal (emissão especial) que retrata à arquitetura da cidade
de São Luís, capital do Maranhão. A cerimônia
de lançamento ocorreu na Academia Maranhense de Letras.
Com o tema “Os Mirantes de São Luís”, o selo
destaca o telhado de prédios históricos da capital maranhense
e suas inconfundíveis torres, denominadas Mirantes. O design ficou
a cargo do artista Terciano, que utilizou as técnicas de desenho
e computação gráfica na elaboração
do selo.
Com uma tiragem de 600.000 unidades, cada selo custa R$ 0,65 (Primeiro
Porte da Carta Não Comercial) e pode ser adquirido em qualquer
agência dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).

HISTÓRICO
São Luís reúne o maior conjunto de arquitetura tradicional
portuguesa da América Latina, com cerca de 5.600 imóveis
protegidos por instrumento jurídico do tombamento. Em 6 de dezembro
de 1997, esse conjunto arquitetônico, os valores intangíveis
que lhe configuram e o traçado urbano original de 1616, se somaram
como elementos fundamentais para que fosse inscrito na lista de bens do
Patrimônio Mundial da UNESCO, recebendo o título de Patrimônio
Cultural da Humanidade.
Esse precioso acervo arquitetônico, ora homenageado em selo postal,
resulta do período de prosperidade econômica do Estado, entre
meados do século XVIII até o século XIX, a partir
da criação, por iniciativa do Marquês de Pombal, da
Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão,
que permitiu o enriquecimento do Estado com a exportação
do algodão e arroz.
A história desse sítio urbano, e o seu significado ao longo
do tempo, conferem autenticidade ao patrimônio arquitetônico
edificado, diretamente ligado à identidade cultural brasileira,
e que, somado à permanência de vínculos indissociáveis
entre elementos materiais e espirituais, retrata a preservação
das técnicas construtivas, dos padrões de habitação,
assentamento e uso de solo, além de práticas comunitárias,
crenças e festas religiosas.
Como elementos destacados, nessa bela e harmoniosa paisagem urbana, surgem
os Mirantes. Buscando a luminosidade do sol para os sobrados por meio
das suas janelas, brotam dos telhados se revelando na paisagem como elementos
arquitetônicos verdadeiramente notáveis, conferindo graça
senhoril e identidade cultural à cidade.
Os Mirantes são construções elevadas acima dos telhados,
de onde se descortinam várias paisagens. Em São Luís,
cidade de clima tropical, essa solução arquitetônica
visava o melhor aproveitamento da ventilação natural, arejando
e iluminando os sobrados.
No tradicional bairro da Praia Grande, onde a atividade comercial era
bastante efervescente e acirrada nos tempos coloniais, os Mirantes serviam
de postos de observação, de onde os comerciantes espreitavam
os navios à entrada da barra e, por intermédio de sinais
convencionados, tentava-se saber com antecedência as cotações
dos produtos vindos da Europa.
No térreo dos sobrados, os comerciantes mantinham o seu comércio,
residindo com suas famílias nos andares superiores. Dentro dessa
divisão espacial, os Mirantes eram utilizados para hospedar os
caixeiros viajantes ligados aos comerciantes, ou seus eventuais hóspedes.
Também foram usados para isolar pessoas acometidas de doenças
contagiosas, ou como depósito de mercadorias.
Os belos e altaneiros Mirantes de São Luís desafiam o tempo,
se perpetuando na memória coletiva como inesgotável fonte
de inspiração para os artistas. As suas formas, cores e
texturas são cantadas em verso e prosa pelos escritores e pintores,
e retratadas em todos os ângulos pelas lentes dos fotógrafos.
Deles podemos mirar o mundo e vivenciar o legado de uma experiência
arquitetônica, que nos remete a uma escalada humana de progresso
e a uma perfeita harmonia entre o espaço construído e a
paisagem.
Correios divulgam em selo o Centenário da Rede Federal de Educação
Profissional e Tecnológica
O Brasil crescendo por meio da educação qualificada
O Centenário da Rede Federal, assinalado pela emissão de
um selo postal que os Correios lançaram no último dia 23
de setembro nas cidades de Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ),
é mais uma oportunidade para se exaltar e preservar a educação
pública, gratuita e de qualidade, comprometida com a adequada formação
científica e tecnológica do povo brasileiro.
O selo destaca o mapa do Brasil ao centro, com a indicação
de todas as Instituições já existentes da Rede Federal
de Educação Profissional e Tecnológica e aquelas
previstas no Plano de Expansão. Sobreposto, ocupando toda a área
de grafismo, o numeral 100, alusivo ao centenário. Nas laterais,
aparecem dois profissionais em atividade e, em segundo plano, à
esquerda, uma roda dentada, peça que representa o processo inicial
de industrialização do País, época da criação
da Rede Federal, base de formação de tantas gerações
de técnicos que por ela passaram. Foram utilizadas as técnicas
de fotomontagem, retícula estocástica e computação
gráfica na elaboração do selo, cujo design ficou
a cargo da artista Millie Britto.
Com uma tiragem de 600.000 unidades, cada selo custa R$ 1,00 (Primeiro
Porte da Carta Comercial) e pode ser adquirido em qualquer agência
dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).

HISTÓRICO
A educação profissional no Brasil teve início no
período colonial, com experiências e práticas não
formais de instrução dos primeiros trabalhadores, tendo
como aprendizes de ofícios os brancos pobres, os índios
e os escravos. No século XIX, algumas instituições
de ensino profissional foram criadas, especialmente nas capitais das províncias.
Em 23 de setembro de 1909, o Presidente da República, Nilo Peçanha,
criou 19 Escolas de Aprendizes Artífices destinadas ao ensino profissional,
primário e gratuito, sob a jurisdição do Ministério
dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio.
As reformas educacionais realizadas no Brasil a partir da década
de 1920 deram relevância e estatuto jurídico-legal ao ensino
técnico, profissional e industrial. Em 1937, as Escolas de Aprendizes
Artífices passaram a ser Liceus Profissionais, destinados ao ensino
profissional de todos os ramos e graus.
Acompanhando o crescente processo de urbanização e industrialização
do País, em 1942, os Liceus foram transformados em Escolas Industriais
e Técnicas e passaram a oferecer formação profissional
em nível equivalente ao secundário, iniciando formalmente
o processo de vinculação da educação profissional
e tecnológica à estrutura do sistema educacional do País,
com a ampliação do atendimento educacional.
No ano de 1959, com o processo de consolidação da indústria
nacional, e com base no Plano de Metas do governo Kubitschek, aprofundou-se
a relação entre o Estado e a economia. Então, as
Escolas Industriais e Técnicas foram transformadas em autarquias
com o nome de Escolas Técnicas Federais. As instituições
ganharam autonomia didática e de gestão e intensificaram
a formação de técnicos, mão-de-obra indispensável
diante da aceleração do processo de industrialização.
Em 1971, o ensino médio, então denominado segundo grau,
foi compulsoriamente profissionalizado. Era um novo paradigma: formar
técnicos sob regime de urgência. Nesse período, as
Escolas Técnicas Federais aumentaram expressivamente o número
de matrículas e implantaram novos cursos técnicos.
Em 1978, a transformação das Escolas Técnicas Federais
em Centros Federais de Educação Profissional e Tecnológica
– CEFETs, conferiu-lhes mais uma atribuição: a de
formar, também, engenheiros de operação e tecnólogos,
processo esse que se deu de forma gradativa ao longo das décadas
de 80 e 90. Com a aprovação da nova Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional, a educação profissional
ganhou um capítulo em separado e foi retirado do texto legal o
enfoque de assistencialismo, contido nas primeiras legislações
e políticas do setor.
A partir de 2003, o Ministério da Educação iniciou
a maior expansão da sua Rede Federal de Educação
Profissional e Tecnológica, e, em 29 de dezembro de 2008, deu mais
um salto de qualidade: os CEFETs, escolas agrotécnicas e escolas
técnicas federais e parte das escolas técnicas vinculadas
às universidades passaram a formar os Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia – IFs.
Em sua lei de criação, os Institutos Federais são
definidos como “instituições de educação
superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi,
especializados na oferta de educação profissional e tecnológica
nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação
de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas práticas
pedagógicas”. Têm como missão uma atuação
mais integrada e referenciada regionalmente, fortalecendo os enlaces entre
educação, desenvolvimento e territorialidade, numa perspectiva
de inclusão social.
Suas várias denominações refletem as mudanças
político-educacionais ocorridas nesses 100 anos, assim como as
modalidades educacionais oferecidas e os diversos tipos de público
que atendiam e que ora atendem.
Correios divulgam temas dos selos de 2010
Estão definidos os temas dos selos brasileiros que irão
compor o Programa Anual de Selos Comemorativos e Especiais de 2010. Os
motivos foram selecionados durante a 107ª Reunião da Comissão
Filatélica Nacional (CFN), realizada no dia 21 de julho deste ano,
em Brasília (DF), e aprovados pelo Ministério das Comunicações.
Os motivos dos selos comemorativos e especiais são escolhidos por
meio do concurso “Sua idéia pode virar selo!”, que
recebe sugestões para as emissões de selos vindas da sociedade
civil e dos órgãos governamentais. As propostas são
captadas pelos Correios, conforme determina a Portaria 500/2005, do Ministério
das Comunicações, que estabelece os critérios e procedimentos
para a elaboração do Programa Anual de Selos Comemorativos
e Especiais da ECT.
As propostas são analisadas pelo Departamento de Filatelia e Produtos.
Aquelas que atendem aos critérios exigidos são apresentadas
à Comissão Filatélica Nacional, em julho de cada
ano, para que sejam escolhidos os motivos que comporão a Programação
Filatélica de selos comemorativos e especiais do ano seguinte.
Cabe ao Ministério das Comunicações ratificar a decisão.
Os motivos escolhidos para a programação de 2010 são:
TEMA
|
MOTIVO |
ARTES E ARQUITETURA |
* IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO E
SÃO BENEDITO – CUIABÁ (MT);
* 350 ANOS DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO DE SOROCABA (SP).
|
CULTURA POPULAR |
* FESTA DO DIVINO PAI ETERNO (GO). |
DATAS COMEMORATIVAS |
* 150 ANOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. |
ESPORTES |
* SÉRIE CLUBES DE FUTEBOL – RUMO
À COPA DE 2014 – CLUBES DAS DIVISÕES A, B, E
C;
* CORRIDA DE REIS (MT);
* COPA DO MUNDO 2010.
|
EMISSÃO MERCOSUL |
* ENCERRAMENTO DA DÉCADA DE PAZ. |
FAUNA |
* MORCEGO |
FLORA |
* PLANTAS TÊXTEIS BRASILEIRAS: ALGODÃO,
CAIRO, JUTA E SISAL. |
NATAL 2010 |
* NATAL. |
OUTROS |
* SÉRIE RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS
– PAÍSES QUE DESEJAM RESSALTAR AS BOAS RELAÇÕES
COM O BRASIL;
* SÉRIE QUALIDADE POSTAL – ASSOCIAÇÃO
INTERNACIONAL DE FABRICANTES GOVERNAMENTAIS DE SELOS POSTAIS;
* BRASÍLIA DOURADA. |
PERSONALIDADES |
* CENTENÁRIO DE CHICO XAVIER – FRANCISCO
CÂNDIDO XAVIER. |
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE |
* 2010 – ANO DA BIODIVERSIDADE. |
SÉRIE AMÉRICA |
* EMISSÃO COMUM AOS PAÍSES DA UPAEP. |
TURISMO |
* VILA INGLESA DE PARANAPIACABA – O PARAÍSO
NO SUL DE SÃO PAULO. |
Os motivos eleitos focalizam expressivos aspectos da cultura
brasileira e, certamente, enriquecerão as coleções
de selos dos filatelistas nacionais e internacionais.

Ronaldo Takahashi de Araújo, Diretor Comercial
dos Correios e Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca (Lourdinha),
chefe do Departamento de Filatelia e Produtos dos Correios, fazem a abertura
da reunião.

Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca (Lourdinha), chefe do Departamento
de Filatelia e Produtos dos Correios, apresenta as propostas à
Comissão Filatélica Nacional

Comissão Filatélica Nacional reunida.
Correios inauguram guichês especializados
em filatelia no interior do estado de São Paulo
A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Interior (DR/SPI)
inaugura 12 guichês filatélicos durante o mês de setembro.
A implantação dos guichês teve início dia 1º
e termina dia 17.
A filatelia, ou arte de colecionar selos postais, é muito difundida
e praticada nos países do chamado primeiro mundo, por seu alto
valor pedagógico, contribuindo, em muito, para a formação
cultural, educacional, ética, cívica e moral de seus praticantes.
Com a instalação do novo guichê, a população
contará com a comercialização de diversos produtos
filatélicos tais como: selos comemorativos e especiais, blocos
comemorativos, envelopes de 1º Dia de Circulação, selos
ordinários, coleções anuais de selos do Brasil, solicitação
de personalização de selos, solicitação de
confecção de carimbos comemorativos, entre outros produtos
filatélicos.

As cidades contempladas são: São José dos Campos,
Taubaté, Jacareí, Sumaré, Limeira, Piracicaba, São
Carlos, Sorocaba, Jundiaí, Franca, Marília e Presidente
Prudente. Essas cidades foram escolhidas pelo potencial de crescimento,
pelo número de filatelistas (colecionadores de selos) cadastrados
e pelo índice demográfico.
Inicialmente, estão sendo implantados os guichês nas cidades
com mais de 200 mil habitantes, contando com dois atendentes treinados
especialmente para o atendimento filatélico. Numa segunda etapa,
ainda este ano, serão implantados também nas cidades com
mais de 100 mil habitantes.
Com essa iniciativa, a empresa espera fortalecer ainda mais o relacionamento
com os filatelistas e atender ainda melhor as expectativas desse público.
Parabenizamos o Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior,
Luiz Roberto Pagani, pela iniciativa.
Jogos populares ganham homenagem em selos postais
Os Correios lançaram no dia (18/8) em Florianópolis (SC)
e em Fortaleza (CE), uma quadra de selos que destaca a importância
lúdica de jogos muito populares no Brasil: bola-de-gude, damas,
dominó e o brasileiríssimo frescobol, ao mesmo tempo em
que divulgam aspectos da expressiva influência sociocultural dessas
modalidades de lazer, presentes na comunidade brasileira.
Na capital catarinense, a cerimônia de lançamento foi realizada
no vão do Mercado Público de Florianópolis; na capital
cearense, o lançamento ocorreu no Anfiteatro do Centro Dragão
do Mar de Arte e Cultura, durante a abertura da exposição
filatélica NORDEX 2009 - Exposição Filatélica
Regional Brasileira Norte-Nordeste e Central.

A emissão especial faz parte da Série América,
uma iniciativa da União Postal das Américas, Espanha e Portugal
(UPAEP), na qual seus países membros lançam selos representativos
de sua realidade, dentro de um tema específico. Os selos brasileiros
apresentam as peças ou instrumentos necessários para os
jogos retratados, cada peça filatélica trazendo uma cor
de fundo diferente. Os elementos dos jogos, com seus objetos característicos,
remetem à harmonia da composição, e sinalizam que
são cosmopolitas, tanto pelo aspecto lúdico, como pelo competitivo
e comunitário. Foram utilizadas as técnicas de desenho e
computação gráfica na elaboração dos
selos, cujo design ficou a cargo da artista Cecília Langer.
Com uma tiragem de 1.020.000 unidades, cada selo custa R$ 1,00 e podem
ser adquiridos em qualquer agência dos Correios ou na loja virtual
(www.correios.com.br/correiosonline).
Correios retratam em selos o Estado do Ceará
As riquezas naturais e arquitetônicas do Estado do Ceará
fazem parte do lançamento do mais novo selo personalizado que os
Correios lançaram no dia (18/8) em Fortaleza (CE). A cerimônia
de lançamento ocorreu no Anfiteatro do Centro Dragão do
Mar de Arte e Cultura, durante a abertura da exposição filatélica
NORDEX 2009 - Exposição Filatélica Regional Brasileira
Norte-Nordeste e Central.
Os clientes poderão associar imagens e marcas de sua preferência
às localidades e paisagens com as quais mantêm laços
de afetividade e/ou relações comerciais.
A folha de selos personalizados do Ceará é composta por
12 diferentes imagens de 1º Porte da Carta Comercial, atualmente
R$ 1,00, cada um retratando uma paisagem do estado.

Foram confeccionadas 10.000 folhas que podem ser adquiridas
em qualquer agência dos Correios. As fotos foram fornecidas pela
Secretaria de Turismo do Ceará.
O que é Selo Personalizado? O Selo Personalizado
é um conjunto composto por duas imagens distintas, separadas pelo
picote: o selo postal e a vinheta destinada à impressão
de imagem pertencente ao cliente. Cada folha de selos personalizados contém
12 conjuntos.
Correios registram em selos a Presença Holandesa no Brasil
Um legado importante para cultura brasileira
Com a série Relações Diplomáticas, lançada
no dia (4/8) nas cidades de Brasília (DF), Recife (PE) e Haia (Holanda),
os Correios focalizam nesta minifolha com 6 selos, a presença holandesa
no Brasil, apresentando, o Período Nassoviano e sua nítida
influência assinalada na região Nordeste, e, em particular,
no estado de Pernambuco, bem como os seus reflexos perpassados por mais
de três séculos, até nossos dias.
Um escrivão da Fazenda Real, quando inventariou os prédios
e apetrechos bélicos deixados pelos holandeses, ao se referir ao
momento de governo de João Maurício de Nassau, disse ser
o do Tempo da Boa Paz. A Companhia das Índias Ocidentais, ao solicitar
informações sobre a conquista da empresa no Brasil Nordeste,
não desejava, em princípio, a informação que
nos legou aquele dirigente. Nassau, ao trazer pintores e outros especialistas
para a sua corte, no Recife, tinha mais do que a idéia de informar.
Ele desejava, à maneira de tantos holandeses da época, levar
consigo, o mundo novo, descoberto pouco mais de cem anos antes. A qualidade
de tal legado impressiona enormemente. São informações
cartográficas, imagens das vilas e cidades e, ainda, um rico acervo
sobre a flora, a fauna e a gente do Brasil Holandês, selecionados
e levados para a Holanda.
João Maurício de Nassau tornou-se personagem tão
importante daqueles 24 anos de ocupação holandesa, que chega
a ser confundido com esse próprio domínio, em termos de
cultura. A valorização daquele legado começou no
século XIX e se acentuou no seguinte, criando-se com tal feito,
uma plêiade de estudiosos do período, a ponto de se tornar
um dos temas preferidos, em face de sua natureza cultural, relegando,
às vezes, aqueles voltados à economia e às finanças.
Por tais razões, a influência holandesa merece ser destacada
no cerne da história brasileira. Não somente sob o aspecto
econômico, mas, principalmente, pelo cultural, o que propicia uma
melhor compreensão do Nordeste brasileiro.
O Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico
Pernambucano comemora esse período histórico sob a ótica
cultural brasileira e sua relação com a cultura holandesa,
presente em Pernambuco, à época do domínio holandês.

Sobre os selos: O primeiro selo da minifolha,
retrata Maurício de Nassau, em obra de Pieter Nason, personalidade
marcante de um período especial da história pernambucana,
denominado Período Nassoviano. Os outros selos apresentam o Palácio
de Friburgo, e a Nau Capitânia Zutphen, na qual viajou Nassau, reproduções
parciais de quadros do artista holandês Frans Post, cachimbos holandeses
achados em escavações no Forte Orange, e duas fotografias
que mostram o Palácio do Campo das Princesas, idealizado em 1786,
atual centro administrativo do governo estadual pernambucano, próximo
de onde se situava o Palácio de Friburgo, sede do governo no período
holandês. E, ainda, a rua Aurora, às margens do rio Capibaribe,
onde se destaca o conjunto arquitetônico de sobrados do século
XIX, que reportam ao Recife antigo. Foi usada a técnica de fotografia.
As fotos são de Eduardo Peixoto Marques e Paulo Costa. A arte finalização
da minifolha é de Miriam Guimarães.
Com uma tiragem de 350.000 minifolhas (cada uma com seis selos), o preço
de cada selo é de R$ 2,20 e podem ser adquiridos em qualquer agência
dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Correios lançam carimbo comemorativo em
homenagem a Bartholomeu de Gusmão
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um
carimbo postal comemorativo ao tricentenário da invenção
do balão de ar quente. O evento organizado pela Associação
Brasileira de Filatelia Temática (Abrafite) aconteceu no dia 3
de agosto no Instituto Histórico e Geográfico de Santos
(IHGS).
A aprovação de carimbos postais comemorativos é prática
seletiva por parte dos Correios, o que fez com que a Comissão 300
anos e a Abrafite festejassem o acontecimento.

Segundo o presidente da Abrafite e membro da Comissão 300 anos,
Geraldo de Andrade Ribeiro Júnior, "o carimbo vai rodar o
mundo e ser disputado por colecionadores em geral, principalmente os que
têm coleções sobre o tema aviação",
explica.
Além da cerimônia solene de lançamento do carimbo,
houve uma exposição particular de Ribeiro Júnior,
com selos alusivos a Gusmão. "São todos os selos, carimbos,
envelopes, desenhos, inclusive selos com erros, tudo que diz respeito
a Gusmão. Tem selos do Brasil, de Portugal e outros países",
complementa.
O carimbo foi criado por Biaggio Mazzeo, o mais famoso desenhista especializado
do País.
Correios retratam em selos o Estado do Rio Grande
do Norte
As riquezas naturais e arquitetônicas do Estado
do Rio Grande do Norte fazem parte do lançamento do mais novo selo
personalizado que os Correios imitiram no dia (27/7).
Os clientes poderão associar imagens e marcas de sua preferência
às localidades e paisagens com as quais mantêm laços
de afetividade e/ou relações comerciais.
A folha de selos personalizados do Rio Grande do Norte é composta
por 12 diferentes imagens de 1º Porte da Carta Comercial, atualmente
R$ 1,00, cada um retratando uma paisagem do estado.
Foram confeccionadas 10.000 folhas que podem ser adquiridas em qualquer
agência dos Correios. As fotos são de Ivanaldo Fernandes
Costa Júnior.
O que é Selo Personalizado? O Selo Personalizado é um conjunto
composto por duas imagens distintas, separadas pelo picote: o selo postal
e a vinheta destinada à impressão de imagem pertencente
ao cliente. Cada folha de selos personalizados contém 12 conjuntos.
Selos e Mala Filatélica Circuito das Frutas
– Turismo Rural são lançados pelos Correios
Natureza, tradição e gastronomia no caminho das melhores
frutas do País
Dentro da Emissão Mercosul – Produtos de Exportação,
os Correios lançaram, no dia 23 de julho, no Parque da Uva, em
Jundiaí (SP), dez selos e uma mala filatélica, destacando
o Circuito das Frutas – Turismo Rural. Cada selo focaliza uma fruta
produzida em cada cidade do Pólo Turístico Circuito das
Frutas, localizado no estado de São Paulo: Morango (Atibaia), Acerola
(Indaiatuba), Caqui (Itatiba), Uva Niágara Rosada (Itupeva), Ameixa
(Jarinu), Uva Niágara Rosada e Pêssego (Jundiaí),
Uva Niágara Branca (Louveira), Maracujá (Morungaba), Figo
Roxo (Valinhos) e Uva Máximo (Vinhedo). No canto inferior esquerdo
de cada selo está a logomarca do Mercosul. O destaque das frutas
em seus habitats, remetem à harmonia da composição.

Na parte inferior da folha, à esquerda, as frutas, ao lado
da caixa, indicam que são produzidas também para exportação;
à direita, o mapa do Circuito das Frutas e, acima, a respectiva
denominação. Foram utilizadas as técnicas de fotografia
e computação gráfica. As fotos são de Fernando
Picarelli Martins, Moacir Mazzi e Eliane Sivinski Petry. A arte finalização
da folha de selos é de Miriam Guimarães e Jamile Sallum.
Com uma tiragem de 3.000.000 de unidades, o preço de cada selo
é de R$ 1,00 (Primeiro Porte da Carta Comercial) e podem ser adquiridos
em qualquer agência dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).

A Mala Filatélica, que é um produto customizado dos
Correios, direcionado a colecionadores, que consiste na confecção
de peças filatélicas transportadas, obliteradas e devolvidas
aos interessados depois de sua circulação em um percurso
definido, partiu no dia 23 de julho, de Jundiaí (SP), e percorreu
o circuito, com o seguinte itinerário: 24 Itupeva (SP), 25 Indaiatuba
(SP), 26 Valinhos (SP), 27 Vinhedo (SP), 28 Louveira (SP), 29 Itatiba
(SP), 30 Morungaba (SP), 31 Jarinu (SP) e 1/8 Atibaia (SP). A peça
filatélica é composta por 1 FDC (Envelope 1º Dia de
Circulação), 1 Carimbo de 1º Dia de Circulação
(Jundiaí-SP), 10 carimbos comemorativos, exclusivos da Mala Filatélica,
e 10 selos, cada um focalizando uma fruta produzida em cada cidade do
circuito.
Confiram nas fotos abaixo um pouco de cada evento:


Lançamento dos Selos e da Mala Filatélica
em Jundiaí (SP). Da esquerda para a direita: Maria de Lourdes Torres
de Almeida Fonseca (Lourdinha), chefe do Departamento de Filatelia e Produtos
dos Correios; Patrícia Silva de Castro Dias, carteiro feminino
e Luiz Roberto Pagani, Diretor Regional dos Correios de São Paulo
Interior, acompanham o secretário adjunto de Estado da Agricultura
e Abastecimento, representando o governador de São Paulo, José
Serra, Antônio Júlio Junqueira de Queiroz na obliteração
das peças filatélicas.

Lançamento dos Selos e da Mala Filatélica em Jundiaí
(SP). Da esquerda para a direita: Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca
(Lourdinha), chefe do Departamento de Filatelia e Produtos dos Correios;
Patrícia Silva de Castro Dias, carteiro feminino; Antônio
Júlio Junqueira de Queiroz, secretário adjunto de Estado
da Agricultura e Abastecimento, representando o governador de São
Paulo, José Serra; Luís Fernando Machado, vice-prefeito
de Jundiaí, representando o prefeito de Jundiaí, Miguel
Haddad e Luiz Roberto Pagani, Diretor Regional dos Correios de São
Paulo Interior.

Da esquerda para a direita: Maria de Lourdes Torres
de Almeida Fonseca (Lourdinha), chefe do Departamento de Filatelia e Produtos
dos Correios; Patrícia Silva de Castro Dias, carteiro feminino;
Júlio Cesar R. de Castro, Filatelia77 e Luiz Roberto Pagani, Diretor
Regional dos Correios de São Paulo Interior, acompanham o presidente
do Clube Filatélico de Jundiaí, Paulo Roberto de Moraes
obliterando as peças filatélicas.

Da esquerda para a direita: Maria de Lourdes Torres de Almeida Fonseca
(Lourdinha), chefe do Departamento de Filatelia e Produtos dos Correios;
Patrícia Silva de Castro Dias, carteiro feminino; Paulo Roberto
de Moraes, presidente do Clube Filatélico de Jundiaí e Luiz
Roberto Pagani, Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior,
acompanham o Júlio da Filatelia77 obliterando as peças filatélicas.

Paulo Cesar Ferri do Departamento de Filatelia e Produtos (DEFIP) entrega
ao carteiro feminino Patrícia Silva de Castro Dias, a Mala Filatélica
para a realização do percurso.

Lançamento da Mala Filatélica em Itupeva (SP). Francisco
José Dorta, Coordenador Comercial da Região de Sorocaba,
representando o Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior,
Luiz Roberto Pagani e José Luiz Sai, vice-prefeito de Itupeva,
representando o prefeito de Itupeva, Ocimar Polli.

Lançamento da Mala Filatélica em Indaiatuba
(SP). Da esquerda para a direita: Rosana Aparecida Priori Silvia, carteiro
feminino; Silvia de Oliveira Castro, Gerente da Região de Vendas
de Campinas, representando o Diretor Regional dos Correios de São
Paulo Interior, Luiz Roberto Pagani e o prefeito de Indaiatuba, Reinaldo
Nogueira Lopes Cruz.

Lançamento da Mala Filatélica em Valinhos (SP). Ana Cristina
Barbarini Mendes, carteiro feminino; Silvia de Oliveira Castro, Gerente
da Região de Vendas de Campinas, representando o Diretor Regional
dos Correios de São Paulo Interior, Luiz Roberto Pagani e o prefeito
de Valinhos, Marcos José da Silva. Atrás: Representando
a Festa do Figo da cidade, a Rainha Talita Capelato Burin e a Princesa
Vanessa Ferreira.

Lançamento da Mala Filatélica em Vinhedo
(SP). Da esquerda para a direita: Prefeito de Vinhedo, Milton Serafim;
carteiro Salatiel Toneis Xavier e José Aparecido F. do Rosário,
Coordenador Comercial da Região de Campinas, representando o Diretor
Regional dos Correios de São Paulo Interior, Luiz Roberto Pagani.

Lançamento da Mala Filatélica em Louveira
(SP). Da esquerda para a direita: Carteiro Ronaldo Lima da Silva; atendente
dos Correios de Louveira, Selma Ap. de Oliveira; Francisco José
Dorta, Coordenador Comercial da Região de Sorocaba, representando
o Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior, Luiz Roberto
Pagani e Eleutério Bruno Malerba Filho, prefeito de Louveira.

Lançamento da Mala Filatélica em Itatiba (SP). Da esquerda
para a direita: Carteiro Braz Pereira da Silva Fonseca; prefeito de Itatiba,
João Fattori e Silvia de Oliveira Castro, Gerente da Região
de Vendas de Campinas, representando o Diretor Regional dos Correios de
São Paulo Interior, Luiz Roberto Pagani.

Lançamento da Mala Filatélica em Morumgaba (SP). Da esquerda
para a direita: José Roberto Zem, Prefeito de Morumgaba; Juliana
Muller Santos, Coordenadora Comercial da Região de Rio Claro, representando
o Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior, Luiz Roberto
Pagani e o carteiro Ivan Robson Delvechio.

Lançamento da Mala Filatélica em Jarinú
(SP). César Tadeu Menezes Reis, Gerente da Região de Vendas
de Sorocaba, representando o Diretor Regional dos Correios de São
Paulo Interior e Janaíne Ferrara, secretária municipal de
Turismo e Esporte de Jarinú.

Lançamento da Mala Filatélica em Atibaia
(SP). Da esquerda para a direita: Carteiro Carlos Eduardo Jesus de Lima;
Célio Felício, gerente da agência dos Correios de
Atibaia, representando o Diretor Regional dos Correios de São Paulo
Interior, Luiz Roberto Pagani e Fábio Aguiar, secretário
de Turismo de Atibaia, representando o prefeito de Atibaia, José
Bernardo Denig.

Lançamento da Mala Filatélica em Atibaia (SP). Da esquerda
para a direita: Walmércia Poli, diretora municipal de Turismo de
Itupeva; Carlos Roberto Favarão, Assistente Comercial de Filatelia
da Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Interior; Renê
Tomazetto, diretor de Turismo de Jundiaí; Rafaela Camursi Lourençon,
secretária de Turismo de Louveira; Célia Octaviani, Seção
de Filatelia da Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Interior
e Wadson Maury Monteiro, Assistente Comercial de Filatelia da Diretoria
Regional dos Correios de São Paulo Interior.
Correios homenageiam em selo o bicentenário
do Alvará Régio – Criação da Praça
do Commercio
Os Correios lançaram no dia (15/7) na sede da Associação
Commercial do Rio de Janeiro (ACRJ), um selo postal (emissão comemorativa)
ao bicentenário do alvará que oficializou a criação
da Praça do Commercio do Rio de Janeiro.

O selo destaca, à esquerda, a imagem do prédio
da Associação Comercial do Rio de Janeiro, localizado na
capital fluminense, posicionado sobre o número 200 que rememora
os dois séculos do Alvará Régio. À direita,
as legendas apresentam a evolução cronológica da
Associação e, no canto superior direito, é mostrada
a logomarca da ACRJ. A imagem de fundo representa a passagem do tempo
face ao bicentenário. Para criar o selo o artista Leonardo Lisboa
utilizou as técnicas de desenho e computação gráfica.
Com uma tiragem é de 600.000 unidades, o valor do selo é
de R$ 1,00 e pode ser adquirido em qualquer agência dos Correios
ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Correios divulgam em selo o Centenário
do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
O requinte do passado e a modernidade do presente!
Os Correios lançaram no dia (14/7) na cidade do Rio de Janeiro
(RJ), um selo postal (emissão comemorativa) do Centenário
do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
A atividade teatral, na metade final do século XIX era muito intensa
no Rio de Janeiro, mas, a então capital do Brasil não dispunha,
ainda, de um teatro de alto padrão.
Em 1894, o autor teatral Arthur Azevedo lançou uma campanha para
que um teatro fosse construído na capital do País.
Em 1903, foi lançado o edital para apresentação de
projetos e, após a realização do concurso, em 2 de
janeiro de 1905, o prédio começou a ser erguido. Quatro
anos e meio mais tarde, no dia 14 de julho de 1909, foi inaugurado pelo
presidente Nilo Peçanha, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Inicialmente, o Theatro foi apenas uma casa de espetáculos. A partir
da década de 1930, o Municipal passou a ter seus próprios
corpos artísticos, orquestra, coro e balé, que continuam
em plena atividade, realizando várias produções próprias
a cada ano.
Considerado um dos mais bonitos prédios do Rio de Janeiro, o Theatro
Municipal é a principal casa de espetáculos do Brasil e
uma das mais importantes da América do Sul. Para celebrar o seu
Centenário, foi totalmente restaurado e modernizadas as suas instalações.
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe com grande orgulho este selo
postal, iniciativa que representa o devido reconhecimento da sociedade
pela notável qualidade do trabalho teatral desenvolvido ao longo
desses cem anos e um grande prestígio para a cultura nacional.

Sobre o selo: De autoria da artista Glória Dias,
o selo destaca a fachada principal do prédio do Theatro Municipal
do Rio de Janeiro, uma das mais belas peças arquitetônicas
da cidade. Abaixo, a legenda que sinaliza os seus 100 anos de existência
como centro irradiador de arte e cultura. Foram utilizadas técnicas
de fotoilustração e computação gráfica
para restaurar a exuberância original do prédio, do douramento
de belos detalhes à pátina verde das cúpulas. A imagem
do selo recebeu, também, uma varredura de luz difusa em tom dourado,
que nos remete à sua preciosidade histórica. A logomarca
da instituição, no canto inferior direito, aparece aplicada
em hot stamping de película metálica dourada.
Com uma tiragem de 600.000 unidades, cada selo custa R$ 1,00 (Primeiro
Porte da Carta Comercial) e pode ser adquirido em qualquer agência
dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline)
Correios realizam Mala Filatélica Circuito
das Frutas – Turismo Rural
Natureza, tradição e gastronomia no caminho das melhores
frutas do País
Dentro da Emissão Mercosul – Produtos de Exportação,
os Correios emitirão, no dia 23 de julho deste ano na cidade de
Jundiaí (SP), dez selos, destacando o Circuito das Frutas –
Turismo Rural. Cada selo focalizará uma fruta produzida em cada
cidade do Pólo Turístico Circuito das Frutas, localizado
no estado de São Paulo.
Segundo a Embratur, o Turismo Rural é uma atividade desenvolvida
no campo, comprometida com a atividade produtiva, agregando valor a produtos
e serviços e resgatando o patrimônio natural e cultural da
comunidade.
O Circuito das Frutas é uma região compreendida por dez
municípios circunvizinhos: Atibaia, Indaiatuba, Itatiba, Itupeva,
Jarinu, Jundiaí, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo, que têm
nas suas economias uma forte presença do setor rural, principalmente
da fruticultura.
O forte do Circuito está nas visitas às propriedades produtoras
de frutas (uva, morango, caqui, pêssego, figo, ameixa, goiaba e
acerola, entre muitas outras) e seus derivados, como licores e compotas.
No Circuito das Frutas o visitante encontra muita hospitalidade, natureza,
tradições, restaurantes de comida típica e as melhores
frutas do país. Destacam-se as fazendas centenárias, sítios
históricos, a produção de frutas, a produção
artesanal de vinho, licores e doces, e o contato com as raízes
culturais e históricas do povo brasileiro.
Próximo à Grande São Paulo, o Circuito das Frutas
dispõe de uma das melhores malhas viárias do Brasil, com
destaque para as rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Está, também,
localizado próximo aos principais aeroportos do estado, como o
Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Congonhas, em São Paulo e Viracopos,
em Campinas.

MALA FILATÉLICA
Mala Filatélica é um produto customizado, direcionado a
colecionadores, que consiste na confecção de peças
filatélicas (que tenham como suporte envelopes, cartões-postais,
fotografia ou outro material selado), no transporte, na obliteração
e na devolução, ao endereço do cliente, das peças
circuladas no percurso definido.
Excepcionalmente não serão aceitos suportes diferenciados
para a Mala Filatélica “Circuito das Frutas – Turismo
Rural”.
PERCURSO
A Mala Filatélica partirá no dia 23 de julho, de Jundiaí
(SP) com lançamento oficial da folha de selos da Emissão
Mercosul: Produtos de Exportação – Circuito das Frutas
– Turismo Rural, e percorrerá o circuito, com o seguinte
itinerário: 24 Itupeva (SP), 25 Indaiatuba (SP), 26 Valinhos (SP),
27 Vinhedo (SP), 28 Louveira (SP), 29 Itatiba (SP), 30 Morungaba (SP),
31 Jarinu (SP) e 1/8 Atibaia (SP).
PEÇA FILATÉLICA
Será composta por um 1 FDC (Envelope 1º Dia de Circulação),
1 Carimbo de 1º Dia de Circulação (Jundiaí-SP),
10 carimbos comemorativos, exclusivos da Mala Filatélica, e 10
selos, cada um focalizando uma fruta produzida em cada cidade do circuito:
Morango (Atibaia), Acerola (Indaiatuba), Caqui (Itatiba), Uva Niágara
Rosada (Itupeva), Ameixa (Jarinu), Pêssego (Jundiaí), Uva
Niágara Branca (Louveira), Maracujá (Morungaba), Figo Roxo
(Valinhos) e Uva Máximo (Vinhedo). No canto inferior esquerdo de
cada selo está a logomarca do Mercosul.
PREÇO E FORMAS DE PAGAMENTO
O preço de cada peça filatélica é de R$ 25,00
e inclui um 1 FDC (Envelope 1º Dia de Circulação),
10 selos, 11 carimbos e a devolução da peça circulada
por meio de carta registrada.
As formas de pagamento são as seguintes:
? Cheque nominal e cruzado em favor da ECT;
? Depósito bancário em nome da Empresa Brasileira de Correios
e Telégrafos, Banco do Brasil/001, agência 4318-4, conta
31105730-6. Neste caso, o cliente precisa enviar cópia do Comprovante
de Depósito junto com o pedido.
ENDEREÇO
O cheque ou a cópia do Depósito Bancário com o pedido,
deverão ser enviados para:
Mala Filatélica “Circuito das Frutas – Turismo Rural”
Agência de Correios de Jundiaí/SP – At. Márcia
Almeida
Rua Petronilha Antunes, 343 – Centro
13201-970 Jundiai/SP
Fone: (0**11) 4521-0388/4586-6359 – E-mail: spiacjundiai@correios.com.br
PRAZOS
Os pedidos e o pagamento deverão estar em Jundiaí/SP até
o dia 20/07/2009, impreterivelmente, considerando a necessidade de preparação
das peças com os selos e as obliterações iniciais
do percurso.
A data de devolução das peças circuladas está
prevista para acontecer a partir de 24/08/2009.
Nota: Em caso de dúvida, contate o Departamento de Filatelia e
Produtos: fone: (0**61) 3426-1804 ou por e-mail: defip@correios.com.br,
ou através do e-mail deste colunista: carlosfavarao@correios.com.br
Selo homenageia a Cooperação Espacial
Brasil-Rússia
Os Correios lançaram no dia (12/6) em Brasília (DF), o
quinto selo da “Série Relações Diplomáticas”.
Dessa vez, o país homenageado é a Rússia e o motivo
é “Cosmonáutica: Espaçonave Soyuz”.
Em outubro de 2008, a Rússia e o Brasil comemoraram 180 anos de
intercâmbio diplomático. A história dos laços
de amizade entre os dois países é expressiva. Além
disso, as duas nações têm objetivos comuns na política
externa e existe uma cooperação muito frutífera,
inclusive no âmbito das Nações Unidas.
A espaçonave Soyuz realizou, em abril de 2006, um voo que levava
a bordo o primeiro cosmonauta brasileiro, Marcos Pontes, junto com a tripulação
russa à Estação Espacial Internacional. A Soyuz,
que em russo significa "união", é uma nave espacial
com capacidade para três cosmonautas. É a espaçonave
com o maior período de uso na história, sendo que a cada
modelo produzido são aplicadas novas tecnologias.

A emissão mostra a nave russa no momento de sua
trajetória rumo ao espaço sideral. No canto direito, aparecem
as bandeiras da Rússia e do Brasil demonstrando os laços
de amizade recíproca entre as duas nações. Para criar
o selo o artista Mário Alves de Brito utilizou a técnica
de computação gráfica. A tiragem é de 600.000
unidades e o valor do selo é R$ 2,35 e pode ser adquirido em qualquer
agência dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Correios da França lançam selos com aroma e sabor
de chocolate
Os Correios da França lançaram no dia (25/5) selos com
aroma de chocolate. A cartela com 10 unidades aromatizadas custa 5,60
euros (cerca de R$ 15,00). Além do leve perfume de chocolate, o
selo também possui sabor daquele produto, agradando, assim, a quem
envia e a quem recebe a correspondência.
A cartela é composta por 10 selos diferentes, retratando cada um
parte da história do chocolate, a partir das favas de cacau originárias
da América Central e da Amazônia à introdução
do chocolate na corte do rei Charles V, no século 16.
O novo selo com sabor de chocolate, vendido em todas as agências
dos correios da França, é mais uma estratégia para
atrair clientes.

Segundo dados fornecidos pelos Correios à BBC Brasil,
o volume de correspondências enviadas caiu 3% na França em
2008. Neste ano, só no primeiro trimestre, acentuada pela crise
econômica, a queda foi de 4,4% em relação ao trimestre
anterior.
Para tentar reverter essa tendência, os Correios franceses já
vinham adotando medidas como o lançamento, no ano passado, de um
sistema que permite imprimir, em casa, selos diretamente sobre envelopes
ou etiquetas.
Outro serviço, oferecido há cerca de um ano, permite criar
selos personalizados com fotos pessoais ou logotipos de empresas, serviço
idêntico ao fornecido pelos Correios do Brasil.
Segundo a assessoria, essas iniciativas se inserem em um plano de modernização
de produtos, com o objetivo de se aproximar mais dos hábitos dos
franceses, que cada vez mais fazem compras pela internet.
Correios lançam selo da visita da imagem do Divino Pai
Eterno a Rio Preto
Os Correios lançaram no dia (31/5), no Estádio Benedito
Teixeira “Teixeirão” em São José do Rio
Preto (SP), selo personalizado da visita da imagem do Divino Pai Eterno
a Rio Preto, com a presença do Pe. Robson de Oliveira, reitor do
Santuário Basílica do Divino Pai Eterno da cidade de Trindade
(GO).
As novenas do Divino Pai Eterno são exibidas pela Rede Vida de
Televisão, emissora com sede em São José do Rio Preto,
de segunda a sábado, às 10h, 17h e 20h30, aos domingos às
9h e missa às 17h30.O selo é uma homenagem ao Pe. Robson
de Oliveira pelo Pe. Aparecido Donizeti Bianchi, pároco da igreja
Sé Catedral de São José.

O selo personalizado é composto por duas partes:
na primeira, a bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano
secundário e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores
do ipê amarelo – árvore-símbolo nacional. Na
segunda parte, o selo estampa a imagem do Divino Pai Eterno e do Pe. Robson
de Oliveira, vendo-se ao fundo vista parcial da cidade de Rio Preto, a
partir da Represa Municipal. Completam o conjunto visual os dizeres: “VISITA
DA IMAGEM DO DIVINO PAI ETERNO – Tudo é do Pai!! –
31 de maio de 2009”.

Correios homenageiam em selo a Escola Judicial
Desembargador Edésio Fernandes – EJEF
Magistratura Qualificada e Consciente
Os Correios lançaram no dia (29/5) na cidade de Belo Horizonte
(MG), um selo postal (emissão especial) que homenageia a Escola
Judicial Desembargador Edésio Fernandes – EJEF, primeira
escola criada no país, vinculada a tribunal, destinada à
formação e ao aperfeiçoamento dos magistrados, tem
sua existência legal há pouco mais de três décadas,
conforme os éditos que ordenaram a sua criação, a
saber, Resolução nº. 61/1975, do Tribunal de Justiça
de Minas Gerais, Portaria nº. 231, de 13 de agosto de 1977 e Lei
Estadual nº. 7.655, de dezembro de 1979, que adaptava a Lei de Organização
e Divisão Judiciárias aos cânones constitucionais
vigentes. Mas a sua origem de fato remonta ao final da década de
sessenta, quando os juízes mineiros de primeiro grau passaram a
se reunir para estudar e debater os temas que os envolviam, a fim de otimizar
a prestação jurisdicional.
O movimento dos juízes influenciou a direção do Tribunal,
que assimilou a ideia e criou a EJEF, que se tornou pioneira, porque,
embora muitas lhe sejam contemporâneas, nenhuma se vinculou ou pertenceu
ao Tribunal, com estrutura orgânica oficial e subordinada às
regras impostas aos órgãos do poder público, pois
todas tinham atuação dependente das associações
da Magistratura, delas sofrendo influências e pressões, sem
respaldo do Órgão Judiciário.
Iniciou suas atividades na época em que as garantias da Magistratura
estavam suspensas pelos atos institucionais, porém o ambiente de
altos estudos tornou propícia a discussão e a análise
das dificuldades para o exercício pleno da jurisdição
e a forma de superá-las, constituindo-se os anais dos encontros
promovidos em importante fonte que veio a subsidiar os líderes
da Magistratura quando o país respirou a democracia.
O fortalecimento do Judiciário, na Constituição de
1988, que passou a arbitrar as questões do mais alto interesse
político nacional, expôs as suas deficiências estruturais,
e a pressão social levou à Reforma do Judiciário,
consubstanciada na Emenda Constitucional nº. 45, de 2004, que, na
mais importante das disposições reformadoras, consolidou
o trabalho que se desenvolvia para a formação de juízes,
ao dar nova redação ao parágrafo único do
Art. 105 da Constituição, que introduziu o Inciso I, o qual
estatui que funcionará junto ao Superior Tribunal de Justiça
a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de
Magistrados. O dispositivo foi inspirado em trabalho do Ministro Sálvio
de Figueiredo Teixeira, o maior responsável pela consolidação
das Escolas de Formação da Magistratura no país.
Com esta emissão, o Ministério das Comunicações,
em sua aguda percepção de que ao Judiciário não
podem faltar meios para a formação e o preparo dos magistrados,
demonstra seu interesse em um Judiciário forte, que tenha como
esteio a Magistratura qualificada, consciente de que, para poder estar
alinhada à sua missão constitucional, precisa reciclar-se
permanentemente.
A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes, do Tribunal de
Justiça de Minas Gerais, recebe este selo postal como a maior láurea
a que a instituição haveria de aspirar, pois representa
elevada distinção à Magistratura mineira pelo pioneirismo
de seu trabalho, e um grande prestígio para a Justiça estadual
e brasileira.

Sobre o selo: De autoria de Jamile Costa
Sallum, o selo destaca a obra Deusa Têmis, de Bescaal, segurando
em uma das mãos uma espada e na outra uma balança, simbologia
que representa, artisticamente, a Justiça. Posicionada sobre a
imagem do Palácio da Justiça Rodrigues Campos (Tribunal
de Justiça de Minas Gerais), em toda sua pujança e solidez
estrutural, e personificada na Escola Judicial Desembargador Edésio
Fernandes, base de formação dos magistrados que ingressam
naquele Tribunal. Com uma tiragem de 600.000 unidades, o preço
de cada selo é de R$ 1,00 e pode ser adquirido em qualquer agência
dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Correios divulgam em selo postal Roda de Capoeira
e Ofício dos Mestres de Capoeira
Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil
Lançado no dia (25/5) na cidade de Salvador (BA), nesta emissão
os Correios ressaltam os valores nacionais e sua importância no
contexto sociocultural do Brasil, ao mesmo tempo em que divulgam aspectos
da expressiva influência cultural africana presente na comunidade
brasileira.
A Capoeira se tornou, em 15 de julho de 2008, patrimônio cultural
imaterial do Brasil. De origem remota e controversa, se afirmou brasileira.
Foi aqui que fincou suas raízes e criou mitos e lendas, inclusive
na resistência contra a opressão escravocrata. Perseguida
e marginalizada por quase trezentos anos, era praticada às escondidas,
sendo considerada, apenas, mais uma obscura tradição dos
negros. Hoje, a Capoeira é parte do cenário brasileiro.
Por Lei Federal, é considerado patrimônio cultural imaterial
as práticas, as formas de ver e pensar o mundo, as cerimônias
(festejos e rituais religiosos), as danças, as músicas,
as lendas e contos, a história, as brincadeiras, os modos de fazer
(comidas, artesanato, etc.), os instrumentos, objetos e lugares associados
a eles. A tradição, no entanto, deve ser transmitida de
geração em geração, por comunidades brasileiras.
O registro dessa manifestação como patrimônio cultural
imaterial do Brasil é o reconhecimento, por parte do Estado brasileiro,
da contribuição africana para a nossa diversidade cultural,
da importância, da qualidade e da riqueza da Capoeira e dos saberes
dos mestres, simbolizada na vontade política refletida no desejo
da sociedade brasileira em também promover e valorizar expressões
culturais autênticas de setores sociais historicamente oprimidos.
O plano de preservação é uma consequência do
registro, e consolida medidas de suporte: plano de previdência especial
para os velhos mestres, estabelecimento de programa de incentivo à
sua prática, criação de um Centro Nacional de Referência
da Capoeira, e o plano de manejo da biriba – madeira utilizada na
fabricação do berimbau, além da elaboração
de projetos e implementação de políticas públicas
que envolvam ações necessárias à sua manutenção
e propagação.
A prática da Capoeira envolve um caráter cultural de grande
abrangência de expressão, ao reunir várias linguagens
artísticas. Sua vinculação com a antropologia e com
a história reforça o seu papel social e colabora na educação
de importantes segmentos da população brasileira. Presente
em todos os estados do Brasil e em mais de 150 países, a Capoeira
tem variações regionais e locais a partir de suas modalidades
mais conhecidas: Capoeira Angola e Capoeira Regional.
A Capoeira assume expressões fundamentais da nossa cultura nas
quais nos reconhecemos. A manifestação testemunha o quanto
nosso povo consegue redimensionar as adversidades em práticas positivas
de beleza incontestável.

Sobre o selo: O selo focaliza a obra ”Vadiação”,
da Série Jogo de Capoeira, do artista Carybé. A imagem mostra
uma típica roda de Capoeira e suas figuras tradicionais, os jogadores
e os instrumentistas em ação, assistidos, informalmente,
pelo povo em descontração e simplicidade. Os tons fortes
realçam o clima festivo.
Com uma tiragem de 10.200.024 unidades, o preço de cada selo é
de R$ 0,65 e pode ser adquirido em qualquer agência dos Correios
ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Correios retratam em selos a Esquadrilha da Fumaça
As manobras precisas e as acrobacias perfeitas da “Esquadrilha
da Fumaça” fazem parte do lançamento do mais novo
selo personalizado que os Correios imitiram no último sábado
(23/5). Intitulado “Esquadrão de Demonstração
Aérea – São Paulo – Brasil”, esse selo
personalizado constitui iniciativa da Diretoria Regional dos Correios
de São Paulo Interior para homenagear o grupo, cujos pilotos, oficiais
de carreira da FAB, são formados no “Ninho das Águias”,
a sede da Academia da Força Aérea, localizada na cidade
de Pirassununga (SP).

Fundado em 14 de maio de 1952, o Esquadrão de Demonstração
Aérea (EDA), mais conhecido como “Esquadrilha da Fumaça”,
completa este ano 57 anos de história. Formado por treze pilotos
que se revezam em sete posições de voo, o grupo tem mais
de 3.200 demonstrações realizadas no Brasil e no exterior.
É o time acrobático com maior número de demonstrações
realizadas no mundo.
A folha de selos personalizados da “Esquadrilha da Fumaça”
é composta por seis diferentes imagens. As fotos são de
autoria do fotógrafo e piloto da esquadrilha, Waldemar Prieto Júnior
durante uma das apresentações do grupo. A arte final da
folha é de Carolina de Oliveira Marques. Foram confeccionadas 10.000
folhas que podem ser adquiridas em qualquer agência dos Correios.
Confira na tabela abaixo os valores por folha:
Quantidade de Folhas Valor do Desconto (R$) Preço Unitário
(R$) por folha, para a mesma imagem
1 folha c/12 selos Sem desconto R$ 26,00
De 2 a 100 fls do mesmo modelo e imagem R$ 4,00 R$ 22,00
De 101 a 500 fls do mesmo modelo e imagem R$ 5,00 R$ 21,00
De 501 a 1.000 fls do mesmo modelo e imagem R$ 6,00 R$ 20,00
Acima de 1.000 fls do mesmo modelo e imagem R$ 7,00 R$ 19,00
O Selo Personalizado é um conjunto composto por duas imagens distintas,
separadas pelo picote: o selo postal e a vinheta destinada à impressão
de imagem pertencente ao cliente. Cada folha de selos personalizados contém
12 conjuntos.
O Selo Personalizado tem como diferencial o uso de uma imagem escolhida
pelo próprio cliente, em um selo. Valem desde logomarcas de empresas,
marcas de produtos até fotografias pessoais, de animais de estimação
e de obras de arte de autoria do cliente. Só não são
admitidas imagens que contenham idéias contrárias ao convívio
social, como as de conteúdo ilegal, preconceituoso ou obsceno.
O Selo Personalizado pode ser utilizado, normalmente, no envio de correspondências
e representa uma oportunidade para pessoas e empresas de todos os tipos
divulgarem imagens que transformam uma simples carta em uma peça
única e numa mídia poderosa.
A única exigência feita ao cliente é preencher um
termo de solicitação, que fica disponível nas Agências
dos Correios, e fornecer a fotografia que deseja divulgar. No caso de
menores de 18 anos, vai ser pedido, ainda, que o termo seja assinado pelo
responsável legal.
O Selo Personalizado é mais uma alternativa que os Correios oferecem
aos clientes para ampliar o segmento de correspondência social e
comercial. Vá até uma Agência de Correios e faça
o seu!
Paulista FC de Jundiaí comemora 100 anos
com selo e carimbo postal
Os Correios lançaram no dia (17/5), no Salão Anexo da Câmara
Municipal de Jundiaí (SP), selo personalizado e carimbo postal
comemorativo em alusão ao Centenário do Paulista Futebol
Clube de Jundiaí.
O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a
bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário
e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo
– árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo
estampa a imagem da logo oficial criada especialmente para as comemorações
do Centenário do Paulista FC.
Os selos serão utilizados nas correspondências enviadas pelo
Paulista FC e também para atender colecionadores e interessados.
De autoria de Mário Alves de Brito, o carimbo postal comemorativo
apresenta no centro a imagem do brasão do Paulista FC e a expressão
“100 Anos”. Ao redor, em círculo, os dizeres: Exposição
Filatélica – Correios – Jundiaí – SP e
o período de circulação do carimbo: 17 a 31.5.2009,
sendo que, após o seu lançamento oficial, esse carimbo permanecerá
na Agência Central dos Correios de Jundiaí durante o referido
período, para aplicação em todas as correspondências
confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas
(colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais).
História: O Paulista FC foi fundado em 17 de maio de 1909 por funcionários
da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. De 1909 a 1919, ano em que
se filia à APEA – Associação Paulista de Esportes
Athléticos, limitou-se a disputar jogos amistosos e jogos internos
entre os funcionários daquela ferrovia. Com a filiação
a APEA passa a disputar o Campeonato do Interior e já no primeiro
campeonato sagra-se campeão do interior o que lhe dá o direito
de disputar o título estadual contra o Club Athlético Paulistano
(campeão da capital). O jogo foi vencido pelo CA Paulistano pelo
placar de 5x4 tendo Arthur Friedenreich, um dos maiores, senão
o maior jogador brasileiro da época, feito o gol decisivo da partida.
Entre os títulos conquistados pelo tricolor jundiaiense estão
os de 1968 e 2001 que deram acesso à Divisão Especial /
Série A do Campeonato Paulista. Em 2004 foi vice-campeão
do Estadual (Série A) perdendo o título para o São
Caetano, em 2001 foi campeão brasileiro da Série C e em
2005 venceu a Copa do Brasil vencendo na final o Fluminense FC. Este título
deu ao “Galo do Japi” o direito de disputar a “Taça
Libertadores da América” em 2006.
Correios lançam selo e carimbo em comemoração
ao cinquentenário do Rei Roberto Carlos
Os Correios lançaram no dia (13/4), na Praça Jerônimo
Monteiro, s/n, centro de Cachoeiro de Itapemirim (ES), terra natal do
cantor, selo personalizado e carimbo postal comemorativos dos 50 anos
de carreira de Roberto Carlos.
A homenagem ao artista é uma iniciativa da Prefeitura Municipal
de Cachoeiro de Itapemirim, que solicitou aos Correios a confecção
dos selos personalizados e do carimbo comemorativo alusivos aos 50 anos
de carreira de um dos mais famosos artistas capixabas.
O lançamento de selo deu início à semana de homenagens
ao cinquentenário do cantor, que teve como ponto alto um show do
"Rei", no dia 19 de abril, no Estádio Municipal de Cachoeiro
de Itapemirim.

O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a
bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário
e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo
– árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo
estampa a imagem da casa onde nasceu o cantor, abaixo da expressão
“COMO É GRANDE O NOSSO AMOR POR VOCÊ!”. Completam
o conjunto visual os dizeres: “2009 Cinquentenário do Rei
– Cachoeiro de Itapemirim-ES – doce terra onde eu nasci”.
Já o carimbo comemorativo apresenta ao centro a frase “Como
é grande o nosso amor por você! 13 de abril de 2009”.
Ao redor, em círculo, os dizeres: “Cinquentenário
do Rei Roberto Carlos - Correios - Cachoeiro de Itapemirim-ES”.
Os selos serão utilizados nas postagens de correspondências
da Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim. O carimbo será
utilizado na Agência Central dos Correios de Cachoeiro de Itapemirim
pelo período de 30 dias (até 12.5) para aplicação
em todas as correspondências confiadas àquela unidade, e
também para os filatelistas (colecionadores de selos) e marcofilistas
(colecionadores de marcas postais), sendo após esta data encaminhado
ao Museu Postal e Telegráficos dos Correios, em Brasília.
Correios dos EUA lançam série de
selos em homenagem aos Simpsons
A descarada família Simpsons ilustra selos postais nos Estados
Unidos. Os selos entraram em circulação no último
dia (7) de maio. É uma homenagem ao popular programa de televisão,
que faz agora 20 anos. Homer, Marge, Maggie, Bart e Lisa vão agora
competir com outros personagens históricos e com os grandes eventos
do país. "Os Simpsons" é a série que está
há mais tempo em horário nobre na televisão norte-americana.

“Esta é a maior e mais adesiva honra que os Simpsons já
receberam”, disse o criador e produtor executivo da série,
Matt Groening, ao site da “Hollywood Repórter”. Foi
ele mesmo quem desenhou os retratos dos personagens para os correios.
Os selos que levam as imagens dos Simpsons valem US$ 0,44 (R$ 0,96) e
estão a venda no site do serviço postal americano. A série
é limitada.
Correios divulgam em selos arquitetura e meio
ambiente do Brasil e da Tailândia
Série Relações Diplomáticas Tailândia:
Bromélias da Mata Atlântica, Orquídea e Arquitetura
Nesta emissão, da Série Relações Diplomáticas,
os Correios focalizam a arquitetura e o meio ambiente, apresentando a
orquídea tailandesa e bromélias da Mata Atlântica
brasileira, assim como edificações singulares desses países,
registrando, por ocasião do cinquentenário das relações
diplomáticas entre as duas nações, suas peculiaridades
e importância nos contextos ambiental e arquitetônico.
O lançamento oficial dos selos acorreu no dia (17/4) nas cidades
de Brasília/DF e Petrópolis/RJ.
Sobre os selos: De autoria de Nelson Takumi Yoneda e Hélio Flávio,
os selos registram duas riquezas da flora tropical, uma do hemisfério
sul: dois exemplares de bromélias da Mata Atlântica brasileira,
e a outra do hemisfério norte: a orquídea rabo-de-raposa-branca,
representando a Tailândia, assim como dois exemplos singulares da
arquitetura desses dois países: a Catedral de São Pedro
de Alcântara, localizada em Petrópolis, área de Mata
Atlântica, na região serrana no estado do Rio de Janeiro
(Brasil) e o Salão do Trono Dusit Maha Prasat, situado na capital
Bangcoc (Tailândia). O conjunto de imagens dos selos é caracterizado
pela harmonia de suas formas, simultaneamente suntuosas e despojadas.
Com uma tiragem de 600.000 unidades, o preço de cada selo é
de R$ 2,35 e podem ser adquiridos em qualquer agência dos Correios
ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).

Orquídea Rabo-de-Raposa-Branca
A orquídea rabo-de-raposa-branca, Rhynchostylis gigantea, é
nativa da Tailândia e de seus países vizinhos. Na Tailândia,
essa orquídea é encontrada na maior parte do território
a partir das regiões orientais da província Prachinburi,
seguindo para o norte e passando pelas províncias Nakornsawan,
Loei e Chiengmai. Sua denominação originou-se devido as
suas longas, finas, densas e compactas folhas brancas luminosas, que atingem
cerca de 40cm, assemelhando-se a um rabo de raposa.
Salão do Trono Dusit Maha Prasat
Salão do Trono Dusit Maha Prasat é o principal edifício
dentre as várias edificações famosas do Grande Palácio
de Bangcoc, construído em 1789, por ordem do Rei Rama I, o primeiro
Rei da Dinastia Chakri (atual dinastia). Ele foi construído em
forma de cruz, com quatro asas cobertas por quatro abas a partir do centro.
No passado, a edificação era utilizada para coroações,
audiências e revisões das escrituras budistas. Hoje, é
usado para cerimônias fúnebres antes da cremação
dos reis, rainhas e dos membros da família real. Nele são
realizados eventos especiais, como a celebração anual do
Dia da Coroação, que acontece em 5 de maio.
Bromélias da Mata Atlântica
A bromélia Vriesea ensiformis (Vell.) Beer, da Família Bromeliaceae,
é uma das cerca de 250 espécies do gênero Vriesea
que se distribuem pela América tropical. É uma planta herbácea
perene, epífita (cresce sobre tronco de outras plantas), raramente
rupícola (cresce sobre rochas), de até 0,5 m de altura.
Possui folhas perenes, dispostas em roseta e inflorescência predominantemente
vermelha com flores amarelas ao longo do ano, e frutos tipo cápsula,
deiscentes, com muitas sementes plumosas. A polinização
ocorre por intermédio de beija-flores, e a dispersão pelo
vento.
A bromélia Aechmea disticantha Lem. da Família Bromeliaceae,
é uma das aproximadamente 160 espécies brasileiras do gênero
Aechmea. É, também, uma planta herbácea perene, epífita,
rupícola ou terrestre de até 1,4m de altura. Possui folhas
com espinhos, perenes, dispostas em roseta e inflorescência predominantemente
rósea a vermelha, com flores de pétalas em tons lilases
a azulados e frutos tipo baga, ao longo do ano, distribuindo-se desde
o Brasil central e regiões Sudeste e Sul até Argentina,
Paraguai e Uruguai.
Catedral de São Pedro de Alcântara – Petrópolis/RJ
Situada em Petrópolis, teve sua origem na sede da paróquia
instalada em templo limítrofe ao Palácio Imperial, construída
entre 1847 e 1848 em terreno reservado pelo Major Júlio Frederico
Koeler, e lá funcionou por mais de 77 anos.
Desde a inauguração da primeira matriz, já se pensava
na construção de uma outra, no morro do Belvedere. O interesse
do Imperador D. Pedro II e de sua filha, Princesa Isabel, motivou essa
iniciativa. Em 12 de março de 1876, foi lançada a primeira
pedra fundamental para a construção da matriz catedral,
cujas obras foram iniciadas sob a responsabilidade do engenheiro Francisco
Caminhoá.
Em 1884, foi lançada, então, a segunda pedra fundamental.
Por sugestão da Princesa Isabel a fachada da matriz se voltou para
a Avenida Koeler, que guarda, até hoje, a beleza e a harmonia do
seu conjunto arquitetônico em estilo neogótico. Os trabalhos,
paralisados em 1901, foram retomados em 1914 e, em 29 de novembro de 1925,
a nova matriz foi inaugurada, embora ainda inacabada.
Em 1929, o Pe. Francisco Gentil Costa iniciou uma campanha pela conclusão
da fachada, das capelas batismal e imperial e de mais quatro pavimentos
da torre. As obras foram finalizadas em 5 de dezembro de 1939. Em 1969
foram encerrados o levantamento da torre e a colocação dos
sinos, pelo Bispo Diocesano D. Manuel Pedro da Cunha Cintra. A cela do
campanário abriga os cinco sinos de bronze, sendo que o maior,
o “São Pedro de Alcântara”, pesa quatro toneladas.
Correios homenageiam em selo postal Beirute Capital
Mundial do Livro 2009
Série Relações Diplomáticas: Líbano
– Beirute Capital Mundial do Livro 2009
Lançado no dia (5/5) nas cidades de São Paulo (SP) e São
José do Rio Preto (SP), nesta emissão da Série Relações
Diplomáticas, os Correios homenageiam em selo postal Beirute, a
capital mundial do livro 2009, simbolizada por um escritor libanês
e ícone da literatura universal, Gibran Khalil Gibran.
Considerada como “a imprensa do mundo árabe”, Beirute
teve um papel promissor na circulação do livro no oriente
e teve uma grande contribuição para o “Nahda”,
o Renascimento árabe. Possui, hoje, mais de 400 editoras que produzem
livros em árabe, assim como em francês e em inglês
para 12 renomadas universidades, incluindo a Universidade Libanesa, a
Universidade Americana de Beirute (AUB), a Universidade de Saint-Joseph,
e diversos centros culturais.
Beirute sempre foi um abrigo da liberdade para os intelectuais do mundo
árabe. A imprensa e os escritores sempre se esforçaram em
promover os direitos humanos e as idéias de liberdade. É
uma cidade por excelência dos diálogos e da personificação
da criatividade coletiva no mais alto nível de integração
de culturas diversas. Para seus habitantes e para os que por ela transitam,
representa a experiência de todos os limiares e de todas as mediações.

Da esquerda para a direita: Cássia Guerra,
Diretora Cultural da Acirp – Associação Comercial
e Industrial de Rio Preto; Dr. Darci Carramona, Filatelista e representando
a APCD – Associação Paulista dos Cirurgiões
Dentistas de Rio Preto; Rubens Antônio Claudio, Gerente da Região
Operacional dos Correios de Rio Preto, representando o Diretor Regional
dos Correios de São Paulo Interior, Luiz Roberto Pagani; Pr. Sebastão
Santos, vereador; Marciana Gomes Lopes, Diretora da Biblioteca Municipal
de Rio Preto “Dr. Fernando Costa”; Dr. Jorge José Bitar,
Dirigente Cultural de José Bonifácio e representando o Assessor
da Casa Imperial do Brasil e Agnaldo de Souza Gabriel, Presidente da Sociedade
Filatélica e Numismática de Rio Preto.
Sobre o selo: De autoria de Edson Cláudio B. Neiva,
o selo apresenta, no canto inferior direito, a imagem de Gibran Khalil
Gibran e, ao lado, em destaque, uma frase desse renomado escritor libanês,
que possui uma obra universal, estimada em todos os continentes. Os livros,
no canto esquerdo, e a vista parcial da capital libanesa, ao fundo, remetem
à indicação de Beirute, pela UNESCO, como Capital
Mundial do Livro 2009.
Com uma tiragem de 600.000 unidades, o preço de
cada selo é de R$ 2,35 e pode ser adquirido em qualquer agência
dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Como aconteceu: No dia 08 de outubro de 2007, a Presidente da Associação
Cultural Brasil-Líbano, Srª. Lody Brais, formulou ao Ministério
das Comunicações o pedido de um selo em homenagem aos 125
anos de nascimento de Gibran Khalil Gibran. Como já havia ocorrido
a escolha dos selos em julho daquele ano, pela Comissão Filatélica
Nacional - CFN, o selo não pôde concorrer, pois a proposta
chegou fora do prazo (até 01 de junho do corrente ano).
Os Correios Brasileiros já homenagearam em selo postal o Líbano
por três vezes: 12/5/1954 – “Visita do Presidente do
Líbano Camille Chamoum”, 21/11/2003 – “Relações
Diplomáticas e Culturais Brasil-Líbano”; 31/3/2005
– “Imigração Libanesa para o Brasil”.
Série Relações Diplomáticas: No ano passado
os Correios Brasileiros receberam muitos pedidos de selos com outros países,
uns feitos por pessoas físicas, outros por Embaixadas e também
por outras Administrações Postais. A Srª. Maria de
Lourdes, Chefe do Departamento de Filatelia e Produtos da ECT e Secretária
da Comissão Filatélica Nacional propôs ao colegiado
que os Correios Brasileiros fizessem uma série intitulada “Relações
Diplomáticas” que abrangesse todos os países que procuraram
os Correios. A Comissão Filatélica Nacional - CFN acatou
a idéia.
Esta série homenageará 10 países, a saber: China,
Chile, Tailândia, Líbano, Rússia, França, Coréia
do Sul, Hong Kong, Portugal e Síria.
Os lançamentos estão previstos respectivamente para: China
(15 de janeiro), Chile (18 de março), Tailândia (17 de abril),
Líbano (5 de maio), Rússia (12 de junho), Holanda (4 de
agosto), França (setembro), Coréia do Sul (30 de outubro),
Hong Kong (5 de novembro), Portugal (a definir) e Síria (a definir).
Selo destaca o centenário do Sport Club
Internacional
Os Correios buscam propagar em selos postais os grandes destaques do
esporte nacional. Na Série Clubes de Futebol é homenageado
um dos clubes mais prestigiados e vitoriosos da história futebolística
mundial, por ocasião do seu Centenário, o Sport Club Internacional.
Há um século nascia o Clube do povo do Rio Grande do Sul.
Criado como alternativa aos demais clubes futebolísticos de Porto
Alegre que fechavam suas portas às pessoas que vinham de fora ou,
até mesmo, às camadas mais simples da sociedade gaúcha
da época. Barrados em outros clubes locais, os irmãos Pope
uniram-se a um grupo de garotos e fundaram, na noite de 4 de abril de
1909, o seu próprio Clube, o Sport Club Internacional.
Na década de 70, já no maior estádio particular do
Brasil da época, o Internacional, chamado carinhosamente de Colorado,
ou simplesmente de Inter, foi o Clube brasileiro que mais vezes levantou
a taça do Campeonato Brasileiro, vencendo outros gigantes do futebol
como o Cruzeiro (1975), Corinthians (1976) e Vasco da Gama (1979), tendo,
nesse ano, conquistado o título de forma invicta. Em 1984, a equipe
do Internacional mais uma vez foi a base da Seleção Brasileira
e alcançou um lugar de destaque para o futebol brasileiro nas Olimpíadas,
conquistando a medalha de prata em Los Angeles.
Em 1992, a Copa do Brasil foi conquistada, levando à camisa rubra
a sua quarta estrela. Mas foi em 2006, que o Colorado galgou o posto mais
alto de uma equipe no mundo, após conquistar a Libertadores da
América, e, no mesmo ano, o título de Campeão Mundial
Interclubes FIFA, vencendo a poderosa equipe do Barcelona.
A conquista de títulos internacionais virou rotina para o Colorado
que venceu Stuttgart (Alemanha), e a Internazionale (Itália) e,
mais recentemente, unificou todos os títulos do continente, conquistando
a Copa Sul-Americana, sendo o primeiro time brasileiro a vencer essa importante
competição, o que o credenciou como único a ser campeão
de todos os títulos possíveis entre os times brasileiros.
No ano do Centenário, o Inter ostenta todas essas conquistas sem
perder os valores de democracia e inclusão, que marcaram a trajetória
de sua história de glórias – o Clube do Povo.

Sobre o selo: De autoria de Fred Colorado, o selo destaca
a imagem do escudo do Sport Club Internacional, com as taças que
registram as diversas conquistas do Clube. No canto superior esquerdo,
a indicação do primeiro século de sua história.
As imagens estão sobrepostas a um fundo vermelho, cor que identifica
o “colorado gaúcho”, cujas nuances representam a passagem
do tempo nesse centenário.
O lançamento oficial do selo foi no dia (4/4) na cidade de Porto
Alegre (RS). Foram impressos 1.020.000 selos. O preço de cada selo
é de R$ 1,00 e pode ser adquirido em qualquer agência dos
Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
1 - 2009
Rede Vida inaugura TV digital com lançamento
de selo e carimbo postal
Os Correios lançaram no dia 18/3, selo personalizado e carimbo
postal comemorativo em alusão ao lançamento da TV digital
da Rede Vida de Televisão. O evento ocorreu na sede da emissora,
Rua Geraldina Verônica Batista de Camargo, 400 – Jardim Yolanda
– São José do Rio Preto (SP).
O evento contou com a presença do Ministro das Comunicações,
Senador Hélio Costa; João Monteiro de Barros Filho, Diretor
Presidente da Rede Vida; Luiz Roberto Pagani, Diretor Regional dos Correios
de São Paulo Interior; Dom Antônio Maria Mucciolo, Arcebispo
Emérito de Botucatu e Presidente do INBRAC – Instituto Brasileiro
de Comunicação Cristã; Dom Paulo Mendes Peixoto,
Bispo da Diocese de Rio Preto; Dom Orani João Tempesta, Arcebispo
Metropolitano de Belém (PA) dentre outras autoridades.
O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a
bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário
e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo
– árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo
estampa a logo da emissora e do sistema HDTV, abaixo da expressão
“INAUGURAÇÃO”. Completam o conjunto visual os
dizeres: “PROGRAMAÇÃO E IMAGEM DE ALTA DEFINIÇÃO”.

O carimbo postal comemorativo também apresenta
a imagem da logo da emissora e do sistema HDTV. Ao redor, em círculo,
os dizeres: Programação e Imagem de Alta Definição
– Inauguração – Correios – São
José do Rio Preto/SP e o período de circulação
do carimbo: 18.3 a 16.4.2009, período esse que após seu
lançamento oficial (18), ficará na Agência Central
dos Correios de Rio Preto para aplicação em todas as correspondências
confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas
(colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais).
As duas peças são de autoria de Carlos Eugênio Malfatti
Júnior, funcionário da Rede Vida.

Exposição homenageia 40 anos da
ECT no mês de março
Desde o Brasil colonial, a instituição está presente
na trajetória do país

A mostra de banners “Uniformes Antigos de Carteiros”
abriu 17/3 as comemorações dos 40 anos da Empresa Brasileira
de Correios e Telégrafos – ECT em São José
do Rio Preto.
Através de 10 banners, uma parte da história dos Correios
no Brasil é retratada por meio das peças utilizadas por
aquele que denominamos hoje como carteiro. As imagens apresentam diferentes
períodos do serviço postal no Brasil, desde a atuação
dos tropeiros, os primeiros entregadores de correspondências que
o Brasil conheceu, até a figura do carteiro na década de
30, quando ainda existia o Departamento de Correios e Telégrafos
– DCT.
A mostra acontece até o dia 31 deste mês na Agência
Central dos Correios de Rio Preto – Rua Prudente de Moraes, 3057
– Centro. O horário de visitação é:
de segunda a sexta-feira das 9h às 17h, e aos sábados das
9h às 12h.
Os 40 anos da ECT: Criada pela Lei nº. 509 em 20 de março
de 1969 como empresa pública vinculada ao Ministério das
Comunicações, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
– ECT substituiu o Departamento de Correios e Telégrafos,
subordinado ao Ministério das Comunicações, que não
apresentava mais infraestrutura compatível com as necessidades
dos usuários.
O surgimento da ECT correspondeu a uma nova postura por parte dos poderes
públicos com relação à importância das
comunicações e, particularmente, dos serviços postais
e telegráficos, para o desenvolvimento do Brasil. Com sua nova
estrutura, a empresa pôde nesses 40 anos contribuir para a integração
do país, por meio da oferta de serviços de qualidade a toda
população brasileira, sem deixar de atuar também
nas áreas social, cultural e esportiva.
Correios divulgam em selos a Proteção
dos Pólos e das Geleiras
Os Correios lançaram no dia 18/3 nas cidades de Brasília/DF
e Porto Alegre/RS, um se-tenant com dois selos retratando a Proteção
dos Pólos e das Geleiras.
Com esta emissão, os Correios do Brasil, por meio da filatelia,
divulgam o patrimônio natural das regiões polares, reconhecendo
a necessidade de sua preservação e importância para
o equilíbrio ambiental do planeta.
Foram impressos 1.020.000 selos. O preço de cada selo é
de R$ 1,00 e poderá ser adquirido em qualquer agência dos
Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).

Sobre os selos: De autoria de Miriam Guimarães,
o se-tenant registra duas riquezas da fauna das regiões polares,
ressaltando a importância dessas espécies e a preservação
do seu ecossistema, o que é fundamental para o equilíbrio
ecológico do planeta. O selo da esquerda focaliza a imagem da foca-leopardo
do hemisfério sul (Antártica), Hydrurga leptonyx, que possui
como característica, além da robustez, manchas pretas sobre
a pelagem. No selo da direita, o urso-polar, conhecido como urso-branco,
Ursus maritimus, da região polar norte (Ártico) e, no canto
inferior direito, a logomarca cristal de gelo, que identifica as emissões
sobre a proteção dos pólos e das geleiras. Na imagem
de fundo, uma paisagem das geleiras continentais, que reportam à
sua preservação. A flora da área é composta
por vegetais inferiores (algas, fungos, liquens e musgos).
Se-tenant: Expressão francesa significando "o
que não se separa". Filatelicamente é o conjunto de
dois ou mais selos, nos quais o desenho encontra continuidade de um para
o outro. Eles não devem ser separados, em se tratando de tê-los
para colecionamento. Conhecido em italiano como "Tenedosi",
"Husammenhanged" (alemão) e "Unsevered" para
os ingleses.
Aniversário da ECT é marcado com lançamento
de selos
Lançado no dia 20/3 na cidade de Brasília/DF, nesta emissão,
os Correios do Brasil, por meio da filatelia, divulgam produtos e serviços
da Empresa, ao mesmo tempo em que homenageiam aqueles que ajudaram a construir
e manter a ECT como um baluarte de qualidade e eficiência na prestação
de serviços de Correios, um valioso patrimônio do povo brasileiro.
De autoria de Lidia Hurovich Neiva, o primeiro selo mostra a figura do
Carteiro diante de uma residência, entregando correspondência,
cena presente no cotidiano dos brasileiros, tendo como foco uma Carta,
símbolo da atividade postal. Cada selo custa R$ 0,65. Já
o segundo selo, de autoria de Mário Alves de Brito, focaliza o
Telegrama, um esboço moderno em linhas e perspectivas, expressando
as emoções que desperta em quem recebe essa correspondência,
simbolizadas pelo coração e as linhas do eletrocardiograma.
A mão representa o ato de entregar e de receber a mensagem, ressaltando
a interação empresa/cliente. Cada selo custa R$ 1,00.
Os selos podem ser adquiridos em qualquer agência dos Correios ou
na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).

Os 40 anos da ECT: Há 40 anos, no dia 20 de março
de 1969, foi criada pelo Decreto Lei Nº 509, a Empresa Brasileira
de Correios e Telégrafos. Vinculada ao Ministério das Comunicações,
a ECT deu início ao processo de desenvolvimento do Serviço
Postal Brasileiro.
Considerado um dos mais avançados e respeitados do mundo, o serviço
de correio do Brasil compreende vários segmentos, todos caracterizados
pela excelência e diversificação nas atividades postais
e tecnológicas. Entre eles, podemos destacar a carta e o telegrama,
que neste ano ilustram a Série Produtos e Serviços Postais.
Modernizar, diversificar e expandir permanentemente a oferta de produtos
e a prestação dos serviços. Este é o grande
desafio da ECT, uma empresa fomentadora da comunicação,
e de seus milhares de empregados que colaboram diariamente com a evolução
dos serviços postais no país.
5 de março – Dia do Filatelista
Brasileiro
Em 1969, em São Paulo, durante um congresso organizado pela Comissão
Estadual de Filatelia, ficou definido que o dia do Filatelista seria 5
de março, dia do aniversário da assinatura do Decreto de
1829, baixado por D. Pedro I, que organizou os Correios do Brasil, definindo
tarifas e outras medidas de importância para os serviços
postais. A escolha da data justifica-se pelo fato das medidas de D. Pedro
I culminarem com a independência e a organização dos
Correios do Brasil. Isso possibilitou que, em 1º de agosto de 1843,
14 anos depois, fosse emitido o primeiro selo postal brasileiro. Segundo
país do mundo e primeiro das Américas a adotar o selo postal
como comprovante de franqueamento, o Brasil deve seu pioneirismo ao imperador
D. Pedro II. Sensível às idéias inovadoras, D. Pedro
II vislumbrou em um pequeno pedaço de papel, o selo Penny Black,
primeiro selo emitido no mundo, em 1º de maio de 1840, na Inglaterra,
uma conquista que marcaria definitivamente o destino dos correios.

“Olho-de-Boi”. Primeiro selo adesivo
brasileiro, criado por decreto do Imperador D. Pedro II, em 1842, o qual
resolveu adotar o mesmo sistema de postagem do inglês Rowland Hill,
tornando o Brasil o segundo país do mundo a adotá-lo. Os
selos foram emitidos em 1843 nos valores de 30, 60 e 90 réis.
Colecionar selos é um passatempo que mobiliza milhares
de pessoas no Brasil. O trabalho do filatelista não se resume em
recolher selos e guardá-los. Trata-se também de organizá-los,
separando-os de acordo com país, época, tema, variedade
ou algum outro critério. Além de colecionar selos, o filatelista
se ocupa também dos carimbos, franquias mecânicas, folhas
comemorativas e blocos.
Os selos perpetuam a história e propagam o que de mais valioso
um País acumula ao longo de sua trajetória. Em cada tema
abordado, uma descoberta, e a certeza do imenso potencial do selo e da
missão dos Correios de torná-lo a expressão máxima
da comunicação.

Neste dia tão especial para os filatelistas, desejamos aos colecionadores
do Brasil pleno êxito no desenvolvimento de suas atividades. Ao
viver as emoções de cada motivo de selo postal, o filatelista
promove a divulgação da cultura, da paz e da integração
entre os povos de todas as Nações. Parabéns!!!
Filatelista – Não é apenas quem coleciona selos e
peças postais, mas, também, um estudioso e organizador de
suas variedades e da Filatelia em geral.
Como iniciar uma coleção de selos
Diversas são as maneiras de se iniciar uma coleção.
Uns iniciam com selos retirados da correspondência da família
ou recebidos como herança de algum parente filatelista que deixou
uma coleção. Outros começam comprando os selos nas
Agências dos Correios ou em casas comerciais especializadas.
Na hora de decidir como montar uma coleção
de selos, é preciso criatividade para pensar como ela será
desenvolvida, escolher um tema como: esportes, artes, cidadania, ecologia,
personalidades, meios de transporte, aviação, fatos históricos,
educação, entre outros, e ilustrar a coleção
com selos do Brasil e de outros países.
Para ser um bom colecionador, é fundamental conhecer, também,
um pouco da história das comunicações e do selo postal.
O que é Filatelia?
Palavra derivada do grego, (Philos = amigos e Telos = selos) significando
“amigo do selo”. É o estudo dos selos postais, o hábito
ou gosto de colecioná-los. (Galvão, Raymundo, 1998).
A Filatelia é:
• Pesquisa/estudo em torno das mais variadas particularidades que
envolvem o selo postal desde sua temática até a imagem nele
contida;
• forma de entretenimento e investimento;
• meio de união entre os povos;
• fonte permanente de conhecimentos sobre geografia, história,
desportos, política, e aspectos variados do universo sociocultural
dos países;
• divulgação das belezas e riquezas naturais de um
país;
• constante desenvolvimento do senso crítico e artístico;
• excelentes recursos para educação da criança
e do jovem.
Viagem ao mundo dos selos
E você sabia que quem coleciona selos pode fazer amizades no mundo
inteiro? É muito simples. É só trocar selos com amigos
ou se corresponder com outros colecionadores espalhados pelo mundo todo

Existe uma espécie de mágica para viajar pelo
mundo encantado dos selos. É como ler um livro e viajar em uma
aventura por mundos desconhecidos. Você vai descobrir tudo isso
colecionando selos e completando o seu álbum.
Vamos embarcar nesta viagem. Tenho certeza que vai ser uma gostosa brincadeira.
Vamos lá...
Correios homenageiam em selo o centenário
do nascimento de Dom Helder Câmara
Os Correios lançaram no último dia (7/2) nas cidades de
Fortaleza/CE e Recife/PE, um selo postal alusivo ao centenário
do nascimento de Dom Helder Câmara.
Pastor e “cidadão do mundo”, Dom Helder Câmara
nasceu em 7/2/1909, no Ceará, e faleceu em Pernambuco, em 27/8/1999.
Filho de Adelaide Câmara, professora, e de João Câmara
Filho, escrivão e crítico teatral, foi o 11º dos 13
filhos do casal. Estudou no Seminário da Prainha, em Fortaleza,
onde foi ordenado em 15/8/1931. Transferido para o Rio de Janeiro, em
1952, quando foi sagrado bispo, teve como lema “Em Tuas Mãos”,
que foi vivenciado durante toda a sua vida. Ainda no Rio de Janeiro, em
1955, foi promovido a Arcebispo, realocado em 1964 com a nomeação
para Arcebispo de Olinda e Recife.
Na Arquidiocese de Olinda e Recife, sempre numa linha educativa e voltada
especialmente para os pobres, criou e/ou incentivou a organização
do Encontro de Irmãos, da Operação Esperança,
das Comunidades Eclesiais de Base, da Comissão de Justiça
e Paz, do Banco da Providência e do Serviço de Documentação
e Informação Popular (SEDIPO) e das várias Pastorais.
Visando uma orientação de novos sacerdotes e agentes pastorais
na linha do Concílio e de Medellín, com outros bispos, criou
o Instituto de Teologia do Recife (ITER).
Em âmbito nacional, entre outras ações destacam-se
as atuações na área de educação formal
no Ceará e Rio, assistência nacional à Ação
Católica, criação do Movimento de Educação
de Base (educação popular e alfabetização
através de programas radiofônicos). No plano institucional
da Igreja, sua grande realização foi ter inspirado e organizado
a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da qual foi
secretário-geral até 1964.
No plano internacional, foi o coordenador do XXXVI Congresso Eucarístico
Internacional, realizado em 1955 no Rio de Janeiro. Foi um dos principais
mentores do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano), que na Conferência
de Medellín, em 1978, fez solenemente “a opção
preferencial pelos pobres”. Teve papel decisivo para a Igreja do
Brasil e do mundo no Concílio Ecumênico II, onde Dom Helder
multiplicou as iniciativas que permitiram aos bispos vindos de todas as
partes do mundo, de se conhecerem, refletirem e decidirem juntos.
Dom Helder foi um homem de grande carisma na comunicação.
Atuou mundialmente como missionário, dialogando com líderes
religiosos de várias crenças (o ecumenismo foi um dos seus
maiores ideais), autoridades políticas, jovens e crianças,
colocando-se a serviço e difundindo as mensagens de justiça,
solidariedade, esperança, paz, e, contra a fome, o subdesenvolvimento
e as gritantes desigualdades sociais. Sempre repetia que “A única
guerra legítima é aquela contra o subdesenvolvimento e a
miséria”. Colocou suas idéias, experiências
e expectativas em livros (25, traduzidos em 16 idiomas), meditações
e poesias (7.547), cartas circulares aos seus grupos de colaboradores
(2.129), discursos (747), entrevistas, celebrações, artigos.
Em 1985, se aposentou.
Para continuidade de sua ação pastoral, os amigos e colaboradores
fundaram as Obras de Frei Francisco, hoje Instituto Dom Helder Câmara
– IDHeC, que mantém a guarda, preservação e
disseminação do seu acervo, por meio do Centro de Documentação
Dom Helder Câmara – CEDOHC, braço cultural do IDHeC,
bem como desenvolve projetos de promoção humana com 120
crianças e adolescentes de 3 comunidades carentes do Recife, na
Casa de Frei Francisco.
Dom Helder recebeu em vida prêmios no Brasil e no exterior. Ainda
como reconhecimento às suas ações e mensagens, recebeu
o título de Cidadão Honorário de 30 cidades, sendo
uma na Suíça e outra na França, e, ainda, medalhas
(12), diplomas (15), troféus e certificados. Após sua morte,
foram publicados mais de 13 livros sobre ele, produzidos 4 filmes, além
de teses, congressos, seminários, eventos e instituição
de prêmios com seu nome.
A emissão deste selo representa o reconhecimento nacional àquele
que se dedicou com extremo amor às obras em prol do auxílio
à pobreza e da dignidade humana. Dom Helder é exemplo de
Amor e de Esperança. (Instituto Dom Helder Câmara).

Sobre o selo: De autoria de Silvania Branco, à
esquerda, a imagem de Dom Helder Câmara soltando uma pomba branca,
símbolo universal da paz. Ao lado, em tamanho menor, a imagem de
agricultores representando alguns dos importantes movimentos sociais dos
quais participou, como a Pastoral da Terra, Pastoral do Negro e Pastoral
do Índio. Ao fundo, a imagem rebaixada da Igreja das Fronteiras,
local em que viveu até sua morte, e que hoje abriga o Instituto
Dom Helder Câmara. Complementando o selo, um fundo azul e alaranjado,
simbolizando o alvorecer de um novo tempo. Foram impressos 1.020.000 selos.
O preço de cada selo é de R$ 1,00 e pode ser adquirido em
qualquer agência dos Correios ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Correios divulgam em selos rios brasileiros: Rio
Paranaíba e Rio São Benedito
Com o compromisso de assinalar e divulgar em selos postais o meio ambiente
e conscientizar sobre a necessidade de sua preservação,
os Correios lançaram no dia (27/1) nas cidades de Belém
(PA) e Rio Paranaíba (MG), dois blocos postais comemorativos que
focalizam os rios brasileiros São Benedito e Paranaíba,
Patrimônio do Brasil, registrando suas peculiaridades e importância
no contexto ambiental e do desenvolvimento nacional.
Nesta emissão, são assinalados e divulgados, também,
pelas respectivas logomarcas, o Fórum Social Mundial, evento que
promove novas alternativas para o desenvolvimento sustentável com
responsabilidade social, e o Instituto Nacional de Meteorologia –
INMET, que há cem anos monitora e dissemina as informações
meteorológicas e climatológicas, que se revestem de grande
importância econômica e social, associadas à ecologia
e ao meio ambiente.
Sobre os blocos:
De autoria de Álvaro Nunes, no bloco do rio São Benedito,
conhecido pela piscosidade e prática da pesca esportiva, é
focalizado o peixe tucunaré-fogo, típica espécie
amazônica. Contendo um selo no bloco no valor de R$ 3,85, foram
impressos 150 mil peças.

Já no outro bloco, de autoria de Lu Coelho & E. Scheideger,
são destacados aspectos significativos do rio Paranaíba,
a mansidão e a limpidez das águas represadas e uma usina
em operação, evidenciando as riquezas naturais e o seu potencial
hidrelétrico de grande importância econômica na geração
de energia, representado nas barragens de São Simão, Cachoeira
Dourada, Itumbiara e Emborcação, mostradas no mapa, no canto
superior do bloco. Em tons associados às cores dos rios e da mata,
é, também, apresentada a riqueza mineral diamantífera.
Contendo um selo no bloco no valor de R$ 2,60, foram impressos 150 mil
peças.

Em ambos os blocos aparecem espécies regionais da flora e da fauna
dos ecossistemas retratados. Sobrepostas às imagens, no canto direito,
aparecem as logomarcas do Centenário do Instituto Nacional de Meteorologia
– INMET e do Fórum Social Mundial 2009.
Os blocos podem ser adquiridos em qualquer agência dos Correios
ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
Bloco Comemorativo: Conjunto de um ou mais selos de uma mesma emissão,
impressos em pequena folha, que podem ser usados no todo ou em parte,
no porteamento de correspondências. Tem tiragem limitada e finalidade
idêntica à do selo comemorativo.
Rio Paranaíba
(Importante Manancial do Brasil Central)
Com uma área de drenagem de 222.767 km2, a bacia hidrográfica
do rio Paranaíba está inserida na Região Hidrográfica
do Paraná e abrange parte de Goiás (65%), Minas Gerais (30%),
Distrito Federal (3%) e Mato Grosso do Sul (2%). Seu relevo é marcado
por terrenos planos e altitude média de 1000 a 1100m acima do nível
do mar.
O rio Paranaíba nasce no município de mesmo nome, na Serra
da Mata da Corda, e percorre cerca de 1160 quilômetros até
sua foz, no encontro com o rio Grande. Entre outubro e março há
uma concentração das chuvas na bacia, enquanto nos demais
meses as precipitações são esporádicas. Também
é conhecido por sua riqueza diamantífera e pelo potencial
hidrelétrico, proporcionado pelos grandes desníveis que
apresenta, gerando, em certos trechos, grande turbulência, fortes
redemoinhos e correntezas.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística –
IBGE, a bacia do Paranaíba possui cerca de 8,5 milhões de
habitantes, sendo que 92% vivem em áreas urbanas, principalmente
nas regiões metropolitanas de Brasília e Goiânia.
A demanda média de água retirada na bacia do Paranaíba
é de 57,5 mil litros a cada segundo, a maior parte destinada à
irrigação, dividindo-se o restante para uso urbano, consumo
animal, para indústrias e uso rural.
Várias são as atividades econômicas realizadas ao
longo da bacia. Desenvolvem-se atividades de pecuária, suinocultura,
avicultura e monoculturas de cana-de-açúcar, soja, laranja,
milho e café. Além disso, também há atividades
industriais nos seguintes segmentos: beneficiamento de bens materiais,
produção de alimentos, beneficiamento de minerais não-metálicos,
madeira e mobiliário.
O turismo também aparece como uma atividade importante e promissora
para a região. No aspecto de saneamento básico, quase 80%
da população da bacia do Paranaíba possui abastecimento
de água, acima da média nacional, e grande parte dos habitantes
da região também contam com rede de coleta de esgoto.
Como é um rio de domínio da União, por cortar mais
de uma unidade da federação, o Paranaíba possui um
Comitê de Bacia – Comitê da Bacia Hidrográfica
do Rio Paranaíba (CBH/Paranaíba) – com sede em Itumbiara/GO.
Criado em 2002, o Comitê entrou em funcionamento em 2008, após
amplo período de articulação e mobilização
da sociedade, processo que contou com a participação ativa
da Agência Nacional de Águas – ANA.
Rio São Benedito
(Paraíso Paraense!)
O Rio São Benedito localiza-se numa das regiões mais preservadas
do Brasil, no sudoeste do estado do Pará, em plena região
Amazônica. Em estado praticamente original, é considerado
um dos rios mais preservados e piscosos do Brasil, onde apenas a pesca
esportiva é praticada, na modalidade “pesque-e-solte”.
Com águas escuras e densas e profundidade média de 2 a 3
metros, atinge 8 metros nos pontos de maior profundidade, apresentando,
ao longo de seu curso, trechos entrecortados por rochas que delineiam
cachoeiras, corredeiras, formando baías, lagoas e pequenos afluentes.
O rio congrega um complexo ecológico de transição,
onde ocorre o encontro dos biomas do cerrado e da floresta amazônica,
o que é muito propício à ocorrência de várias
espécies de peixes, encontrados nessa extensa região.
Nos seus pontos mais ermos e profundos, existem peixes de couro gigantes,
como a Piraíba, o Jaú e a Pirara, únicas espécies,
junto àquelas resguardadas pelo defeso, que não podem ser
capturadas para consumo imediato (alimentação) na área
da reserva. Essas três espécies podem ultrapassar os 50kg,
sendo que a Piraíba, pode superar os 150kg. Protegido pela Resolução
nº 019, de 26/7/2001, do Conselho Estadual de Meio Ambiente, que
instituiu a Reserva Estadual de Pesca Esportiva Rio São Benedito,
ele está submetido ao regime jurídico específico
de domínio público estadual, como território especialmente
protegido, que inclui faixas laterais de 2 km em cada margem, constituídas
por matas ciliares em estágio primário de conservação,
áreas alteradas para uso restrito, e áreas de vegetação
nativa adjacente.
Além de peixes, a área da reserva é pródiga
em vida selvagem, apresentando fauna e flora ricas e diversificadas. Em
seu magnífico ecossistema, podem ser observados antas, capivaras,
jacarés, onças e veados, assim como variadas espécies
de pássaros de diversos tamanhos e matizes como araras, ciganas
e tucanos.
O turismo ecológico é uma atividade monitorada na área,
porém, em franca expansão, recebendo pessoas oriundas de
todo o Brasil, interessadas, principalmente, na prática da pesca
esportiva. Contando com infra-estrutura significativa e ecologicamente
correta, permite conforto aos visitantes sem provocar danos ao meio ambiente.
(Fonte: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos).
Diocese de São José do Rio Preto comemora 80 anos
com selo e carimbo postal
Os Correios lançaram no dia (25/01), no Centro Regional de Eventos
em São José do Rio Preto (SP), selo personalizado e carimbo
postal comemorativo em alusão ao Jubileu dos 80 anos de criação
da Diocese de São José do Rio Preto. O evento ocorreu em
meio às comemorações do Jubileu, que se iniciou a
partir das 14 horas durante celebração eucarística
presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Paulo Mendes Peixoto.
O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a
bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário
e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo
– árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo
estampa a imagem da fachada do bispado, foto de Donizeti Della Latta,
abaixo da expressão “DIOCESE DE SÃO JOSÉ DO
RIO PRETO - 80 Anos – 1929 - 2009”. Completam o conjunto visual
os dizeres: "Palácio Episcopal Dom Lafayette Libânio
- São José do Rio Preto-SP".
Foram confeccionadas 6.012 unidades do selo, que serão utilizadas
nas correspondências enviadas pela Diocese.

De autoria de Mário Alves de Brito, o carimbo postal
comemorativo apresenta a imagem da logo oficial criada especialmente para
as comemorações dos 80 anos da diocese. Ao redor, em círculo,
os dizeres: Diocese de São José do Rio Preto-SP –
1929 – 2009 – Correios e o período de circulação
do carimbo: 25.1 a 23.2.2009, período esse que após seu
lançamento Oficial (25), ficará na Agência Central
dos Correios de Rio Preto para aplicação em todas as correspondências
confiadas aquela unidade, e também para os filatelistas (colecionadores
de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais).

Correios comemoram o Dia do Carteiro
Todo dia um contingente de cerca de 51 mil homens e 6 mil mulheres toma
nossas ruas. É metade da força de trabalho dos Correios.
Levam malas com até 10 quilos de provisões. Espalham-se
por todo o canto. Uniformizados, iniciam a batalha diária. Diante
deles, diversas reações, pois podem trazer notícias
indesejadas ou ansiosamente esperadas. Batem palma diante das casas ou
lançam gritos. Fazem corações tremer: Correios!
Não viajam mais uma semana em lombo de cavalo entre Rio de Janeiro
e São Paulo, como noutros tempos. Mas os dois pares de sapatos
gastos por ano traduzem os quilômetros percorridos para cumprir
a missão.
Transportam história para contar, documentos para assinar, contas
para lamentar. Visitam 42 milhões de domicílios, entregam
40 milhões de objetos diariamente. Como dizia o jornalista Zuenir
Ventura: “não anunciam os acontecimentos extraordinários,
nem as transformações históricas. Mas são
imprescindíveis porque falam da vida real de cada um. Fazem, enfim,
a ligação sentimental entre as distâncias. São
uma espécie de porta-voz afetivo do País”.
Dia 25 de janeiro é deles, o Dia do Carteiro. Para eles, que representa
a imagem dos Correios junto à população, nosso muito
obrigado!

Você sabia?
O serviço de correio começou a funcionar no Brasil em 25
de janeiro de 1663, quando o governador português nomeou o alferes
João Cavaleiro Cardoso para exercer o cargo de “correio-mor
do mar e da terra”. Naquela época, as correspondências
vinham de Portugal em duas frotas de caravelas, que aportavam no Rio de
Janeiro ou Salvador apenas uma vez por ano. Assim, 25 de janeiro tornou-se
Dia do Carteiro.
No entanto, os cargos de condutor de malas postais e carteiro só
foram criados em 1843, por decreto de D. Pedro II.
Jornalista Luiz Viana Filho é homenageado em selo postal
Os Correios lançaram no dia (16/12), às 17h, na Biblioteca
do Senado Federal, selo personalizado e carimbo postal comemorativo em
alusão ao centenário de nascimento do parlamentar, escritor
e jornalista Luiz Viana Filho. O evento ocorreu em meio ao lançamento
do livro “Luiz Viana Filho – o jornalista”, compilado
por João Justiniano da Fonseca, que reúne 146 artigos do
escritor publicados entre 1929 e 1990 em jornais baianos.
O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a
bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário
e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo
– árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo
estampa a imagem do senador Luiz Viana Filho, abaixo da expressão
“Centenário do nascimento”. Completam o conjunto visual
os dizeres: "1908 - 2008" e "Biblioteca Acadêmico
Luiz Viana Filho - Senado Federal".
Foram confeccionadas 3.000 unidades do selo, que serão utilizadas
nas correspondências enviadas pelo Senado Federal.

Sobre o homenageado:
Nascido em 28 de março de 1908, em Paris, Luiz Viana
Filho foi um dos políticos baianos de maior expressão no
século passado. Membro da Academia Brasileira de Letras a partir
de 1956, o escritor ficou conhecido como biógrafo de expoentes
da vida nacional, como Rui Barbosa, Joaquim Nabuco, Machado de Assis e
Barão do Rio Branco.
Ocupou o cargo de ministro-chefe da Casa Civil durante o governo de Castelo
Branco (1966) e, posteriormente, de governador da Bahia (1967 a 1971),
onde foi responsável pela instalação do Pólo
Petroquímico de Camaçari, entre outras realizações.
Foi constituinte e senador até a sua morte, em 5 de junho de 1990.
Apesar de ser conhecido, principalmente, por sua atuação
política e produção literária, foi em redações
de jornais baianos - especialmente no impresso A Tarde - que ele exercitou
o texto e a opinião, tão necessários tanto ao político
quanto ao escritor.
Correios registram em selo o Brasil na Liderança dos Combustíveis
Renováveis
Os Correios lançaram no dia (13/01) nas cidades de Brasília/DF,
Ribeirão Preto/SP, Piracicaba/SP e Montes Claros/MG, um selo alusivo
“O Brasil na Liderança dos Combustíveis Renováveis”.
Foram impressos 10.200.000 selos. O preço de cada selo é
de R$ 1,00 e pode ser adquirido em qualquer agência dos Correios
ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
O Brasil assume cada vez mais um papel de destaque na produção
de combustíveis renováveis pela enorme extensão de
terras agricultáveis, pelas condições climáticas
favoráveis e, por dispor de bacias hidrográficas que permitem
o amplo uso dos recursos hídricos na geração de energia
elétrica, com impactos ambientais mínimos. O Brasil é
um país privilegiado no que diz respeito à produção
e uso de fontes renováveis para a geração de energia.
Enquanto no mundo a utilização de fontes renováveis
de energia não passa de 13%, na matriz energética brasileira
esse percentual é de 46%, um resultado que é motivo de grande
orgulho para os brasileiros.

O uso do etanol combustível no Brasil como aditivo
da gasolina é uma realidade desde a década de 1920. Oficialmente,
o combustível produzido a partir da cana-de-açúcar
foi adicionado à gasolina, então importada, a partir de
um decreto de 1931. Entretanto, foi somente com o advento do Programa
Nacional do Álcool – Proálcool – em 1975, que
o País estabeleceu definitivamente a indústria do etanol
combustível.
Hoje, o Brasil é reconhecido como o produtor mais competitivo de
biocombustíveis. O etanol da cana-de-açúcar é
um produto que compete com a gasolina, livre de quaisquer subsídios
ou instrumentos similares, proporcionando otimizar a produção
de etanol e, também, a geração de energia elétrica,
a partir dos resíduos do bagaço da cana-de-açúcar.
No contexto social, o Programa Nacional de Produção e Uso
do Biodiesel – PNPB, lançado em 2005, tem como principais
objetivos promover a redução das desigualdades regionais
e a inclusão social, por meio da agricultura familiar.
Em 2009, o Proálcool completa 34 anos. Nesse período, o
uso do etanol, em substituição à gasolina, promoveu
uma economia de mais de 1,2 bilhões de barris de petróleo.
Esse número, em termos energéticos, corresponde a cinco
anos de consumo de gasolina no País. No mesmo período, a
utilização do etanol como combustível, puro ou misturado
à gasolina, evitou a emissão de mais de 800 milhões
de toneladas de CO2, reduzindo em mais de 30% as emissões da frota
veicular brasileira.
Ao assinalar em selo o Brasil na liderança mundial da produção
de combustíveis renováveis, os Correios registram seu permanente
compromisso de divulgar em selos postais importantes programas governamentais,
como os vinculados ao desenvolvimento sustentável e a preservação
ambiental.
Sobre o selo:
De autoria de Ariadne Decker/Meik, o selo apresenta uma figura cujo braço
é uma planta que abraça o planeta se transformando em uma
bomba fornecedora de combustível, da qual sai o óleo em
forma de gota dourada. Essa gota é preciosa pela importância
que representa para a humanidade. As cores verde, amarelo e azul são
uma associação às cores da Bandeira brasileira.
Correios divulgam em selo o Calendário
Lunar Chinês – Ano do Boi
Os Correios lançaram no dia (15/1) nas cidades de Brasília/DF,
Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP, um selo postal divulgando o Calendário
Lunar Chinês – Ano do Boi.
Foram impressos 2.040.000 selos. O preço de cada selo é
de R$ 2,35 e pode ser adquirido em qualquer agência dos Correios
ou na loja virtual (www.correios.com.br/correiosonline).
O selo do Ano do Boi é a terceira emissão com tema relacionado
à cultura e astrologia milenar chinesa. Este é o ano 4707
do Calendário Lunar Chinês, um dos mais antigos calendários
do mundo. Pelo sistema de combinação de “Tiangan”
(Troncos Celestiais) e “Dizhi” (Ramos Terrestres), o ano chinês,
que começa em 26 de janeiro e termina em 13 de fevereiro de 2010
do Calendário Gregoriano, é denominado Ji-Chou e é
representado pelo Boi.
Segundo uma antiga lenda chinesa, o Imperador de Jade convidou todos os
animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo
uma surpresa a cada um dos presentes. Apenas doze animais compareceram
e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: Rato, Boi, Tigre,
Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão
e Porco. A esses animais atribuem-se as variâncias: Metal, Madeira,
Água, Fogo e Terra, os cinco elementos fundamentais que na filosofia
oriental são a composição do universo.
A astrologia ocidental está baseada nos meses do ano enquanto a
astrologia chinesa se baseia em ciclos lunares de doze anos, dito calendário
luminosolar, uma sincronia perfeita com os ciclos solar e lunar. Os anos
começam entre 21 de janeiro e 20 de fevereiro, sempre em uma lua
nova e cada ano recebe o nome de um animal. Sendo assim, o signo é
determinado pelo ano de nascimento.
O Boi é considerado um animal tolerante e corajoso. As pessoas
nascidas nos anos do Boi são pacientes, boas ouvintes, disciplinadas,
conservadoras e confiáveis. Conscienciosas, possuem grande senso
de responsabilidade, trabalham duro e são capazes de grandes sacrifícios
para cumprir sua palavra. São pessoas determinadas, perseverantes,
meticulosas e geralmente são bem-sucedidas. Reservadas, não
costumam demonstrar os seus sentimentos. Sua maneira de amar é
silenciosa e fiel. No aspecto negativo podem ser lentas, teimosas, intolerantes,
ressentidas, perdendo a calma quando ficam furiosas. Relacionam-se bem
com as pessoas de Galo, Rato, Serpente, Coelho e Porco.
Os Correios também participam das celebrações do
ano novo chinês, divulgando, por meio desta emissão, o Ano
do Boi.

Sobre o selo:
De autoria de Jô Oliveira, sobre um pano de fundo cor de jade estão
dispostos, simetricamente, os elementos visuais que compõem o selo.
Entre dois círculos destaca-se a figura do Boi, em estilo que reporta
à arte popular da China. No círculo da esquerda encontram-se
as figuras dos doze animais do Zodíaco Chinês, e, no da direita,
seus nomes, escritos em chinês. A disposição das cores
que decoram os dois círculos é a mesma. Foram utilizadas
as técnicas de desenho a nanquim e computação gráfica.
Correios homenageiam em selo o bicentenário do nascimento de Louis
Braille
“Se os meus olhos não me deixam obter informações
sobre homens e eventos, sobre idéias e doutrinas, terei de encontrar
uma outra forma.” (Louis Braille)
Os Correios emitiram no dia 04.01 nas cidades de Belo Horizonte (MG),
Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), um selo alusivo ao bicentenário
do nascimento de Louis Braille.
Há cerca de cinco mil anos a humanidade obtinha uma de suas maiores
conquistas: a invenção da escrita. Por meio de caracteres
gráficos adaptados pelas diferentes civilizações,
os seres humanos passaram a receber e a transmitir conhecimentos, o que
foi fundamental para que chegássemos ao atual estágio de
desenvolvimento intelectual, social, cultural, científico e tecnológico.
Até o século XV, a reprodução dos textos escritos
fazia-se de forma artesanal, o que tornava a leitura um privilégio
de poucos. Porém, com o advento da imprensa de Gutenberg, em 1455,
a difusão da informação e da cultura tornou-se mais
fácil e mais rápida.
Buscando permitir que também as pessoas cegas tivessem acesso ao
conhecimento e, conseqüentemente à socialização,
foram feitas muitas tentativas, em diferentes partes do mundo, para o
desenvolvimento de um alfabeto tátil, mas todas elas falharam por
não se adequarem às especificidades desse tipo de leitura.
Em 1784, o filantropo Valentin Haüy (1745-1822) fundou, em Paris,
a primeira escola para cegos do mundo, o Instituto Real dos Jovens Cegos,
onde os alunos eram alfabetizados por meio da impressão dos caracteres
latinos em relevo linear.
Esse método, porém, não permitia a prática
da escrita.
Em 1819, entrou para a escola fundada por Haüy o pequeno Louis Braille
(1809-1852), que havia perdido a visão aos três anos de idade
em razão de um acidente na selaria de seu pai. O garoto, dono de
uma inteligência brilhante, foi alfabetizado pelo método
de Haüy, mas teve sua atenção despertada quando, em
1821, o capitão Charles Barbier de la Serre (1767-1845) apresentou
aos alunos da escola um sistema de escrita e leitura que havia desenvolvido
para a comunicação noturna entre os soldados do exército
francês e que poderia também ser utilizado pelas pessoas
cegas.
O sistema de Barbier (formado por pontos salientes) apresentava a desvantagem
de ser apenas fonético, mas Louis Braille o utilizou como base
para o desenvolvimento de um sistema de escrita e leitura, cuja primeira
versão foi por ele apresentada em 1825.
O Sistema Braille, baseado na combinação de seis pontos
em relevo, permitia a representação do alfabeto e dos números,
da simbologia aritmética, fonética e musicográfica
e adaptava-se plenamente às peculiaridades da leitura tátil,
pois cada caractere podia ser percebido pela parte mais sensível
dos dedos (a polpa) por meio de apenas um contato.
Em 1837, Louis Braille apresentou a versão final do sistema, que,
embora tenha levado algumas décadas para ser aceito na França,
antes do final do século XIX já havia se difundido pela
Europa e por outras partes do mundo.
No Brasil, o Sistema Braille foi introduzido, em 1850, por José
Álvares de Azevedo (1834-1854), um jovem cego que havia estudado
em Paris.
No começo dos anos 1950, por iniciativa da UNESCO, tiveram início
estudos visando a adaptação e a unificação
do Sistema Braille pelos diferentes grupos lingüísticos.
Considerado o meio natural de leitura e escrita das pessoas cegas, o Sistema
Braille está baseado em 6 pontos em relevo, distribuídos
em duas colunas verticais de 3 pontos. Combinados de diferentes maneiras,
esses pontos permitem a representação de alfabetos, números,
pontuações e símbolos científicos, fonéticos,
musicográficos e informáticos.
Por todas essas razões, é com grande júbilo que as
pessoas cegas de todo o mundo se preparam para comemorar, no dia 04 de
janeiro de 2009, o bicentenário do nascimento de Louis Braille.
Os Correios, juntamente com a Comissão Brasileira para o Bicentenário
de Louis Braille (CBBLB), também se preparam para as homenagens
a esse genial inventor, valendo-se da oportunidade para enfatizar a importância
do Sistema Braille.
Essa homenagem pretende envolver todos os segmentos da sociedade e propiciar
uma ampla reflexão sobre o uso do Sistema Braille como um instrumento
educacional indispensável e um recurso para o exercício
da cidadania com maior independência e autonomia.

Países do Mercosul lançam selos com imagens de aves
nativas
Os Correios do Uruguai, Argentina, Paraguai e Brasil lançaram
no dia (16/12), às 9h, na Bahia, uma emissão conjunta de
selos que retratam aves autóctones (nativas) de suas regiões.
O lançamento marcou a abertura da 36ª Reunião da Cúpula
do Mercosul e da Reunião da Cúpula da América Latina
e Caribe, que contou com a presença de 33 chefes de Estado, nos
dias 16 e 17, na Costa do Sauípe (BA).
Durante o evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a
obliteração das duas peças filatélicas brasileiras,
conduzido pelo presidente da ECT, Carlos Henrique Almeida Custódio.
Os selos dos outros três países também foram obliterados
pelos seus respectivos chefes de Estado.

As espécies de aves retratadas nos selos são:
coruja-do-mato e pica-pau-do-parnaíba (Brasil); loica común
e tordo amarillo (Argentina); urraca común e feguero (Uruguai)
e aranguyrae e pitogue (Paraguai). Na estampa dos selos brasileiros, a
coruja-do-mato é mostrada nas cores frias de um ambiente sombrio,
em prontidão, à espreita de sua presa. Já o pica-pau-do-parnaíba
é visualizado firme em um tronco, pronto a bicar repetidamente
a madeira à procura de alimento. No canto inferior direito, aparece
a logomarca do Mercosul. A criação dos selos ficou a cargo
dos artistas Edson Endrigo (pica-pau) e Eduardo Brettas (coruja), que
utilizaram técnicas de fotografia e computação gráfica
na elaboração das imagens.
Os selos brasileiros entraram em circulação no último
dia 10 de outubro, com tiragem de 1.020.000 unidades. O preço de
cada selo é de R$ 1,40. As peças filatélicas podem
ser adquiridas em qualquer agência dos Correios ou na loja virtual
(www.correios.com.br/correiosonline).
Sobre as aves autóctones:
A coruja-do-mato é uma espécie bastante comum, que habita
desde o México até a Argentina. Mede de 28 a 38 cm e tem,
predominantemente, plumagem marrom cheia de pintas em tonalidade mais
escura. A grande variedade de habitats que consegue ocupar explica a ampla
distribuição da espécie, que vive desde as florestas
altas e fechadas até as áreas abertas com árvores
esparsas, bem como em plantações de cacau e café,
e mesmo dentro de cidades. Sua visão aguçada e a capacidade
de girar a cabeça em um ângulo de até 270° a tornam
uma caçadora implacável.

Selo registra os 200 anos do Regulamento Provisional da Administração
Geral dos Correios
Correios, crescer sempre para integrar!
Os Correios, encerrando a série de selos comemorativos da chegada
da Família Real Portuguesa ao Brasil, emitem no dia (22.11) na
cidade de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), um selo alusivo
ao bicentenário da reformulação do Serviço
Postal, promovida para atender às novas demandas de comunicação
que surgiam à época. Com uma tiragem de 10.200.000 unidades,
cada selo custará R$ 1,00.
Sobre o selo:
De autoria do Departamento de Filatelia e Produtos da ECT, o selo apresenta,
como imagem de fundo, uma correspondência de época, tendo
sobreposta parte das terras banhadas pelo Atlântico, do mapa-múndi.
As rotas marítimas, assinaladas em vermelho, indicam a comunicação
postal, simbolizada no pombo-correio, que foi normatizada quando da regulamentação
do Serviço Postal em nosso País. Exemplo de ordenamento
autenticamente nacional, sua institucionalização simboliza
as origens da corporação postal no Brasil. Na parte inferior,
em destaque, na cor azul utilizada pelos Correios, vê-se a logomarca
da Empresa e a indicação da conquista histórica do
Serviço Postal brasileiro, nos 200 anos da Decisão Régia
que o aprovou.

A vinda do Príncipe Regente para governar o Reino
Português a partir do Brasil, exigiu, entre outras providências,
uma ampla reorganização do Correio existente que, até
então, estava mais bem preparado para trocar mensagens com a metrópole
do que para a movimentação interna da correspondência
na colônia. O desenvolvimento do comércio, com a quebra do
monopólio português dos portos brasileiros, e os assuntos
da Coroa na administração interna necessitavam, a partir
de então, de um eficiente serviço para a comunicação
de ordens, entrega de expedientes e trocas de despachos, entre os diversos
setores administrativos da nova sede do governo lusitano.
Coube ao Marquês de Aguiar, D. Fernando José de Portugal
e Castro (Vice-Rei do Brasil de 1801 a 1806), então Secretário
dos Negócios do Reino, a responsabilidade de reformular e reaparelhar
para esse mister o Correio já existente, o que foi feito pela Decisão
do Reino nº 53, de 22 de novembro de 1808. Essa Decisão aprovou
o “Regulamento Provisional da Administração Geral
dos Correios da Coroa e Província do Rio de Janeiro”.
O Regulamento ditava normas de trabalho, inclusive horário a que
deviam obedecer os empregados, salários e regras para o “recebimento
e expedição da correspondência das pessoas da Cidade
e às Capitanias”. Essa Decisão Régia é
considerada o primeiro regulamento postal genuinamente brasileiro, tendo
em vista ser elaborado no Brasil, para uma administração
que de local passou a assumir características metropolitanas.
O Regulamento de 22 de novembro de 1808 reveste-se de uma importância
maior ainda por ter sido o último comum a Brasil e Portugal, depois
da desocupação daquele país pelas tropas francesas,
vigorando lá até 1826, e em território brasileiro
até bem depois da Independência, quando D. Pedro I decretou
uma nova reorganização dos serviços postais por meio
do “Regulamento do Correio do Brasil”, de 5 de março
de 1829.
Durante a estada de D. João no Brasil, seriam ainda implementadas
várias medidas no intuito de melhorar o desempenho dos serviços
de correios: início das comunicações postais com
outros países, além do mundo português e da Inglaterra,
como os Estados Unidos e as nações européias pós-napoleônicas;
organização e estabelecimento de novas linhas por mar para
promover o intercâmbio de correspondências entre as diversas
capitanias (depois províncias); e ainda criação de
novas rotas de correios terrestres para o sul e para o norte do País,
melhorando as já existentes.
Durante o Regime Imperial houve ainda duas medidas de grande alcance:
a Reforma do Serviço Postal, de 29 de novembro de 1842, no início
do governo de D. Pedro II, que unificou o porte das cartas e instituiu
o pagamento prévio da tarifa, mediante o uso do selo postal adesivo,
e a Reforma dos Correios do Império, de 26 de março de 1888,
assinado pela regente Princesa Isabel, aprovando um regulamento, que serviria
de base para os serviços postais nos trinta primeiros anos da República.
Na “República Velha” merece menção a
Lei nº 4.273, de 1º de fevereiro de 1921, que abriu caminho
para uma profunda reestruturação administrativa dos serviços
postais, que culminaria com a fusão da Diretoria-Geral dos Correios
com a Repartição-Geral dos Telégrafos, dando origem
ao Departamento dos Correios e Telégrafos – DCT, subordinado
ao Ministério da Viação e Obras Públicas,
em cumprimento ao Decreto nº 20.859, de 26 de dezembro de 1931, do
Presidente do Governo Provisório da Revolução de
1930, Getúlio Dornelles Vargas.
Os serviços postais e telegráficos, no período de
1945 a 1967, sofreram conseqüências de mazelas, que então
assolavam o serviço público brasileiro, vindo a recuperar-se
a partir da subordinação do DCT ao recém-criado Ministério
das Comunicações, em 25 de fevereiro de 1967, e de sua transformação
em Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, pelo
Decreto-Lei nº 509, de 20 de março de 1969. A nova estatal
imprimiu à sua reorganização e aos seus serviços,
já nos anos seguintes, um dinamismo sem par, que resgatou a confiança
dos usuários.
Atualmente, a excelência na prestação de serviços
da ECT se destaca, entre outros segmentos, em consolidar a atuação
em Logística Integrada, verdadeiro ícone do Correio moderno,
operacionalizando e bem gerindo os serviços, prospectando oportunidades
de negócio, modelando soluções adequadas e atuando,
de forma sistematizada, na gestão de contratos.
Correios realizam a SULBRAPEX 2008
VI Exposição Filatélica Sul-Brasileira
“Selos Postais - Um mundo fascinante, onde a arte sintetiza o conhecimento”
Será realizada no período de 22 a 29/11, das 9h às
17h, no Prédio Histórico dos Correios, localizado na Avenida
São João, s/nº - Centro, em São Paulo, a SULBRAPEX
2008 – VI Exposição Filatélica Sul-Brasileira,
reunindo selos de colecionadores de São Paulo, Paraná, Santa
Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
O evento comemora os 165 anos do Olho-de-boi, primeiro selo postal brasileiro
e segundo do mundo.

A abertura da exposição será marcada
pela emissão do selo dos 200 Anos do Regulamento Provisional da
Administração Geral dos Correios, o último da Série
200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, que tanto
enriqueceu a Programação de Selos 2008, e nos fez refletir
sobre as influências lusitanas em nosso País.
Durante a SULBRAPEX 2008, serão realizadas atividades pedagógicas
e recreativas em uma área especialmente projetada para o recebimento
de grupos escolares, professores, crianças, adolescentes e colecionadores
de selos.
A SULBRAPEX 2008 figura entre os principais eventos do calendário
filatélico do ano, por reunir instituições e colecionadores
em torno dos ideais de crescimento da Filatelia brasileira.
As Exposições Filatélicas são eventos de caráter
sociocultural que têm por finalidade promover o congraçamento
dois filatelistas (colecionadores de selos), além de divulgar a
Filatelia para que a comunidade possa conhecer o rico universo dos Selos
Postais.
Selos são destaque no Prêmio Brasileiro
Imortal
Os Correios lançaram no dia (31/10) carimbo comemorativo e selos
personalizados alusivos aos vencedores do Prêmio Brasileiro Imortal,
promovido pela Vale. A cerimônia ocorreu no Teatro da Academia Brasileira
de Letras (ABL), no Rio de Janeiro. Estiveram presentes o Ministro do
Meio Ambiente, Carlos Minc; o governador fluminense, Sérgio Cabral;
o prefeito carioca, César Maia; o presidente dos Correios, Carlos
Henrique Custódio; o presidente da Vale, Roger Agnelli; e o presidente
da ABL, Cícero Sandroni, dentre outras autoridades.

A premiação é uma iniciativa inédita
criada pela Vale para valorizar a atuação de cidadãos
que cuidam das riquezas naturais e colaboram para o desenvolvimento das
diferentes regiões do Brasil. Seis brasileiros, escolhidos por
voto popular, serão imortalizados ao darem seus nomes para espécies
botânicas recém-descobertas na Reserva Natural da Vale, em
Linhares, no Espírito Santo. Eles estamparão, ainda, os
selos comemorativos emitidos pelos Correios para homenagear esta iniciativa
da Vale. Na ocasião, será feita também uma homenagem
especial à antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso.
Os selos foram ilustrados por Dulce Nascimento, membro do Conselho da
Fundação Botânica Margaret Meet e uma grande referência
na sua área. As peças filatélicas obliteradas pelas
autoridades durante o evento passarão a compor o acervo do Museu
Nacional dos Correios, em Brasília, e servirão como fonte
de pesquisa e registro deste importante acontecimento.
Correios ganham medalha de ouro em concurso internacional de filatelia
Os Correios do Brasil foram os grandes vencedores da Exposição
UPU 2008, nova classe de competição internacional organizada
pela União Postal Universal (UPU) e pela Federação
Internacional de Filatelia, realizada em Berna, na Suíça,
entre 29 de outubro e 5 de novembro.
Com a coleção de selos postais “Janelas para o Mundo”,
os Correios ficaram com a medalha de ouro, competindo com 25 coleções
de outros países e territórios membros da UPU.
“Janelas para o Mundo” é uma coletânea de 30
selos e blocos emitidos entre os anos de 2005 e 2007. Nos selos, valores
socioculturais, ambientais e desportivos brasileiros são projetados
para o mundo como cenas vistas de janelas abertas. O céu foi escolhido
como o elemento para compor o plano de fundo das emissões, e o
dia e a noite demonstram que o ato de admirar um belo cenário pode
ocorrer a qualquer momento e em qualquer lugar.
Com o ouro obtido, a coleção “Janelas para o Mundo”
está classificada para representar a Empresa Brasileira de Correios
e Telégrafos na próxima competição internacional
de selos postais, que será realizada em Luoyang, na República
Popular da China, de 10 a 16 de abril de 2009.
Presidente dos Correios lança selos do Natal
em Rio Preto
Os Correios lançaram no dia (17/10) em Brasília (DF), Rio
de Janeiro (RJ) e em São José do Rio Preto (SP), dois selos
focalizando o Natal 2008. Em São José do Rio Preto, o lançamento
ocorreu no Santuário da Vida, durante uma celebração
eucarística presidida pelo padre José Irineu Vendrami, Vigário
Geral da Diocese de São José do Rio Preto, e foi transmitida
ao vivo pela Rede Vida de Televisão para todo o Brasil.
Um dos selos homenageia o Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro,
que neste ano comemora seus 400 anos de existência; o outro registra
os 800 Anos do Movimento Franciscano, ilustrado com um Presépio
do Século XVIII.
 
O evento contou com a presença do Presidente dos Correios, Carlos
Henrique Almeida Custódio, do Diretor Regional dos Correios de
São Paulo Interior, Luiz Roberto Pagani, do Coordenador Regional
de Negócios dos Correios de São Paulo Interior, Sérgio
Paulo Roberto, do jornalista Luiz Carlos Fabrini, representando o Diretor
Presidente da Rede Vida de Televisão, João Monteiro de Barros
Filho, dentre outras autoridades.
Os dois selos são auto-adesivos e foram produzidos pelo artista
Victor Hugo Cecatto. A tiragem do selo dos 400 Anos do Convento de Santo
Antônio é de 39 milhões de unidades, com valor facial
de R$ 1,00 (1º Porte Carta Comercial). Já a tiragem do selo
que focaliza os 800 Anos do Movimento Franciscano é de 21 milhões
de unidades, com valor facial de R$ 0,65 (1º Porte Carta Não
Comercial).
Da esquerda para a direita: Carlos Henrique Almeida Custódio,
Presidente dos Correios,
Padre José Irineu Vendrami, Luiz Roberto Pagani,
Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior e Luiz Carlos
Fabrini, jornalista.
Após o lançamento dos selos, Carlos Henrique,
Luiz Roberto Pagani e Sérgio Paulo Roberto, participaram do programa
de entrevista “Tribuna Independente”, também na Rede
Vida de Televisão, comandado pelo jornalista da emissora, Luiz
Carlos Fabrini.
Selos homenageiam Heróis
Nacionais
O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!
Os selos postais, inicialmente criados com a simples finalidade de postagem
de correspondência, divulgam e assinalam, hoje, informações
importantes sobre o nosso país, ao mesmo tempo em que prestam homenagem
a heróis brasileiros e personalidades nacionais.
Com este compromisso, os Correios emitiram no dia 21 de abril em Brasília
(DF), uma folha com 20 selos, homenageando dez heróis nacionais,
que possuíram e defenderam ideais de liberdade e de democracia.

A escolha dos heróis focalizados nesta emissão
foi inspirada no Livro de Aço dos Heróis Nacionais, do Panteão
da Pátria Tancredo Neves, um espaço de preservação
da memória histórica brasileira, que homenageia efemérides
fundamentais no processo de construção e consolidação
do Brasil como nação independente. O Panteão da Pátria
Tancredo Neves está sob a coordenação da Secretaria
de Estado de Cultura do Distrito Federal.
O 21 de abril foi escolhido para o lançamento porque a data tem
significado especial: nesse dia, em 1992, Joaquim José da Silva
Xavier – o Tiradentes, foi o primeiro herói a ter o nome
inserido no Livro de Aço dos Heróis da Pátria, por
ocasião do bicentenário de sua execução. O
mártir da inconfidência mineira também é o
Patrono Cívico da Nação Brasileira.
Os outros heróis destacados nos selos são D. Pedro I, Alberto
Santos Dumont, Marechal Deodoro da Fonseca, Duque de Caxias, Plácido
de Castro, Almirante Tamandaré, Almirante Barroso, José
Bonifácio de Andrada e Silva e Zumbi dos Palmares.
Com uma tiragem de 100.000 folhas, o valor facial de cada selo, de autoria
de Fernando Lopes, corresponde ao 1º Porte Carta Comercial, atualmente
R$ 0,90.
JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER – O TIRADENTES –
(1746-1792)
Foi o primeiro herói a ter o nome inserido no Livro de Aço
dos Heróis Nacionais, com inscrição em 21 de abril
de 1992, por ocasião do bicentenário de sua execução.
Nasceu na Fazenda do Pombal, entre São José (hoje Tiradentes)
e São João Del-Rei, Minas Gerais. Tiradentes foi mascate,
pesquisou minerais, foi dentista prático. Sobre sua vida militar,
sabe-se que pertenceu ao Regimento de Dragões de Minas Gerais.
Ficou no posto de alferes, comandando uma patrulha de ronda do mato, prendendo
ladrões e assassinos. Em 1789, participou de um movimento contra
os pesados impostos cobrados pela coroa portuguesa, preparado por militares,
escritores de renome, poetas famosos, magistrados e sacerdotes. Em março
desse mesmo ano, Joaquim Silvério dos Reis que devia elevada soma
à Fazenda Real e pensava, com a traição, furtar-se
ao pagamento, delatou a trama ao governador de Minas Gerais, Visconde
de Barbacena.
Os inconfidentes foram condenados à morte, porém, numa nova
decisão, baseada em carta de clemência, essas condenações,
exceto a de Tiradentes, foram comutadas em desterro perpétuo na
África.
Tiradentes foi enforcado em 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro.
D. PEDRO I – (1798-1834)
Seu nome foi inserido no Livro de Aço dos Heróis Nacionais,
com inscrição feita em 5 de setembro de 1999.
D. Pedro nasceu em Lisboa, filho de D. João e D. Carlota Joaquina,
chegando ao Rio de Janeiro em 1808 com a Família Real. Com o retorno
dela para Portugal, em 1821, tornou-se príncipe regente do Reino
do Brasil. Em janeiro de 1822, D. Pedro anunciou sua decisão de
permanecer no país, e em 7 de setembro proclamou a independência
do Brasil. No mesmo ano foi aclamado Imperador e coroado com o título
de D. Pedro I.
JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA – (1763-
1838)
Seu nome foi inserido no Livro de Aço dos Heróis Nacionais,
em 21 de abril de 2007, dentre as comemorações do quadragésimo
sétimo aniversário de Brasília. Cognominado o Patriarca
da Independência, nasceu no dia 13 de junho de 1763, na cidade de
Santos, estado de São Paulo.
Em Coimbra, Portugal, formou-se em Ciências Naturais e Direito,
e graças aos seus grandes conhecimentos foi convidado a entrar
para a Academia de Ciências de Lisboa.
Durante dez anos viajou pela Europa, aprofundando os seus conhecimentos,
retornando a Portugal em 1800, quando recebeu as honras de desembargador
e o título de doutor em Filosofia, sendo nomeado professor de Geognosia
e Metalurgia em Coimbra.
Em 1819, retornou ao Brasil, iniciando uma fecunda carreira de homem público.
Sua grande capacidade e seus dotes políticos tornaram-no, junto
a D. Pedro I, o principal articulador da nossa Independência. O
grito do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822, foi, na verdade, o arremate
do processo de emancipação, do qual José Bonifácio
foi o grande arquiteto.
Era considerado o mais culto brasileiro do seu tempo.
Em 1831, D. Pedro I, ao abdicar da Coroa, indicou-o para tutor de seu
filho, o herdeiro do trono e, também, de suas irmãs.
Nos últimos dias de sua vida mudou-se para a cidade de Niterói,
onde veio a falecer, em 6 de abril de 1838.
DUQUE DE CAXIAS – (1803-1880)
O Marechal Luís Alves de Lima e Silva teve o seu nome inserido
no Livro de Aço dos Heróis Nacionais em 28 de janeiro de
2003.
Luís Alves de Lima e Silva nasceu em 25 de agosto de 1803, no Rio
de Janeiro. Em 1821, já era tenente a serviço do Batalhão
do Imperador. Participou dos movimentos para a independência, pacificando
várias províncias rebeldes.
Nomeado Comandante-em-Chefe das forças do Império em operações
contra o Paraguai, concluiu sua jornada com a tomada de Assunção
em 1869. Em 1870, é elevado a Duque, sendo o único com esse
título no país. Morreu em 7 de maio de 1880, na Fazenda
Santa Mônica, em Vassouras, estado do Rio de Janeiro. Em 1962 foi
instituído “Patrono do Exército Brasileiro”.
PLÁCIDO DE CASTRO – (1873-1908)
José Plácido de Castro teve o seu nome inserido no Livro
de Aço dos Heróis Nacionais em 17 de novembro de 2004.
Militar, nasceu em 1873, no Rio Grande do Sul, na cidade de São
Gabriel. Em 1899 foi para o Acre e, como o governo brasileiro reconheceu
a soberania da Bolívia sobre a região, liderou os brasileiros
instalados no território para expulsar os bolivianos. Derrotados
estes, em 1903 proclamou-se a autonomia do Acre, obrigando as forças
bolivianas à capitulação. Castro assumiu a chefia
do governo provisório. Faleceu em 9 de agosto de 1908.
ALMIRANTE TAMANDARÉ – (1807-1897)
Joaquim Marques Lisboa teve o seu nome inserido no Livro de Aço
dos Heróis Nacionais em 13 de dezembro de 2004.
Nasceu no Rio Grande do Sul, na cidade de Rio Grande, tomou parte na campanha
da independência, participando em vários momentos da repressão
aos reacionários. Participou da Confederação do Equador,
da Campanha Cisplatina e na Guerra do Paraguai foi combatente determinado.
Tamandaré entrou para a Marinha com 15 anos, exerceu elevados cargos,
fazendo com que sua bravura nas batalhas que participou assinalasse grandes
momentos na História da Pátria. É Patrono da Marinha
Brasileira e na data de seu nascimento, 13 de dezembro, comemora-se o
Dia do Marinheiro.
ALMIRANTE BARROSO – (1804-1882)
Francisco Manoel Barroso da Silva teve o seu nome inserido no Livro de
Aço dos Heróis Nacionais em 11 de junho de 2005.
Nascido em Lisboa, Portugal, veio para o Brasil em 1808 junto com a Comitiva
da Família Real portuguesa.
Em 1821 ingressou na Academia de Marinha no Rio de Janeiro. Participou
de combates na Guerra da Cisplatina, em operações contra
a Cabanagem, na Província do Pará, e comandou a Força
Naval Brasileira na Batalha Naval do Riachuelo.
Ocupou diversos cargos de relevância na Marinha brasileira, sendo
reformado em 1873, no posto de Almirante.
ZUMBI DOS PALMARES – (1655-1695)
Recebeu sua inscrição como herói nacional, no Livro
de Aço dos Heróis Nacionais, em 21 de março de 1997.
Batizado com o nome de Francisco, Zumbi foi entregue ao Padre Antônio
Melo com quem viveu até os 15 anos de idade, quando fugiu para
Palmares, quilombo entre os estados de Pernambuco e Alagoas, onde se reuniam
os escravos fugidos. Lá, ele se fez líder graças
à sua coragem, capacidade de organização e comando.
Morreu no ataque inimigo de 20 de novembro de 1695. Zumbi tornou-se símbolo
da luta dos negros por dignidade e igualdade.
MARECHAL DEODORO DA FONSECA – (1827-1892)
Seu nome foi inserido no Livro de Aço dos Heróis Nacionais
em 15 de novembro de 1997. Deodoro da Fonseca ingressou no Exército
aos 18 anos, na Arma de Artilharia.
Combateu na Rebelião Praieira, lutou na Guerra do Paraguai, liderou
a facção do Exército favorável à abolição
da escravatura e foi nomeado Comandante das Armas da Província
de Mato Grosso. Em 1889, abandonou o comando e retornou ao Rio de Janeiro.
Em 15 de novembro daquele ano, em um movimento político-militar
que acabou com a Monarquia, o marechal alagoano Deodoro da Fonseca proclamou
a República.
ALBERTO SANTOS-DUMONT – (1873-1932)
Alberto Santos-Dumont teve o seu nome inserido no Livro de Aço
dos Heróis Nacionais em 26 de julho de 2006, em comemoração
ao ano do Centenário do Vôo do 14-Bis, realizado em 23 de
outubro de 1906.
Santos-Dumont nasceu em Minas Gerais, no dia 20 de julho de 1873, na fazenda
Cabangu, paróquia de Palmira. A sua cidade natal hoje tem o seu
nome, Santos-Dumont.
Feito patrono da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira,
Santos-Dumont passou a figurar permanentemente no quadro de oficiais-aviadores
da Aeronáutica militar brasileira, com o posto de Tenente-Brigadeiro,
pela Lei 165, de 05 de dezembro de 1947. A Lei 3.636, de 22 de setembro
de 1959, atribuiu-lhe o posto honorífico de Marechal-do-Ar. Faleceu
em 23 de julho de 1932, no Guarujá, estado de São Paulo.
Selo
Vencedores do Prêmio Correios Jovem Colecionador
– 2007
Lucas Cotrim, de São José do Rio Preto (SP), Dediel da
Costa Silva e Caroline Santos Matos, ambos de Porto Velho (RO), foram
os vencedores da fase nacional do Prêmio Correios Jovem Colecionador
- 2007, promovido pelos Correios. A seleção foi realizada
por um Júri composto por seis personalidades ligadas à Filatelia,
liderado pelo Presidente da Federação Brasileira de Filatelia
(Febraf), Marcelo Gládio da Costa Studart, na quarta-feira (5)
Dia do Filatelista Brasileiro, no Edifício-Sede dos Correios em
Brasília.
Promovido anualmente, o prêmio faz parte das ações
do Projeto Correios nas Escolas e incentiva a utilização
do selo postal como recurso didático no ensino fundamental, despertando
o interesse dos alunos em colecionar selos e conhecer a filatelia, utilizando-a
para pesquisas e trabalhos escolares. Este ano, houve participação
de alunos de Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Rio Grande do
Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e São Paulo.
A coleção “O Doce Sabor da Fruta”, de Dediel
da Costa Silva, 7 anos, aluno da 1ª série da Escola Marcelo
Candia, foi a vencedora na categoria I (de 6 a 8 anos). Na categoria II
(de 9 a 11 anos), a selecionada foi a coleção “Arquitetura
Brasileira na Filatelia”, de Caroline Santos Matos, 11 anos, aluna
da 4ª série do Instituto Laura Vicunha. A vencedora da categoria
III (de 12 a 14 anos) foi a coleção “Terra, Planeta
Água”, de Lucas Cotrim, 13 anos, aluno da 8ª série
do Colégio Liceu.
Cada um deles receberá um computador. A entrega será feita
no dia 20 de março, aniversário da Empresa Brasileira de
Correios e Telégrafos (ECT). Os demais participantes da fase nacional
receberão um diploma de participação e um conjunto
de produtos filatélicos.

Clube Filatélico Mirim de São José
do Rio Preto
Lucas Cotrim participa do Clube Filatélico Mirim de São
José do Rio Preto, que realiza encontros aos sábados a cada
21 (vinte e um) dias, ou seja, três semanas, das 09h30 às
11h30, na Agência Central dos Correios. Desde 2006, o clube tem
reunido por volta de 30 crianças aos sábados na Agência
de Correios de São José do Rio Preto.
A participação é gratuita. Basta ter entre 6 e 15
anos, ser matriculada na rede de ensino e comparecer ao primeiro encontro
acompanhado de um responsável para preenchimento da ficha de inscrição.
Na primeira reunião, o participante recebe um álbum “Classificador”
com cerca de 30 selos.
No decorrer dos encontros, tem a oportunidade de trocar seus selos com
outros colecionadores, além de conhecer mais sobre exposições
filatélicas, lançamentos de selos e carimbos, montar álbuns
e aprender como descolar corretamente os selos carimbados de um envelope.
As reuniões contribuem para estimular a criatividade na realização
de trabalhos escolares e despertar nas crianças o hábito
da escrita e da organização, abordando temas como artes,
ciência, comunicação, esportes, literatura, entre
outros.
Informações sobre o Clube Filatélico Mirim e o Prêmio
Correios Jovem Colecionador, através do telefone (0**17) 3233-2800
ou pelo e-mail: carlosfavarao@correios.com.br
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